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    O mapeamento geológico da folha Caimbé foi realizado pela CPRM no âmbito do Programa Geologia do Brasil (PGB). Esta folha integra o projeto Bacia do Tucano Central-Parte Norte, juntamente com a folha SC.24-Z-A-II Jeremoabo. A integração multidisciplinar das informações em SIG permitiu atualizar o conhecimento geológico e de recursos minerais da área, que abrange a parte norte da bacia do Tucano Central. Esta é parte integrante do rifte Recôncavo-Tucano-Jatobá, ramo preservado do rifte Sul Atlântico, relacionado a separação continental América do Sul-África.

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    Documento cartográfico complementar ao Objeto 0602 do Programa de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, incluído no Plano Plurianual 2012-2015 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Sua elaboração considera, entre outras referências, as diretrizes contidas no manual para zoneamento de suscetibilidade, perigo e risco a deslizamento, publicado em 2008 pelo Comitê Técnico de Deslizamentos e Taludes Construídos das associações técnico-científicas internacionais de geologia de engenharia e engenharia geotécnica (ISSMGE, IAEG e ISRM - JTC-1) e traduzido em 2013 pela ABGE e ABMS. A carta tem caráter informativo e é elaborada para uso exclusivo em atividades de planejamento e gestão do território, apontando-se áreas quanto ao desenvolvimento de processos do meio físico que podem ocasionar desastres naturais. As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade com a escala 1:25.000 e 1:50.000 (em municípios da Amazônia), podendo eventualmente ser apresentada em escalas menores. A utilização da carta pressupõe a consulta prévia ao documento técnico que a acompanha, denominado "Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, 1:25.000 - Nota Técnica Explicativa".

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    O mapeamento geológico da folha Rio de Contas foi realizado pela CPRM no âmbito do Programa Geologia do Brasil (PGB). Esta folha integra o projeto Brumado - Condeúba, juntamente com as folhas SD.24-Y-A-I Brumado, SD.24-Y-A-II Tanhaçu e SD.24-Y-A-IV Condeúba. As informações foram integradas em SIG, disponibilizado juntamente com o mapa geológico em arquivos pdf e kml. Os recursos minerais são representados por ouro, ferro, cobre, asbesto, materiais para construção civil, etc.

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    Documento cartográfico complementar ao Objeto 0602 do Programa de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, incluído no Plano Plurianual 2012-2015 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Sua elaboração considera, entre outras referências, as diretrizes contidas no manual para zoneamento de suscetibilidade, perigo e risco a deslizamento, publicado em 2008 pelo Comitê Técnico de Deslizamentos e Taludes Construídos das associações técnico-científicas internacionais de geologia de engenharia e engenharia geotécnica (ISSMGE, IAEG e ISRM - JTC-1) e traduzido em 2013 pela ABGE e ABMS. A carta tem caráter informativo e é elaborada para uso exclusivo em atividades de planejamento e gestão do território, apontando-se áreas quanto ao desenvolvimento de processos do meio físico que podem ocasionar desastres naturais. As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade com a escala 1:25.000 e 1:50.000 (em municípios da Amazônia), podendo eventualmente ser apresentada em escalas menores. A utilização da carta pressupõe a consulta prévia ao documento técnico que a acompanha, denominado "Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, 1:25.000 - Nota Técnica Explicativa".

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    Documento cartográfico complementar ao Objeto 0602 do Programa de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, incluído no Plano Plurianual 2012-2015 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Sua elaboração considera, entre outras referências, as diretrizes contidas no manual para zoneamento de suscetibilidade, perigo e risco a deslizamento, publicado em 2008 pelo Comitê Técnico de Deslizamentos e Taludes Construídos das associações técnico-científicas internacionais de geologia de engenharia e engenharia geotécnica (ISSMGE, IAEG e ISRM - JTC-1) e traduzido em 2013 pela ABGE e ABMS. A carta tem caráter informativo e é elaborada para uso exclusivo em atividades de planejamento e gestão do território, apontando-se áreas quanto ao desenvolvimento de processos do meio físico que podem ocasionar desastres naturais. As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade com a escala 1:25.000 e 1:50.000 (em municípios da Amazônia), podendo eventualmente ser apresentada em escalas menores. A utilização da carta pressupõe a consulta prévia ao documento técnico que a acompanha, denominado "Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, 1:25.000 - Nota Técnica Explicativa".

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    O mapeamento geológico da folha Santa Maria da Vitória foi realizado pela CPRM, no âmbito do Programa Geologia do Brasil (PGB). As informações foram integradas em SIG, disponibilizado juntamente com o mapa geológico em arquivos pdf e kml. Os recursos minerais são representados por manganês, dolomito, calcário e flúor.

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    O mapeamento geológico da folha Bagé foi realizado pela CPRM no âmbito do Programa Geologia do Brasil (PGB). Esta folha integra o projeto Geologia das Folhas Bagé e Aceguá juntamente com a folha SH.21-Z-D-VI Aceguá. As informações foram integradas em SIG, disponibilizado juntamente com o mapa geológico em arquivo pdf. Os recursos minerais são representados, principalmente, por calcário, barita, alunita e saibro.

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    O mapeamento geológico da folha Cabeceira Grande foi realizado pela CPRM no âmbito do Programa Geologia do Brasil (PGB). Esta folha integra o projeto Vazante-Paracatu II, juntamente com as folhas SE.23-V-A-III Unaí, SE.23-V-A-V Ribeirão Arrojado, SE.23-V-A-VI Serra da Aldeia, SE.23-V-C-II Serra da Tiririca, SE.23-V-C-III Paracatu e SE.23-Y-A-V Monte Carmelo . As informações foram integradas em SIG, disponibilizado juntamente com o mapa geológico em arquivo pdf. Os recursos minerais são representados por calcário dolomítico, cobre, fosfato e fluorita.

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    A Folha Monte Azul localiza-se domínio da faixa móvel que define o limite oriental do Cráton do São Francisco, no Estado de Minas Gerais, ou seja, encontra-se, em termos geotectônicos, na zona limítrofe entre a Faixa de Dobramentos Araçuaí (Brasiliano – Panafricano) e o cráton. O Arqueano é representado por gnaisses, granitos, anfibolitos e migmatitos de duas unidades litodêmicas: Complexo Porteirinha e Complexo Córrego Tingui. Ao paleoproterozoico são atribuídas rochas do Complexo Limoeiro (incluindo gnaisses, rochas calcissilicáticas, xistos e restritos mármores) e unidades típicas do Supergrupo Espinhaço (com variados tipos de quartzitos, metaconglomerados, filitos e metavulcanitos), separadas pelos processos do Evento Transamazônico. Rochas intrusivas incluem desde monzogranitos até granitoides da Suíte Paciência até as rochas plutônicas ácidas denominadas de Granito Catolé, ambos os conjuntos de possível idade Riaciana. Mais novos (relacionados aos processos de extensão do Toniano) aparecem corpos básicos metamorfizados na fácies xisto verde da Suíte Metaígnea Pedro Lessa. Unidades neoproterozoicas estão representadas pelo Grupo Macaúbas, através das formações Serra do Catuní (metadiamictitos, metassiltitos, mármores), Rio Peixe Bravo (filitos, metassiltitos e quartzitos) e Nova Aurora (quartzitos localmente com metadiamictitos). O potencial econômico da área está relacionado não só a rochas ornamentais (em especial da Suíte Paciência) como as zonas de cisalhamento dúctil, regionalmente auríferas. Pedreiras de quartzitos laminados (tipo “São Tomé”) estão em atividade, enquanto aquelas de rochas gnaíssicas estão paralisadas. O Complexo Limoeiro mostra potencial também para ouro e metais base (Pb-Zn). Os aqüíferos são do tipo fraturado (exceto os relacionados à cobertura), caracterizando-se pelo domínio de águas com alta salinidade.

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    O Serviço Geológico do Brasil SGB/CPRM integra o Programa Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres do Governo Federal ( PPA 2012- 2015), tendo como atribuição mapear áreas de risco geológico, classificadas como muito alto e alto, relacionadas, principalmente, com movimentos de massa e inundações, em 821 municípios brasileiros prioritários. As informações levantadas pela CPRM são disponibilizadas para o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – CEMADEN (MCTI) para subsidiar a emissão de avisos e alertas meteorológicos, e para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD (MI), para a emissão de alertas para as Defesas Civis estaduais e municipais visando ações de prevenção e resposta frente aos desastres naturais. O município de Madalena foi setorizado pela equipe técnica da CPRM, ao longo de 2014, onde não foram identificados setores de risco.