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    Este produto apresenta os municípios que possuem mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão em seu território, produzidos até dezembro de 2010. Estes dados foram atualizados no ano de 2010 para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2010. A partir de 2003, iniciou-se no Estado de São Paulo a elaboração de Mapeamentos de Áreas de Risco a Escorregamentos, Inundações e Erosão, como forma de se conhecer melhor as situações problemáticas e sua localização, possibilitando a implantação de medidas estruturais (como obras) e não estruturais (como capacitação, monitoramento e planos preventivos de defesa civil). Estes estudos têm sido elaborados por meio da CEDEC, ou do Ministério das Cidades, ou por iniciativa de prefeituras municipais, que em geral contratam órgãos técnicos ou empresas para elaborarem os estudos. Em geral adota-se a metodologia recomendada pelo Ministério das Cidades (CERRI, 2006), com enfoque nas áreas de risco geralmente indicadas pelas equipes municipais de defesa civil, que passam por avaliação técnica, com definição de setores de risco a processos do meio físico e com atribuição de graus de risco variando de baixo a muito alto (R1-Baixo, R2-Médio; R3-Alto; R4-Muito Alto).

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    Este produto apresenta os municípios que possuem mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão em seu território, produzidos até dezembro de 2011. Estes dados foram atualizados no ano de 2011 para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2011. A partir de 2003, iniciou-se no Estado de São Paulo a elaboração de Mapeamentos de Áreas de Risco a Escorregamentos, Inundações e Erosão, como forma de se conhecer melhor as situações problemáticas e sua localização, possibilitando a implantação de medidas estruturais (como obras) e não estruturais (como capacitação, monitoramento e planos preventivos de defesa civil). Estes estudos têm sido elaborados por meio da CEDEC, ou do Ministério das Cidades, ou por iniciativa de prefeituras municipais, que em geral contratam órgãos técnicos ou empresas para elaborarem os estudos. Em geral adota-se a metodologia recomendada pelo Ministério das Cidades (CERRI, 2006), com enfoque nas áreas de risco geralmente indicadas pelas equipes municipais de defesa civil, que passam por avaliação técnica, com definição de setores de risco a processos do meio físico e com atribuição de graus de risco variando de baixo a muito alto (R1-Baixo, R2-Médio; R3-Alto; R4-Muito Alto). A partir de 2011 o Instituto Geológico (IG-SMA, 2011) vem aplicando metodologia própria para o mapeamento, com a avaliação de perigos, vulnerabilidade e riscos em escala regional e de detalhe, com atribuição de graus de risco variando de baixo a muito alto (R1-Baixo, R2-Médio; R3-Alto; R4-Muito Alto). Tais estudos permitem a utilização dos resultados específicos para as diferentes demandas e instrumentos de gestão de riscos. Na escala regional, a aplicação se dá em nível de planejamento territorial e ambiental, na escala semi-regional a aplicação ocorre em nível de gestão de bacia hidrográfica (Comitês de Bacia, Consórcios intermunicipais, etc), enquanto na escala local os resultados e interpretações destinam-se ao gerenciamento das áreas de risco existentes incluindo o monitoramento, a resposta à emergência, planos de contingência e o planejamento de intervenções destinadas à mitigação, remediação e erradicação das situações de risco observadas.

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    Este produto apresenta o indicador NÚMERO DE ACIDENTES RELACIONADOS FENÔMENOS GEOLÓGICOS (queda, tombamento e rolamento de blocos; deslizamento; corrida de massa; subsidência e colapso; erosão costeira/marinha; erosão de margem fluvial; erosão continental), registrados em atendimentos emergenciais da Operação Verão (dezembro a março) no período de 2000 a 2013 no Estado de São Paulo. No mapa este indicador é representado em classes de frequência por município. Estes dados foram atualizados no ano de 2013, para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2013.

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    Este produto apresenta o indicador NÚMERO DE ACIDENTES RELACIONADOS FENÔMENOS HIDROLÓGICOS (inundação; enxurrada; alagamento; inundação costeira/ressaca), registrados em atendimentos emergenciais da Operação Verão (dezembro a março) no período de 2000 a 2010 no Estado de São Paulo. No mapa este indicador é representado em classes de frequência por município. Estes dados foram atualizados no ano de 2010, para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2010.

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    Este produto apresenta o indicador “número de óbitos” decorrentes de acidentes e desastres devido a eventos geodinâmicos em atendimentos emergenciais da Operação Verão (dezembro a março) no período de 2000 a 2010 no Estado de São Paulo. No mapa este indicador é representado em classes de frequência por município. Estes dados foram atualizados no ano de 2010, para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2010.

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    Este produto apresenta os municípios que possuem PMRR (Plano Municipal de Redução de Risco) em seu território, produzidos até dezembro de 2012. Estes dados foram atualizados no ano de 2012 para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2012. A partir de 2004 passaram a ser elaborados no Estado de São Paulo os Planos Municipais de Redução de Risco - PMRR, segundo princípios do Ministério das Cidades (CARVALHO & GALVÃO, 2006) e por meio de financiamento deste órgão para prefeituras. O trabalho do PMRR envolve: a) treinamento das equipes municipais para elaboração de diagnóstico, prevenção e gerenciamento de risco, incluindo o mapeamento de áreas de risco nas áreas de ocupação irregular do município; b) apoio financeiro para elaboração pelo município, do plano de redução de risco, instrumento de planejamento que contempla o diagnóstico de risco, as medidas de segurança necessárias, a estimativa de recursos necessários, o estabelecimento de prioridades e a compatibilização com os programas de urbanização de favelas e regularização fundiária; c) apoio financeiro para elaboração de projetos de contenção de encostas em áreas de risco consideradas prioritárias nos Planos Municipais de Redução de Riscos.

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    Apresenta os municípios que possem Planos de Contingência ou Planos Preventivos de Defesa Civil.

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    Apresenta os municípios com Planos de Contingência ou Planos Preventivos da Defesa Civil em 2013.

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    Este produto apresenta os municípios que possuem mapeamento de áreas de risco de escorregamento, inundação e erosão em seu território, produzidos até dezembro de 2013. Estes dados foram atualizados no ano de 2013 para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2013. A partir de 2003, iniciou-se no Estado de São Paulo a elaboração de Mapeamentos de Áreas de Risco a Escorregamentos, Inundações e Erosão, como forma de se conhecer melhor as situações problemáticas e sua localização, possibilitando a implantação de medidas estruturais (como obras) e não estruturais (como capacitação, monitoramento e planos preventivos de defesa civil). Estes estudos têm sido elaborados por meio da CEDEC, ou do Ministério das Cidades, ou por iniciativa de prefeituras municipais, que em geral contratam órgãos técnicos ou empresas para elaborarem os estudos. Em geral adota-se a metodologia recomendada pelo Ministério das Cidades (CERRI, 2006), com enfoque nas áreas de risco geralmente indicadas pelas equipes municipais de defesa civil, que passam por avaliação técnica, com definição de setores de risco a processos do meio físico e com atribuição de graus de risco variando de baixo a muito alto (R1-Baixo, R2-Médio; R3-Alto; R4-Muito Alto). A partir de 2011 o Instituto Geológico (IG-SMA, 2011, 2012, 2014, 2015b) vem aplicando metodologia própria para o mapeamento, com a avaliação de perigos, vulnerabilidade e riscos em escala regional e de detalhe, com atribuição de graus de risco variando de baixo a muito alto (R1-Baixo, R2-Médio; R3-Alto; R4-Muito Alto). Tais estudos permitem a utilização dos resultados específicos para as diferentes demandas e instrumentos de gestão de riscos. Na escala regional, a aplicação se dá em nível de planejamento territorial e ambiental, na escala semi-regional a aplicação ocorre em nível de gestão de bacia hidrográfica (Comitês de Bacia, Consórcios intermunicipais, etc), enquanto na escala local os resultados e interpretações destinam-se ao gerenciamento das áreas de risco existentes incluindo o monitoramento, a resposta à emergência, planos de contingência e o planejamento de intervenções destinadas à mitigação, remediação e erradicação das situações de risco observadas.

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    Este produto apresenta o indicador NÚMERO DE ACIDENTES RELACIONADOS FENÔMENOS HIDROLÓGICOS (inundação; enxurrada; alagamento; inundação costeira/ressaca), registrados em atendimentos emergenciais da Operação Verão (dezembro a março) no período de 2000 a 2011 no Estado de São Paulo. No mapa este indicador é representado em classes de frequência por município. Estes dados foram atualizados no ano de 2011, para atender ao Relatório de Qualidade Ambiental da SMA de 2011.