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    Área de supressão da vegetação nativa no bioma Cerrado até 2000. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição gid - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite uf - texto - estado/unidade da federação pathrow - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Desmatamento em 2014 = "D_2014") source - texto - usado interno para identificar a origem da feição quanto à fonte original view_date - texto - data da cena usada para obter a feição areamunkm - número - área calculada para a fração de feição, em km², após a interseção com municípios county - texto - Nome do município ao qual a fração de feição é associada, após a interseção com municípios time - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    Áreas recobertas por nuvens e sombras quando houve a captação da imagem de satélite utilizada no mapeamento. Este conjunto de dados é disponibilizado desde 2016.

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    O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender a estratégia Nacional de REDD+, mecanismo de pagamentos por emissões evitadas de Gases de Efeito Estufa (GEE) por redução de desmatamento e degradação florestal, a fim de consolidar esforços para cumprir as metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Este mecanismo de mitigação do aquecimento global foi estabelecido na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC em inglês) e denominado REDD+ (Reduction in Emission by Deforestation and Degradation). Para atender a estratégia nacional de REDD+, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB) e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Este recurso, em formato ShapeFile, contém polígonos que identificam áreas de supressão da vegetação nativa no bioma Caatinga. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Caatinga é de 844.453 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador único para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Caatinga) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Caatinga) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Caatinga) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    O Projeto: O Projeto “Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros por Satélites: Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal” foi concebido para atender a estratégia Nacional de REDD+, mecanismo de pagamentos por emissões evitadas de Gases de Efeito Estufa (GEE) por redução de desmatamento e degradação florestal, a fim de consolidar esforços para cumprir as metas previstas na Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC). Este mecanismo de mitigação do aquecimento global foi estabelecido na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC em inglês) e denominado REDD+ (Reduction in Emission by Deforestation and Degradation). Para atender a estratégia nacional de REDD+, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou a Portaria 365/2015, que estabelece o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB) e que prevê o monitoramento de todos os biomas brasileiros até 2020. O produto: Este recurso, em formato ShapeFile, contém polígonos que identificam áreas recobertas por nuvens e sombras quando houve a captação a imagem de satélite utilizada no mapeamento do bioma Caatinga. Foi construído a partir da interpretação visual de imagens Landsat-8/OLI na composição R(5)G(6)B(4) - com resolução de 30m - e em escala de trabalho de 1:75.000. A área mínima mapeada é de um hectare (1 ha). O produto é compatível com a escala final de 1:250.000. A área total do bioma Caatinga é de 844.453 km². Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados. source - texto - nome da origem do poligono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma. sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem. state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável. main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição. (Não se aplica ao bioma Caatinga) julian_day - número - dia juliano (Não se aplica ao bioma Caatinga) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (Não se aplica ao bioma Caatinga) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    Área desmatada à partir de 2000 discretizadas em uma séria histórica bienal para o período de 2000 a 2012 e anual para os anos de 2013 a 2020. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.

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    Mosaico do Pampa para o ano de 2016. O mosaico utiliza imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas acima de 6,25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.

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    Tipologias de vegetação não enquadradas na classe de Floresta adotada no mapeamento, que por consequencia não são objetos de análise e mapeamento pelo projeto.

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    Dado de terceiro para uso auxiliar, composto pelos limites dos estados, provenientes do shapefile BRUFE250GC_SIR (IBGE), recortados pelos limites do bioma Cerrado. Estados ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile original de estados foi obtido via FTP do seguinte endereço: ftp://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/malhas_territoriais/malhas_municipais/municipio_2017/Brasil/BR/ A data de download foi 07/07/2018 Biomas ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O shapefile original dos Biomas do Brasil foi obtido via HTTP do seguinte endereço: https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_ambientais/estudos_ambientais/biomas/vetores/Biomas_5000mil.zip A data de download foi 07/07/2018 Metadado original: http://www.metadados.inde.gov.br/geonetwork/srv/por/metadata.show?id=75177&currTab=simple

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    Área desmatada à partir de 2008 discretizadas por ano. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - número inteiro - identificador para rastreabilidade da feição na origem/produção do dado state - texto - estado/unidade da federação path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição def_cloud - número - Ano que indica desde quando esta área está coberta por nuvens. Fazendo a diferença do ano corrente onde se detectou o desmatamento e def_cloud, temos o número de anos coberto por nuvens. julian_day - número - dia juliano image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal source - texto - origem do polígono (amazonia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), caso o polígono tenha sido incorporado de outro projeto, por exemplo, devido à alteração do mapa de biomas ou ainda às zonas da amazônia legal no cerrado e pantanal satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite

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    Mosaico do Pantanal para o ano de 2016. O mosaico utiliza imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas acima de 6,25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.