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    Áreas indicadas para restauração - áreas de preservação permanente para as quais há obrigação legal de existência da vegetação nativa e que no momento apresentam outros usos. Inclui as faixas marginais de proteçãoem que a restauração é obrigatória(o mínimo legal com base no art. 61-A da Lei 12.651, em caso de existência do registro da propriedade no CAR), as áreas com declividade superior a 45° e os topos de morros definidos pelo Código Florestal.Áreas indicadas para conversão produtiva ou restauração - áreas de topo de morro não abrangidas pelo Código florestal, faixas marginais de 30 a 50 m em que não háobrigação legal,áreas de declividade entre 25° e 45° (áreas de uso restrito da lei 12.651) e o entorno de 50 m dos fragmentos florestais. Áreas indicadas para conservação - as áreas de remanescentes florestais, independentemente de sua localização. Cabe aos proprietários e técnicos envolvidos identificar as principais ameaças existentes a esses remanescentes e as ações de conservação mais indicadas. O quadro abaixo resume os critérios e os objetivos do mapeamento: RestauraçãoConversão ProdutivaConservaçãoObjetivoTopos de morroDe acordo com a Lei 12.651/2012Topos de morro considerando as áreas que possuem 50 m ou mais de elevação em relação ao entornoTopo de morro florestadosAumentar a infiltração e evitar o aumento do escoamento superficial nas encostas e a erosãoFaixas marginaisDe acordo com a Lei 12.651/2012(obrigação de restaurar - art. 61-A)De acordo com a Lei 12.651/2012(regra geral do art. 4°)Faixas marginais florestadasMinimizar o fluxo de sedimentos e poluentes para o interior dos cursos d’água e evitar a erosão das margensÁreas com alta declividadeDe acordo com a Lei 12.651/2012(APP declividade > 45°)De acordo com a Lei 12.651/2012(Áreas de uso restrito - > 25°)Áreas declivosas florestadasAumentar a infiltração e evitar o aumento do escoamento superficial nas encostas e a erosãoFragmentos florestaisNão há definição legalFaixa de 50 m no entorno dos fragmentos florestais existentesDemais áreas florestadasMinimizar o efeito de borda, principalmente o derivado de queimadas

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    Mapeamento das nanobacias que, em média, mais contribuempara açudes e captações de distritos e sedes municipais. Critério representativo do uso da água da análise multicritério para hierarquização das nanobacias prioritárias para o Projeto Conexão Mata Atlântica. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    O mapeamento foi financiado pela Food and Agriculture Organization (FAO) no âmbito do projeto BIG - Baía de Ilha Grande - e consistuiu no mapeamento das classes de Vegetação na escala 1:25.000 baseado nas imagens RapidEye ano 2012 através da metodologia utilizando classificação direcionada ao objeto. Classes Geradas: I- Afloramento Rochoso: Exposição de uma rocha na superfície terrestre. II- Áreas Antrópicas: áreas de servidão de propriedade não urbanas com uso não definido: campos de futebol, sítios, lugares de recreação etc. III - Cordões Arenosos: Faixas de área próximas as praias. IV - Corpos d'água: classes de água interiores e costeiras. V - Formação Pioneira: Como definido no Manual de vegetação do IBGE, Mangues e Áreas Úmidas foram comtempladas neste classe. VI - Pastagem: área coberta por vegetação de gramíneas e/ou leguminosas. VII- As classes de vegetação mapeadas (Secundário Inicial e Média/Atla) correspondem a descrição de estágio sucessional presente na Lei da Mata Atlântica.

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    Shape contendo as áreas de nano bacias contidas nas áreas de atuação do projeto ConexãoMata Atlântica no municípios de Italva e Cambuci. As bacias foram geradas a partir do recorte do MDE 1:25000 com o toolbox"Watershed Delineation".As áreas das bacias foram editadas através de operações de "merge" e "cut". O critério principal para a redelimitação das nano bacias foi a drenagem "GNL_RIOS_SIMPLES_450_MBHs" (1:450000), pela identificação dos rios principais e seus afluentes principais, mas adrenagem 1:25000 (GNL_CURSO_DAGUA_mbhs) foi utilizado para detalhar melhor as áreas das nanobacias.

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    Foram calculadas diversas métricas a partir dos fragmentos florestais extraídos do mapeamento do uso do solo e cobertura vegetal 1:10.000. A classe floresta, extraída de uma versão anterior do mapeamento de uso e cobertura, foi dissolvida, as pequenas áreas foram eliminadas e posteriormente tiveram o limite simplificado (para evitar superestimar as bordas). Em seguida essa informação foi inserida no Software Fragstats (McGarigal & Ene, 2013) e foram calculadas as seguintes métricas de fragmentos: Área do fragmento (AREA);Perímetro do fragmento (PERIM);Relação perímetro-área (PARA); Índice de forma (SHAPE); Índice de dimensão fractal (FRAC); Área core (CORE); Número de áreas core (NCORE); Distância euclidiana ao vizinho mais próximo (ENN); Índice de proximidade (PROX)Foi calculado também o desvio padrão (CSD), o percentil (CPS), o desvio padrão em relação a paisagem (LSD) e percentil em relação à paisagem (LPS) para algumas métricas. Foram calculadas também as seguintes métricas da paisagem:Área total (CA/TA);Índice do maior fragmento (LPI); Borda total (TE);Densidade de borda (ED); Média (MN), média ponderada pela área (AM), mediana (MD), range (RA), desvio padrão (SD) e coeficiente de variação (CV) da área. Nem todas as informações foram consideradas significativas e efetivamente consideradas e utilizadas. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Áreas indicadas para restauração - áreas de preservação permanente para as quais há obrigação legal de existência da vegetação nativa e que no momento apresentam outros usos. Inclui as faixas marginais de proteção em que a restauração é obrigatória (o mínimo legal com base no art. 61-A da Lei 12.651, em caso de existência do registro da propriedade no CAR), as áreas com declividade superior a 45° e os topos de morros definidos pelo Código Florestal.Áreas indicadas para conversão produtiva ou restauração - áreas de topo de morro não abrangidas pelo Código florestal, faixas marginais de 30 a 50 m em que não há obrigação legal, áreas de declividade entre 25° e 45° (áreas de uso restrito da lei 12.651) e o entorno de 50 m dos fragmentos florestais. Áreas indicadas para conservação - as áreas de remanescentes florestais, independentemente de sua localização. Cabe aos proprietários e técnicos envolvidos identificar as principais ameaças existentes a esses remanescentes e as ações de conservação mais indicadas. O quadro abaixo resume os critérios e os objetivos do mapeamento: RestauraçãoConversão ProdutivaConservaçãoObjetivoTopos de morroDe acordo com a Lei 12.651/2012Topos de morro considerando as áreas que possuem 50 m ou mais de elevação em relação ao entornoTopo de morro florestadosAumentar a infiltração e evitar o aumento do escoamento superficial nas encostas e a erosãoFaixas marginaisDe acordo com a Lei 12.651/2012(obrigação de restaurar - art. 61-A)De acordo com a Lei 12.651/2012(regra geral do art. 4°)Faixas marginais florestadasMinimizar o fluxo de sedimentos e poluentes para o interior dos cursos d’água e evitar a erosão das margensÁreas com alta declividadeDe acordo com a Lei 12.651/2012(APP declividade > 45°)De acordo com a Lei 12.651/2012(Áreas de uso restrito - > 25°)Áreas declivosas florestadasAumentar a infiltração e evitar o aumento do escoamento superficial nas encostas e a erosãoFragmentos florestaisNão há definição legalFaixa de 50 m no entorno dos fragmentos florestais existentesDemais áreas florestadasMinimizar o efeito de borda, principalmente o derivado de queimadas

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    A camada consiste na classificação dos valores de porcentagem da cobertura vegetal. Os valores mais altos (mais próximos de 9) correspondem às áreas onde predominam os valores intermediários de cobertura - o que favoreceria uma maior efetividade das ações do projeto. Critério de biodiversidade da análise multicritério realizada para hierarquizar as nanobacias para as ações do projeto Conexão Mata Atlântica. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Para os cálculos dos padrões divulgados utiliza-se o índice mais elevado, que traduz a pior qualificação para determinar as características de uma dada região, ou seja, a qualidade do ar em uma localidade é determinada pelo pior caso (maior concentração) dentre os poluentes medidos. Dentre os dois tipos de indicadores que foram desenvolvidos quanto ao tempo de exposição a que fica sujeita a população, o indicador de curto período consiste na distribuição percentual dos índices diários de qualidade do ar dos últimos três anos, para cada sítio monitorado. O indicador de curto período de exposição é relativo à exposição aguda, por um período de uma hora ou de 24 horas, considerando os poluentes padrões indicados e tem por objeto a determinação de poluentes prioritários às ações de políticas públicas de saúde e de transporte ou, quando couber, de controle ambiental.Quando o IQAr apresentar, por mais de uma vez, classificação da qualidade do ar como inadequada, má ou péssima – o que corresponde a um percentual de 0,3% ou mais do total de dados avaliados para qualquer poluente - fica caracterizada a violação ao padrão e a localidade será classificada com o índice da qualidade do ar que representa a faixa de concentração excedida; Quando o IQAr diário estiver classificado entre qualidade boa e regular, ou seja, as concentrações observadas encontrarem-se dentro dos padrões diários primários da qualidade do ar, a localidade será considerada como de boa se, e somente se, 90% ou mais dos valores medidos estiverem situados em faixas de concentração de até 50% do padrão de qualidade do ar.

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    Shape do Índice Integral de Conectividade (IIC) para o Noroeste Fluminense, com distância de 1000 metros entre fragmentos florestais. O índice foi aplicado a partir do trabalho de Pascual-Horta & Saura (2006), onde o IIC varia de 0 a 1 e aumenta conforme a melhora da conectividade, onde 1 representa o caso hipotético de uma paisagem totalmente coberta de por habitat. O shape contém apenas a classe decoberturaVegetação Secundária em Estágio Avançadoretirada do Uso e Cobertura do Solo de 2013 em escala 1:100.000 para o Estado do Rio de Janeiro.Escala 1.100.000

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Este grupo de arquivos contém os shapefiles com a classificação das Unidades Hídricas de Planejamento (UHPs) em agendas temáticas. As agendas são uma forma de análise integrada que tem por objetivo destacar os aspectos de maior relevância do diagnóstico através de uma análise relativizada no conjunto das UHPs. Dessa forma, as Agendas apresentam uma segmentação ao mesmo tempo temática e territorial, que traduz a condição específica em que se encontram diferentes regiões acerca de questões estratégicas para a gestão e o planejamento dos recursos hídricos. A Agenda Cinza descreve a situação atual das atividades de industriais e da mineração Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe