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    Shape da área de fundeio delimitado a partir das Cartas Náuticas n° 163301 e 163101.

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    O Indicador de Manutenção da Funcionalidade Ecológica dispõe dos mesmos princípios das Áreas de Preservação Permanente, definidas na Lei Federal 12.651/2012, de “preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas” (Resolução CONAMA nº302 de 20 de março de 2002). Tal indicador consiste na sobreposição dos grandes divisores de águas, do entorno de rios, lagos e lagoas e áreas de intensa dinâmica natural (restinga, dunas e mangues) do Estado, e da análise das áreas com maior presença de espécies da flora endêmica. O cálculo do indicador teve a seguinte álgebra de mapas: Indicador de Manutenção da Funcionalidade Ecológica = Indicador de Funcionalidade Ecológica (peso 0,5) + Microbacias da Flora Endêmica (peso 0,5) Onde: Indicador de Funcionalidade Ecológica - SEA/INEA, 2011, 1:100.000 e Microbacias da Flora Endêmica - Fundação CNCFLORA/Jardim Botânico, 2016, 1:1.000.000. A divisão de classes foi feita por Intervalos Iguais, onde essas podem ser: 0,0 - 0,2 = Muito Baixa; 0,2 - 0,4 = Baixa; 0,4 - 0,6 = Média; 0,6 - 0,8 = Alta; 0,8 - 1 = Muito Alta.

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    A proximidade dos remanescentes florestais permite identificar áreas mais favoráveis para restauração florestal por regeneração natural. Esta é a premissa contida no Indicador de Potencialidade para Regeneração Natural em relação às áreas de entorno de fragmentos florestais, elaborado a partir do mapa de Uso do Solo e Cobertura Vegetal (INEA, 2013, escala 1:100.000). Sua classificação buscou identificar áreas contíguas aos remanescentes florestais passíveis de restauração florestal a partir de condução por regeneração natural. A partir dessa seleção, foram mapeadas faixas de distâncias aos fragmentos de 50, 100 e 300 metros e nas áreas do entorno (buffers de distâncias) dos fragmentos florestais definidas como as áreas prioritárias para restauração florestal, adotou-se seguinte lógica: quanto menor a distância para o fragmento maior é sua prioridade, pois também é maior sua capacidade de regeneração natural, excluindo-se, ainda, os limitadores a esse processo, como as áreas urbanas, vias, ferrovias e massas d’água. A divisão de classes foi feita por Quantis, onde essas podem ser: 0,0 - 0,4 = Acima de 300m: Irrelevante; 0,4 - 0,6 = Entre 100 e 300m: Baixa - Muito Baixa; 0,6 - 0,8 = Entre 50 e 100m: Alta - Média; 0,8 - 1 = Entre 0 e 50m: Muito Alta.

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    A disponibilidade hídrica pode ser entendida como o total de vazão defluente de uma bacia hidrográfica após as retiradas para consumo, e indica a possibilidade de garantia de condições mínimas de manutenção dos ecossistemas aquáticos bem como de atender a usos que não necessitam extrair ou derivar água de um curso natural, como a navegação e a recreação. O Comprometimento da Disponibilidade Hídrica indica o quanto a vazão disponível dos mananciais está em risco de deplecionamento em função da demanda hídrica de municípios que captam águas dos referidos cursos d'água; ou seja, define se os recursos hídricos disponíveis suportam as demandas, orientando a decisão sobre a outorga de direito de uso desses recursos. O Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica foi gerado a partir da divisão do valor total da demanda de consumo pelo valor de disponibilidade hídrica (valor de 50% da Q7,10) para cada AIPM. Quanto maior o percentual de comprometimento, mais prioritária para proteção é a área. O cálçulo seguiu a seguinte Álgebra de Mapas: Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica das AIPMS = Indicador de Demanda Hídrica/Indicador de Vazão Disponível Onde: Indicador de Demanda Hídrica - Plano Estadual de Recursos Hídricos – PERHI, 2014 e Concessionárias de Serviços de Abastecimento de Água, PMSB // Indicador de Vazão Disponível - Atlas de Abastecimento da ANA, Isoietas de precipitação para o estado do Rio de Janeiro (INEA). A divisão de classes foi feita manualmente, onde essas podem ser: 0,0 - 0,2 = Muito Baixa: 0% - 20%; 0,2 - 0,4 = Baixa: 21% - 40%; 0,4 - 0,6 = Média: 41% - 60%; 0,6 - 0,8 = Alta: 61% - 80%; 0,8 - 1 = Muito Alta: 81% - 100%

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    O Subíndice de Favorabilidade Físico-Climática para Oferta Hídrica procurara indicar as áreas que devem ser priorizadas para restauração florestal ampliando e favorecendo os serviços ecossistêmicos associados à água, uma vez que as informações referentes à quantidade de água na atmosfera, no solo e em superfície são relevantes para explicar o potencial de oferta hídrica. O Subíndice tem a seguinte álgebra de mapas: { [Indicador de Potencialidade Geomorfológica para Retenção de Umidade no solo (*4,6) + Indicador de Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica (*5,4)] * 7 } + Tamanho das AIPMs (*3) A divisão de classes foi feita por Intervalos Iguais, onde estas podem ser: 0 - 0,2 = Muito Baixa; 0,2 - 0,4 = Baixa; 0,4 - 0,6 = Média; 0,6 - 0,8 = Alta; 0,8 - 0,91 = Muito Alta. Os dados disponibilizados nos recortes das Regiões Hidrográficas foram gerados a partir de máscara na escala 1:50.000.

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    Dado intermediário para o mapeamento de nanobacias prioritárias para o Projeto Conexão Mata Atlântica. A análise focal multiescalar foi reclassificada, sendo atribuído o valor 0 para as áreas com porcentagem de cobertura vegetal menor do que 10% ou superior a 50%, 1 para 10-20% e 40-50% e 3 para 20-40%. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Contribuição de Áreas Drenantes para Açudes e Captações nas MBHs. Dado intermediário para o mapeamento de nanobacias prioritárias para o Projeto Conexão Mata Atlântica. O mapeamento mostra as áreas drenantes que mais contribuem para açudes e captações que abastecem sedes e distritos (estes últimos possuem peso maior). Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Hierarquização das propostas do Edital de Seleção Pública 002/2018 - PROJETO RECUPERAÇÃO E PROTEÇÃO DOS SERVIÇOS RELACIONADOS AO CLIMA E À BIODIVERSIDADE NO CORREDOR SUDESTE DA MATA ATLÂNTICA DO BRASIL - PROJETO CONEXÃO MATA ATLÂNTICA. Pagamento por Serviços Ambientais – PSA. Modalidade Uso Múltiplo. Polígonos contendo o limite das propriedades (área do imóvel, lote ou área arrendada) para os quais existem projetos habilitados do Edital de Seleção Pública 002/2018, com prazo final no dia 31/08/2018. Essa camada contem os polígonos enviados juntamente com as propostas. Algumas áreas não correspondem exatamente ao que está disposto no plano de ação, e houve um esforço exaustivo de revisão nos casos de diferenças mais significativas. Não houve uma preocupação em resolver questões relacionadas à sobreposição de propriedades quando não relacionadas às áreas das práticas. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Adequação do mapa de solos do estado do Rio de Janeiro na escala 1:250.000 da Embrapa para a escala 1:100.000. Recorte das áreas de atuação do projeto.

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    Esse shp contém os tipos de solos semidetalhados de Cambuci. Foi elaborado no âmbito do projeto Rio Rural da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento. Classificado segundo o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos.