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    A Malha Viária Digital do Estado de Rondônia, edição de outubro/2010 - Escala 1:20.000 para zona rural e 1:10.000 para zona urbana, representa, atualmente, a informação mais atualizada sobre as vias de acesso do Estado. O projeto foi desenvolvido e executado pelo Sistema de Proteção da Amazônia -SIPAM-CR-PV, iniciado no ano de 2004, compreendendo a execução do levantamento de campo por rastreamento com equipamento GPS Topográfico, com apoio financeiro e logística em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE/UE/RO, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA/SR/17, Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral - SEPLAN/RO e Departamento de Estradas de Rodagem de Rondônia – DER/RO, com participações especiais de algumas prefeituras municipais e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBIO/RO. O levantamento contemplou de forma precisa, o traçado representativo cartográfico e a identificação das estradas Federais, Estaduais e Municipais, com seus trechos pavimentados e não pavimentados, devidamente classificados em separado, contemplando preferencialmente a zona rural dos 52 municípios do Estado de Rondônia. O trabalho compreendeu também o rastreamento pontual/estático da localização geográfica de centenas de pontos e/ou locais de referência, tais como: Estabelecimentos comerciais; Estabelecimentos Industriais; Escolas; Igrejas; Postos de saúde; Povoados; Lugarejos; Pontes e Bueiros sobre os principais rios; Usinas geradoras de energia elétrica; Nome de algumas propriedades rurais, etc., entre outros. Consta também, o levantamento de várias pistas de pouso. A utilização digital das informações levantadas e cartografadas favorecem os trabalhos de georreferenciamento de imagens por satélite e auxiliar futuros trabalhos de correção na representação cartográfica de limites municipais. Os dados levantados compõem a Base Cartográfica digital do Estado de Rondônia e se constitui num importante suporte para o planejamento e execução de ações públicas sociais e de operações de campo, como também serve de base para cálculo de recursos públicos financeiros destinados aos municípios, em razão da quilometragem de estradas existentes em cada um. Favorece o entendimento da realidade econômica do Estado, servindo ainda, de guia rodoviário de precisão. O levantamento teve início no mês de março de 2004 e se estendeu até o mês de outubro de 2010, compreendendo 553 dias de serviço de campo. Obviamente, considerando o intervalo de tempo desde o seu inicio, e a constante abertura de novas estradas e expansão populacional rural em alguns municípios, certamente existirão novos elementos que não estão representados nesta edição. Desta forma, pretendemos planejar e executar algumas missões de campo para levantamento de revisão/atualização em alguns municípios, principalmente no tocante às estradas construidas ou pavimentadas recentemente. Apesar de termos levantado algumas vias urbanas em algumas cidades e vilas, não foi o objetivo original deste projeto. Portanto, é importante esclarecer que os trabalhos, preferencialmente, concentraram-se na zona rural dos municípios.

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    Bases cartográficas do zoneamento de vulnerabilidade ambiental à mineração de Encosta na Serra Velha, Montes Claros, Minas Gerais, com base técnicas de análise espacial

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    Bases cartográficas do zoneamento de vulnerabilidade ambiental à mineração de Encosta no Arenito Urucuia, norte de Minas Gerais, com base técnicas de análise espacial

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    Identificam-se os rios de preservação pemanente do Estado de Minas Gerais, com base nas espeificações da Lei Estadual nº 15.082, de 27/4/2004

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    Os sistemas ecohidromórficos do pontal do Rio Carinhanha, 1:500.000, baseando em suas características hídrológicas, geomorfológicas e ecológicas

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    Apresenta-se uma rede hidrográfica topologicamente consistida para a Bacia do Rio Paracatu em 1:100.000.

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    O Serviço Geológico do Brasil SGB/CPRM integra o Programa Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres do Governo Federal ( PPA 2012- 2015), tendo como atribuição mapear áreas de risco geológico, classificadas como muito alto e alto, relacionadas, principalmente, com movimentos de massa e inundações, em 821 municípios brasileiros prioritários. As informações levantadas pela CPRM são disponibilizadas para o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – CEMADEN (MCTI) para subsidiar a emissão de avisos e alertas meteorológicos, e para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD (MI), para a emissão de alertas para as Defesas Civis estaduais e municipais visando ações de prevenção e resposta frente aos desastres naturais. O município de Rio Branco foi setorizado pela equipe técnica da CPRM, ao longo de 2011, onde foram identificados 22 setores de risco muito alto e alto para processos de enchente,inundação e rastejo.

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    Estudo das informações coletadas e analisadas procurando delimitar o crescimento da área territorialmente urbanizada do perímetro que forma a Região Metropolitana de São Paulo. Para isso foram utilizadas como referência quatro períodos temporais: até 1881, 1881 à 1962, 1962 à 1997 e 1997 à 2002. As informações técnicas estão disponíveis no pdf e o arquivo vetorial com as áreas esta disponível no link WMS e ZIP (SHAPEFILE).