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2013

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    Poligonal dos Portos Públicos, contendo 34 Portos publicos e informações de contratos). Desenvolvidas nos Planos de Desenvolvimento e Zoneamento - PDZ dos Portos Organizados, aprovados a partir da vigência da Lei 12.815/2013.

  • Representação dos diagnósticos e indicadores dos serviços de água, esgotos e resíduos sólidos dos municípios da região, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS.

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    Bases cartográficas de cobertura vegetal e uso do solo da bacia hidrográfica de Entre-Ribeiros em 2008, com base em levantamento de campo e sensoriamento remoto

  • Mapeamento das adutoras da Região Hidrográfica Rio Dois Rios.

  • Este dado contempla o mapeamento da infraestrutura hídrica para os municípios.

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Contém as sub-divisões hidrográficas apresentadas na atualização do plano estratégico de recursos hídricos das bacias hidrográficas dos rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim em diversos níveis. Limite do CBH do Rio Guandu, conforme Resolução CERHI-RJ nº 107/2013. Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Bases cartográficas de cobertura vegetal e uso do solo da bacia hidrográfica de Entre-Ribeiros em 1975, com base em levantamento de campo e sensoriamento remoto

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    Documento cartográfico complementar ao Objeto 0602 do Programa de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, incluído no Plano Plurianual 2012-2015 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Sua elaboração considera, entre outras referências, as diretrizes contidas no manual para zoneamento de suscetibilidade, perigo e risco a deslizamento, publicado em 2008 pelo Comitê Técnico de Deslizamentos e Taludes Construídos das associações técnico-científicas internacionais de geologia de engenharia e engenharia geotécnica (ISSMGE, IAEG e ISRM - JTC-1) e traduzido em 2013 pela ABGE e ABMS. A carta tem caráter informativo e é elaborada para uso exclusivo em atividades de planejamento e gestão do território, apontando-se áreas quanto ao desenvolvimento de processos do meio físico que podem ocasionar desastres naturais. As informações geradas para a elaboração da carta estão em conformidade com a escala 1:25.000, podendo eventualmente ser apresentada em escalas menores. A utilização da carta pressupõe a consulta prévia ao documento técnico que a acompanha, denominado "Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações, 1:25.000 - Nota Técnica Explicativa". O zoneamento apresentado é de nível básico e está fundamentado em fatores naturais predisponentes espacializáveis, obtidos por meio de compilação e tratamento de dados secundários disponíveis e validação em campo. As zonas apontadas na carta indicam áreas de predominância quanto ao processo analisado. Não indica a trajetória e o raio de alcance dos materiais mobilizáveis e tampouco a interação entre os processos. A classificação relativa (alta, média, baixa) aponta áreas onde a propensão ao processo é maior ou menor em comparação a outras. Dentro das zonas pode haver áreas com classes distintas, mas sua identificação não é possível devido à escala da carta. Nos terrenos, a transição entre as classes tende a se apresentar de modo mais gradual. Suscetibilidade baixa não significa que os processos não poderão ser gerados em seu domínio, pois atividades humanas podem modificar sua dinâmica. A presença de feições associadas a processos pode alterar localmente a classe indicada. O zoneamento não pode ser utilizado para avaliar a estabilidade dos terrenos, bem como não se destina a emprego em escala que não seja a de origem, sendo que tais usos inapropriados podem resultar em conclusões incorretas. Estudos mais detalhados em nível local são necessários, particularmente em áreas de suscetibilidade alta e média, podendo produzir limites distintos ante os apontados na carta. Nas áreas urbanizadas/edificadas, ressalva-se o fato de que as classes indicadas podem estar alteradas, para mais ou para menos, a depender do grau de influência da ocupação existente. A incidência de suscetibilidade alta em áreas urbanizadas pressupõe condições com potencial de risco maior e requer estudos específicos. Objetivo: Cartografar áreas suscetíveis a movimentos gravitacionais de massa e inundação, classificadas como alto, médio e baixo, relacionadas, principalmente, com movimentos de massa e inundações, em municípios brasileiros priorizados pelo Governo Federal. Procedimentos metodológicos: 1- Preparação da Base cartográfica; 2- Fotointerpretação do relevo, cicatrizes de deslizamento, ravinas, lineamentos estruturais e demais feições do modelado em Ortofotos ou Imagem RapidEye e Subprodutos derivados do Modelo Digital de Elevação; 3- Modelagem matemática dos dados hidrológicos e da suscetibilidade a movimento gravitacionais de massa e inundação; 4 - Validação de campo; 5- Consolidação dos dados e elaboração do SIG/Carta.

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    O Serviço Geológico do Brasil SGB/CPRM integra o Programa Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres do Governo Federal ( PPA 2012- 2015), tendo como atribuição mapear áreas de risco geológico, classificadas como muito alto e alto, relacionadas, principalmente, com movimentos de massa e inundações, em 821 municípios brasileiros prioritários. As informações levantadas pela CPRM são disponibilizadas para o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – CEMADEN (MCTI) para subsidiar a emissão de avisos e alertas meteorológicos, e para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD (MI), para a emissão de alertas para as Defesas Civis estaduais e municipais visando ações de prevenção e resposta frente aos desastres naturais. O município de Itacoatiara foi setorizado pela equipe técnica da CPRM, ao longo de 2013, onde foram identificados 3 setores de risco muito alto e alto para processos de enchente,inundação, deslizamento, tombamento e solapamento.

  • Espacialização das estações que apontam os índices de violação da água.