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    Cartograma representando o número de próteses dentárias que foram realizadas no ano de 2012 nos municípios Interpretação: distribuição do número de próteses dentárias realizadas em 2012 Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: número absoluto

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    Descrição: O mapa mostra os municípios onde não há recomendação da vacinação contra febre amarela Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Número de municípios sem recomendação de vacina

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    O programa Brasil Sorridente está inserido na Estratégia Saúde da Família (Esf) e tem como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros. O tratamento é oferecido pelos Centros de Especialidades Odontológicas. Além da implantação de CEOs, há também a implantação de Laboratórios de Prótese Dentária – LPD – que são unidades próprias do município ou unidades terceirizadas credenciadas para confecção de próteses totais, próteses parciais removíveis e próteses. Interpretação: Refere-se aos municípios que implantaram laboratórios de próteses dentárias em 2010 Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal Método de Cálculo: Número absoluto

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    Na rede credenciada é possível ter acesso aos medicamentos para as doenças mais comuns entre os cidadãos. O Programa possui uma rede própria de Farmácias Populares e a parceria com farmácias e drogarias da rede privada, chamada de "Aqui tem Farmácia Popular". Cartograma representando os estabelecimentos do Aqui Tem Farmácia Popular. Interpretação: refere-se à localização dos estabelecimentos do Aqui Tem Farmácia Popular. Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo: número absoluto

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    Pessoas com necessidade de reabilitação motora, idosos, pacientes crônicos sem agravamento ou em situação pós-cirúrgica, por exemplo, terão assistência multiprofissional gratuita em seus lares, com cuidados mais próximos da família. O atendimento será feito por equipes multidisciplinares, formadas prioritariamente por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeuta. Outros profissionais (fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo, psicólogo e farmacêutico) poderão compor as equipes de apoio. Cada equipe poderá atender, em média, 60 pacientes, simultaneamente. Interpretação: Refere-se ao número de municípios que são atendidos pelo Programa Melhor em Casa Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo: Número absoluto

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    Limites municipais contendo as colunas de atributos que são utilizadas como filtros nos painéis produzidos pela SAGE. Esses dados podem ser utilizados para obter a lista de municípios conforme o tipo de região. Ver documento: http://sage.saude.gov.br/pagina/parametrosfiltro.html

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    Descrição: O mapa apresenta Coeficiente de detecção anual de casos novos de hanseníase na população negra, por 100.000 habitantes Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Numerador: Número de casos novos de hanseníase com recorte raça/cor, residentes em determinado local, diagnosticados no ano da avaliação Denominador: Total da população negra, residentes no mesmo local e período Fator de multiplicação: 100.000

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    As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo desses postos é atender até 80% dos problemas de saúde da população, sem que haja a necessidade de encaminhamento para hospitais. Nas UBSs, os usuários do SUS podem realizar consultas médicas, curativos, tratamento odontológico, tomar vacinas e coletar exames laboratoriais. Além disso, há fornecimento de medicação básica e também encaminhamentos para especialidades. Os principais serviços oferecidos pelas UBS são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. Interpretação: Unidades básicas de saúde cujos projetos enviados pelos municípios foram aprovados pelo MS. Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo: Número absoluto de UBS em funcionamento

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    Cartograma representando o Percentual de óbitos das internações com uso de UTI pagas pelo SUS, de menores de 15 anos de idade residentes em determinado município, no período considerado. Interpretação: Mede o risco de morrer nas internações SUS com uso de UTI de menores de 15 anos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de óbitos ocorridos nas internações de menores de 15 anos de residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de óbitos ocorridos nas internações SUS com uso de UTI de menores de 15 anos, residentes de um município, em um período) ÷ (nº de óbitos esperados nas internações com uso de UTI de residentes menores de 15 anos do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios deste indicador, calculado diretamente para as mesmas faixas etárias femininas e masculinas, de residentes nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) + [(RIE média de todos os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de óbitos esperados nas internações com uso de UTI de residentes menores de 15 anos do município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de óbitos nas internações de menores de 15 anos, residentes nos Municípios de Referência, em um período, dividido pelo número total de internações com uso de UTI de menores de 15 anos, residentes desses Municípios de Referência., no mesmo período).

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    Cartograma representando a Relação entre o número de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de média complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas de residentes de um município, pagas pelo SUS, em um período e a população residente no mesmo município, no último ano do período considerado. Interpretação: Mede a relação entre a quantidade de internações hospitalares de média complexidade, não obstétricas e não psiquiátricas realizadas para residentes e pagas pelo SUS, em um período e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados  (RIE) de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade de residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade para residentes do município, em um período) ÷ (nº de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade esperadas para todos os residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas , exclusivamente SUS, , nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) +[ (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade esperadas para residentes no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade de residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população residente , exclusivamente SUS, desses Municípios de Referência.