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2009

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    Número de postos de trabalhos médicos por mil habitantes. Número por mil habitantes. Nota: estimativas para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi, controlada pela projeção Brasil - Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas). O indicador expressa a disponibilidade na área de saúde de recursos humanos (empregos médicos) e equipamentos físicos (estabelecimentos de saúde e leitos hospitalares), para a população residente. Fonte: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.

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    Número de estabelecimentos de saúde por mil habitantes. Número por mil habitantes. Nota: estimativas para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi, controlada pela projeção Brasil - Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas). O indicador expressa a disponibilidade na área de saúde de recursos humanos (empregos médicos) e equipamentos físicos (estabelecimentos de saúde e leitos hospitalares), para a população residente. Fonte: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.

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    Número de leitos de internação por mil habitantes. Número por mil habitantes. Nota: estimativas para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi, controlada pela projeção Brasil - Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas). O indicador expressa a disponibilidade na área de saúde de recursos humanos (empregos médicos) e equipamentos físicos (estabelecimentos de saúde e leitos hospitalares), para a população residente. Fonte: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.

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    Informações sobre os equipamentos culturais e meios de comunicação existentes no município. Dados de Censo. Na MUNIC, o informante principal é a prefeitura, através dos diversos setores que a compõe; as instituições ligadas a outros poderes públicos locais ou instaladas localmente constituem-se em unidades secundárias de informação. Assim, as informações coletadas em cada município são resultado de entrevistas aos gestores, posicionados nos diversos setores e/ou instituições investigados, que detêm informações sobre os órgãos públicos e demais equipamentos municipais. Un. Estatística existência de equipamentos culturais. Nível Municipal Pesquisa de Informações Básicas Municipais - Dados básicos - Cultura - Equipamentos culturais e meio de comunicação A existência desses equipamentos e a presença dos meios de comunicação propiciam a veiculação de conteúdos culturais. A investigação das características dos domicílios e das pessoas neles residentes teve como data de referência o dia 30 de novembro de 2009. Fonte: IBGE. Pesquisa de Informações Básicas Municipais(MUNIC) 2009, IBGE. Malha Municipal, 2007

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    Informações sobre os equipamentos culturais e meios de comunicação existentes no município. Dados de Censo. Na MUNIC, o informante principal é a prefeitura, através dos diversos setores que a compõe; as instituições ligadas a outros poderes públicos locais ou instaladas localmente constituem-se em unidades secundárias de informação. Assim, as informações coletadas em cada município são resultado de entrevistas aos gestores, posicionados nos diversos setores e/ou instituições investigados, que detêm informações sobre os órgãos públicos e demais equipamentos municipais. Un. Estatística existência de equipamentos culturais. Nível Municipal Pesquisa de Informações Básicas Municipais - Dados básicos - Cultura - Equipamentos culturais e meio de comunicação A existência desses equipamentos e a presença dos meios de comunicação propiciam a veiculação de conteúdos culturais. Shoppings centes: reúne livrarias, teatros, cinemas e pequenos eventos como shows em praças de alimentação. A investigação das características dos teve como data de referência o dia 30 de novembro de 2009. Fonte: IBGE. Pesquisa de Informações Básicas Municipais(MUNIC) 2009, IBGE. Malha Municipal, 2007

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    Cartograma representando o percentual da capacidade líquida de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados, para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação à soma destas mesmas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, no ano considerado. (Capacidade líquida = quantidade de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, realizada em um município para não residentes e pagos pelo SUS, descontada a quantidade destes mesmos procedimentos realizada para seus residentes em outros municípios.) Interpretação: Mede a capacidade líquida do município de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, pagos pelo SUS, para não residentes, em relação à soma destas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do porte destes. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados pelo município, menos número de procedimentos de alta complexidade destinados aos seus residentes realizados no próprio município e em outros municípios, dividido pela soma dos totais de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, realizados por todos os municípios brasileiros, descontados os procedimentos destinados aos residentes de cada município realizados nos próprios municípios e em outros municípios de referência. Obs.: Se numerador < 0 resultado = 0.

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    Cartograma representando a Relação entre o número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, realizados e pagos pelo SUS, para residentes de um município, em um período e a população residente no mesmo município, no último ano do período considerado. Interpretação: Mede a relação entre a quantidade de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, realizados e pagos pelo SUS em determinado período para residentes em um município e a população residente no mesmo município, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para residentes do município, em um período) ÷ (nº de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade esperados para todos os residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, deste indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas , exclusivamente SUS, , nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) +[ (RIE média  do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade esperados para residentes no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população residente, exclusivamente SUS, desses Municípios de Referência.

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    Mapa da hidrografia da região norte do Brasil. Escala: 3.000.000. Formato do papel: A0. Tipo do arquivo: JPG. Criado em 26/07/2009.

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    Cartograma representando o Percentual da capacidade líquida de realizar procedimentos ambulatoriais individualizados e selecionados de média complexidade , para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação à soma das mesmas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, no ano considerado. (Capacidade líquida= quantidade de procedimentos ambulatoriais de média complexidade, realizada em um município para não residentes e pagos pelo SUS, descontada a quantidade destes mesmos procedimentos realizada para seus residentes em outros municípios.) Interpretação: Mede a capacidade líquida do município de realizar procedimentos ambulatoriais de média complexidade, pagos pelo SUS, para não residentes, em relação à soma destas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do porte destes. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados no município, menos o número de procedimentos de média complexidade destinados aos seus residentes realizados no próprio município e em outros municípios, dividido pela soma dos totais de procedimentos ambulatoriais de média complexidade, realizados por todos os municípios brasileiros, descontados os procedimentos destinados aos residentes de cada município realizados nos próprios municípios e em outros municípios de referência. Obs.: Se numerador < 0 resultado = 0.

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    Cartograma representando a Relação entre o número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, realizados e pagos pelo SUS, para residentes de um município, em um período e a população residente no mesmo município, no último ano do período considerado. Interpretação: Mede a relação entre a quantidade de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, realizados e pagos pelo SUS em determinado período para residentes em um município e a população residente no mesmo município, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade para residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para residentes do município, em um período) ÷ (nº de procedimentos ambulatoriais de média complexidade esperados para todos os residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, deste indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, exclusivamente SUS, dos Municípios de Referência, no período considerado. Razão entre Informados e Esperados (RIE) do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste x fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE média do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) x (1 – fator de ajuste Bayes específico do município). Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de procedimentos ambulatoriais de média complexidade esperados para residentes no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados para residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população residente, exclusivamente SUS, desses Municípios de Referência.