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Alagoas

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    Base vetorial representando o trimestre mais chuvoso, fornecido por município, em um período de 29 anos para o estado de Alagoas. Shapefile preparado pela Embrapa Algodão no QGis, usando delimitações territoriais de mapas disponíveis no IBGE, 2016. A interpolação de dados foi realizada usando a metodologia descrita por Oliver&Webster, 2014, sendo preparados os mapas da krigagem ordinária para estimativa de valores nos municípios que não apresentaram dados meteorológicos registrados. As validações foram realizadas com informações de diversas fontes incluindo INMET, CPRM, IBGE, INPE, Embrapa Algodão, bem como artigos científicos, dados de secretarias de estado e/ou município, e também notícias das época trabalhadas. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografía e Estatística), INMET (Instituto Nacional de Meteorologia); INPE(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e INSA (Instituto Nacional do Semiárido), CPRM (Serviço Geológico do Brasil). Links úteis: Oliver&Webster, 2014: https://doi.org/10.1016/j.catena.2013.09.006, IBGE: https://mapas.ibge.gov.br/tematicos; INPE: http://bancodedados.cptec.inpe.br; INSA: http://sigsab.insa.gov.br/acervoDigital Escala: 1:1.100.000. Adaptado de: IBGE (2016); CPRM (2016); INPE (2017); Embrapa Algodão(2012).

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    Independente de qualquer outra aplicação secundária, este conjunto de dados destina-se ao USO como dado fundamental de referências. Fornece o conjunto de dados das categorias previstas na EDGV. Limitado ao enquadramento previsto no índice de nomenclatura.

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    Embora esse trabalho não tenha o objetivo de aprofundar discussões sobre a socieconomia do Estado, foram agregados ao documento trinta e seis parâmetros relacionados à estrutura demográfica, produtiva, econômica e social, muito úteis em análises e discussões da socioeconomia do Estado. As informações, disponibilizadas na base de dados do documento, somente poderão ser acessadas por meio do módulo de pesquisa do visualizador do zoneamento.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    A Malha Municipal retrata a situação vigente da Divisão Político Administrativa (DPA), através da representação vetorial das linhas definidoras das divisas estaduais e limites municipais, utilizada na coleta dos Censos Demográficos e demais pesquisas do IBGE. A cada versão do produto, incorporam-se as alterações territoriais provenientes de: nova legislação, decisões judiciais (liminares e mandados) e alterações cartográficas (relatórios técnicos dos órgãos estaduais responsáveis pela divisão político administrativa que atualizam os memoriais descritivos legais a luz das novas geotecnologias). Os produtos descritos aqui apresentam as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões, Áreas de Regiões Geográficas Imediatas, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão político-administrativa estadual de Alagoas, de acordo com a estrutura político-administrativa vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão de mesorregiões de Alagoas, de acordo com a estrutura vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.

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    A Malha Municipal retrata a situação vigente da Divisão Político Administrativa (DPA), através da representação vetorial das linhas definidoras das divisas estaduais e limites municipais, utilizada na coleta dos Censos Demográficos e demais pesquisas do IBGE. A cada versão do produto, incorporam-se as alterações territoriais provenientes de: nova legislação, decisões judiciais (liminares e mandados) e alterações cartográficas (relatórios técnicos dos órgãos estaduais responsáveis pela divisão político administrativa que atualizam os memoriais descritivos legais a luz das novas geotecnologias). Os produtos descritos aqui apresentam as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões, Áreas de Regiões Geográficas Imediatas, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão de microrregiões de Alagoas, de acordo com a estrutura vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.