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    Mapeamento das nanobacias que, em média, mais contribuempara açudes e captações de distritos e sedes municipais. Critério representativo do uso da água da análise multicritério para hierarquização das nanobacias prioritárias para o Projeto Conexão Mata Atlântica. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Foram calculadas diversas métricas a partir dos fragmentos florestais extraídos do mapeamento do uso do solo e cobertura vegetal 1:10.000. A classe floresta, extraída de uma versão anterior do mapeamento de uso e cobertura, foi dissolvida, as pequenas áreas foram eliminadas e posteriormente tiveram o limite simplificado (para evitar superestimar as bordas). Em seguida essa informação foi inserida no Software Fragstats (McGarigal & Ene, 2013) e foram calculadas as seguintes métricas de fragmentos: Área do fragmento (AREA);Perímetro do fragmento (PERIM);Relação perímetro-área (PARA); Índice de forma (SHAPE); Índice de dimensão fractal (FRAC); Área core (CORE); Número de áreas core (NCORE); Distância euclidiana ao vizinho mais próximo (ENN); Índice de proximidade (PROX)Foi calculado também o desvio padrão (CSD), o percentil (CPS), o desvio padrão em relação a paisagem (LSD) e percentil em relação à paisagem (LPS) para algumas métricas. Foram calculadas também as seguintes métricas da paisagem:Área total (CA/TA);Índice do maior fragmento (LPI); Borda total (TE);Densidade de borda (ED); Média (MN), média ponderada pela área (AM), mediana (MD), range (RA), desvio padrão (SD) e coeficiente de variação (CV) da área. Nem todas as informações foram consideradas significativas e efetivamente consideradas e utilizadas. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    A camada consiste na classificação dos valores de porcentagem da cobertura vegetal. Os valores mais altos (mais próximos de 9) correspondem às áreas onde predominam os valores intermediários de cobertura - o que favoreceria uma maior efetividade das ações do projeto. Critério de biodiversidade da análise multicritério realizada para hierarquizar as nanobacias para as ações do projeto Conexão Mata Atlântica. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Este grupo de arquivos contém os shapefiles com a classificação das Unidades Hídricas de Planejamento (UHPs) em agendas temáticas. As agendas são uma forma de análise integrada que tem por objetivo destacar os aspectos de maior relevância do diagnóstico através de uma análise relativizada no conjunto das UHPs. Dessa forma, as Agendas apresentam uma segmentação ao mesmo tempo temática e territorial, que traduz a condição específica em que se encontram diferentes regiões acerca de questões estratégicas para a gestão e o planejamento dos recursos hídricos. A Agenda Cinza descreve a situação atual das atividades de industriais e da mineração Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    A proximidade dos remanescentes florestais permite identificar áreas mais favoráveis para restauração florestal por regeneração natural. Esta é a premissa contida no Indicador de Potencialidade para Regeneração Natural em relação às áreas de entorno de fragmentos florestais, elaborado a partir do mapa de Uso do Solo e Cobertura Vegetal (INEA, 2013, escala 1:100.000). Sua classificação buscou identificar áreas contíguas aos remanescentes florestais passíveis de restauração florestal a partir de condução por regeneração natural. A partir dessa seleção, foram mapeadas faixas de distâncias aos fragmentos de 50, 100 e 300 metros e nas áreas do entorno (buffers de distâncias) dos fragmentos florestais definidas como as áreas prioritárias para restauração florestal, adotou-se seguinte lógica: quanto menor a distância para o fragmento maior é sua prioridade, pois também é maior sua capacidade de regeneração natural, excluindo-se, ainda, os limitadores a esse processo, como as áreas urbanas, vias, ferrovias e massas d’água. A divisão de classes foi feita por Quantis, onde essas podem ser: 0,0 - 0,4 = Acima de 300m: Irrelevante; 0,4 - 0,6 = Entre 100 e 300m: Baixa - Muito Baixa; 0,6 - 0,8 = Entre 50 e 100m: Alta - Média; 0,8 - 1 = Entre 0 e 50m: Muito Alta.

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    Este mapeamento está inserido no projeto das cartas de suscetibilidade previsto no Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais (PNGRRDN), lançado em agosto de 2012 (BRASIL, 2013). O objeto do PNGRRDN compreende o conjunto de municípios incluídos no cadastro nacional estabelecido pela PNPDEC, inicialmente com 821 municípios. As ações correspondentes foram contempladas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e no Plano Plurianual do Governo Federal (PPA 2012-2015), prevendo-se a execução das cartas de suscetibilidade em 286 municípios nos anos de 2013 e 2014. Na sequência, outros municípios incluídos no cadastro nacional também deverão ser objeto de mapeamento. A extração de feições associadas a processos erosivos visa subsidiar a validação dos zoneamentos preliminares, bem com obter o registro de suscetibilidades locais/pontuais. Essa atividade é executada por meio de interpretação visual direta em mosaicos georreferenciados de ortofotos de alta resolução, disponíveis na escala 1:25.000. As feições interpretadas são verificadas posteriormente, durante os trabalhos de campo, cujas informações permitem a revisão e complementação dos dados por meio de reinterpretação – quando necessário – e integração. A interpretação de cicatrizes de deslizamentos recentes (em relação à data da ortofoto utilizada) é realizada por meio de anotação pontual, indicativa de ocorrência dos processos e é baseada em critérios básicos, como ausência de vegetação, exposição do solo, dimensão da cicatriz e posição da encosta. Não são indicadas cicatrizes com evidências de influência antrópica, como em taludes de rodovias e em edificações, dado que tendem a modificar a suscetibilidade natural dos terrenos. Geoserviços disponibilizados no portal do CPRM: http://geosgb.cprm.gov.br/

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    O Indicador de Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica parte do pressuposto de que a dinâmica espaço-temporal das chuvas ao longo das bacias hidrográficas e do nível de exposição aos extremos climáticos de seca fornecem subsídio para a identificação de áreas com estado de disponibilidade hídrica capaz de suportar o processo de restauração florestal, e com vocação para a ampliação e regularização da oferta hídrica; indicando as áreas prioritárias com maior precipitação anual e menor incidência de períodos de estiagem. O cálculo do Indicador teve a seguinte Álgebra de Mapas: Indicador de Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica = Precipitação Total Anual Média (peso 0,7) + Médias Anuais de Dias Consecutivos de Seca (peso 0,3) Onde os dados são: Precipitação Total Anual Média - PERHI/INEA, 2014 e Médias Anuais de Dias Consecutivos de Seca - FOLLADOR et.al, 2017 A divisão de classes foi feita por Quantis, onde a Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica pode ser: 0,3 - 0,4 = Baixa; 0,4 - 0,6 = Média; 0,6 - 0,8 = Alta; 0,8 - 0,9 = Muito Alta.

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Este grupo de arquivos contém os shapefiles com a classificação das Unidades Hídricas de Planejamento (UHPs) em agendas temáticas. As agendas são uma forma de análise integrada que tem por objetivo destacar os aspectos de maior relevância do diagnóstico através de uma análise relativizada no conjunto das UHPs. Dessa forma, as Agendas apresentam uma segmentação ao mesmo tempo temática e territorial, que traduz a condição específica em que se encontram diferentes regiões acerca de questões estratégicas para a gestão e o planejamento dos recursos hídricos. A Agenda Azul descreve a situação atual dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos em cada UHP Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Com o levantamento de informações pelo Estado, foram obtidos os dados necessários para a composição do Índice deDesenvolvimento da Gestão Ambiental dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro. A composição do índice levou em conta as seguintes variáveis: existência de órgão executor da política ambiental; existência de Conselho Municipal de Meio Ambiente; existência de Fundo Municipal de Meio Ambiente. Os municípios receberam notas de 0 a 3 e a avaliação indica que, de modo geral, eles possuem bom grau de institucionalização ambiental. As variáveis selecionadas foram gradualmente impostas aosmunicípios como condicionantes para o repasse de recursos.

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    Promover a conservação de áreas de relevância ecológica e paisagística e a recuperação de áreas importantes à manutenção de recursos naturais fundamentais à vida.