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    Distribuição dos 10 maiores Produtos Internos Bruto, segundo 3 faixas populacionais das Médias Concentrações Urbanas do Brasil - 2010. Os arranjos de “Taubaté – Pindamonhangaba/SP” e “Novo Hamburgo – São Leopoldo/RS” não foram considerados. É representado os 10 maiores PIBs (Produto Interno Bruto) segundo cada faixa populacional em que se encontram as médias concentrações urbanas. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Distribuição dos 10 maiores Produtos Internos Bruto, segundo 3 faixas populacionais das Médias Concentrações Urbanas do Brasil - 2010. Os arranjos de “Taubaté – Pindamonhangaba/SP” e “Novo Hamburgo – São Leopoldo/RS” não foram considerados. É representado os 10 maiores PIBs (Produto Interno Bruto) segundo cada faixa populacional em que se encontram as médias concentrações urbanas. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE, Censo Demográfico 2010; PIB dos municípios 2010.

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    Intensidade relativa e absoluta dos deslocamentos para trabalho e estudo nas Concentrações Urbanas acima de 2,5 milhões de habitantes. "Soma dos deslocamentos para trabalho e estudo entre dois municípios E Soma dos deslocamentos para trabalho e estudo entre dois municípios dividido pelo total de pessoas que trabalham e estudam no município A ou no município B" A intensidade dos deslocamentos está representada por uma equivalência dos valores relativos e absolutos Deslocamento, neste caso, refere-se ao movimento total de pessoas para trabalho e estudo entre dois municípios em questão. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Distribuição das Médias Concentrações Urbanas consideradas. Distribuição das 158 médias concentrações urbanas consideradas no Brasil. Para “Presidente Prudente/SP” considerou-se a Primeira Integração do arranjo. Os arranjos de “Taubaté – Pindamonhangaba/SP” e “Novo Hamburgo – São Leopoldo/RS” não foram considerados. A distribuição das Médias Concentrações Urbanas mostra a posição geográfica onde encontram-se as mesmas em território brasileiro. Entende-se Média Concentração Urbana aqueles municípios isolados ou arranjos populacionais na faixa populacional entre 100 mil e 750 mil habitantes. Para maiores detalhes acessar a publicação "Arranjos Populacionais" do IBGE. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Arranjos Populacionais e Concentrações Urbanas no Amazonas. "1. os municípios classificados como ""integração média-baixa com o arranjo populacional"" foram identificados com o objetivo de complementar o entendimento do contexto urbano das cidades-núcleo. 2. consideram-se concentrações urbanas os arranjos populacionais e os municípios isolados com mais de 100.000 habitantes. Os municípios isolados são aqueles que não fazem parte de arranjos populacionais." Para maiores esclarecimento sobre "Arranjos Populacionais" e "Concentrações Urbanas" acessar a publicação "Arranjos Populacionais do IBGE". IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Sedes dos municípios que participam de arranjos populacionais. Para maiores esclarecimento sobre "Arranjos Populacionais" acessar a publicação "Arranjos Populacionais do IBGE". IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE, Censo Demográfico 2010

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    Arranjos Populacionais e Concentrações Urbanas em Pernambuco. 1. os municípios classificados como ""integração média-baixa com o arranjo populacional"" foram identificados com o objetivo de complementar o entendimento do contexto urbano das cidades-núcleo. 2. consideram-se concentrações urbana os arranjos populacionais e os municípios isolados com mais de 100.000 habitantes. Os municípios isolados são aqueles que não fazem parte de arranjos populacionais. Para maiores esclarecimento sobre "Arranjos Populacionais" e "Concentrações Urbanas" acessar a publicação "Arranjos Populacionais do IBGE. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Arranjos Populacionais e Concentrações Urbanas no Pará. 1. Os municípios classificados como "integração média-baixa com o arranjo populacional" foram identificados com o objetivo de complementar o entendimento do contexto urbano das cidades-núcleo. 2. Consideram-se concentrações urbanas os arranjos populacionais e os municípios isolados com mais de 100.000 habitantes. Os municípios isolados são aqueles que não fazem parte de arranjos populacionais. Para maiores esclarecimento sobre "Arranjos Populacionais" e "Concentrações Urbanas" acessar a publicação "Arranjos Populacionais do IBGE" IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Posição de Anápolis no cenário a ser acompanhados no relacionamento entre arranjos populacionais de "Goiânia/GO" e "Brasília/DF". São representados os fluxos de deslocamentos de pessoas para trabalho e estudo entre municípios de Anápolis e o arranjos populacionais de "Goiânia/GO" e "Brasília/DF", de modo a revelar um cenário de que deve ser acompanhado. Para maiores detalhes sobre o conceito acessar a publicação "Arranjos Populacionais" do IBGE. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE, Censo Demográfico 2010.

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    Intensidade dos deslocamentos para trabalho e estudo na Concentração Urbana de São Paulo/SP. A intensidade dos deslocamentos está representada pelo maior valor (relativo, absoluto ou ambos, quando for o caso). Deslocamento, neste caso, refere-se ao movimento total de pessoas para trabalho e estudo entre dois municípios em questão. IBGE/DGC/Coordenação de Geografia; IBGE/DGC/Coordenação de Cartografia; IBGE/DGC/Coordenação de Estrut. Territoriais IBGE, Censo Demográfico 2010