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    O mapeamento foi financiado pela Food and Agriculture Organization (FAO) no âmbito do projeto BIG - Baía de Ilha Grande - e consistuiu no mapeamento das classes de Vegetação na escala 1:25.000 baseado nas imagens RapidEye ano 2012 através da metodologia utilizando classificação direcionada ao objeto. Classes Geradas: I- Afloramento Rochoso: Exposição de uma rocha na superfície terrestre. II- Áreas Antrópicas: áreas de servidão de propriedade não urbanas com uso não definido: campos de futebol, sítios, lugares de recreação etc. III - Cordões Arenosos: Faixas de área próximas as praias. IV - Corpos d'água: classes de água interiores e costeiras. V - Formação Pioneira: Como definido no Manual de vegetação do IBGE, Mangues e Áreas Úmidas foram comtempladas neste classe. VI - Pastagem: área coberta por vegetação de gramíneas e/ou leguminosas. VII- As classes de vegetação mapeadas (Secundário Inicial e Média/Atla) correspondem a descrição de estágio sucessional presente na Lei da Mata Atlântica.

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    Delimitação das áreas de preservação permanente de nascente do ERJ, de acordo com a Lei 12.651/2012. As APPs foram delimitadas a partir do trecho de drenagem da Base Cartográfica 1:25.000 IBGE/SEA. Finalizado em julho de 2016.

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    O mapeamento foi elaborado Laboratório ESPAÇO de Sensoriamento Remoto e Estudos Ambientais do Instituto de Geociências (IGeo) da UFRJ, sob a direção técnica da Profª. Carla Bernadete Madureira Cruz. O Uso e Cobertura do solo foi baseado em Imagens World Viewou GeoEye, com resolução submétrica e bandas no espectro visível; Imagens RapidEye, com resolução de 5m e bandas no espectro visível e infravermelho próximo; Imagens Landsat 5 e 8, com resolução de 30m e imagens no espectro do visível e infravermelho e MDE SRTM, com resolução de 30m. Metodologia: classificação digital de imagens de sensoriamento remoto, em ambiente eCognition Developer. Especificou-se como classes antrópicas: Áreas Antrópicas Não Agrícolas (ANA);Áreas Antrópicas Agrícolas (AAG), identificadas ainda como consolidadas e não consolidadas; Silvicultura (SILV). E como classes naturais: Áreas Naturais Florestadas (ANF);Áreas Naturais Não Florestadas (NNF); Restingas; Manguezais; Corpos D’água.

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    A execução realizada em 2014. O Uso e Cobertura do solo foi baseado em imagens LANDSAT-8 sensorOLI multiespectral pancromática. Métodos aplicados: análise direcionada ao objeto (GEOBIA); detecção de mudanças bi anual. Software Ecognition Classes geradas: I. Naturais a. Comunidade Relíquia – qualquer vegetação florística e fisionômica ecologicamente diferente do contexto geral da flora dominante. b. Vegetação Secundária Inicial - vegetação resultante de processos naturais de sucessão, após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores remanescentes de vegetação primária. c. Vegetacao Médio Avançada - vegetação que alcançou estágios médio-avançados de recuperação. d. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. e. Restinga - conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. f. Áreas úmidas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. g. Cordões Arenosos – faixas de área próximas às praias. h. Dunas - montanha de areia criada a partir de processos eólicos. II. Antropo-naturais a. Agricultura - áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Pastagem - áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. III. Antrópicas a. Urbana alta densidade - áreas já consolidadas de ocupação urbana com presença maciça de telhados, áreas concretadas e asfaltadas. b. Urbana media densidade - lotes urbanos com presença de inúmeras edificações e estradas vicinais bem desenvolvidas. c. Urbana baixa densidade - loteamentos bem definidos, com pequeno número de edificações e estradas vicinais em estagio inicial de desenvolvimento. d. Salinas – áreas ativas ou desativadas de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lagos de água salgada. e. Solo exposto - áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso – exposição de rochas na superfície terrestre. b. Água - áreas permanentemente inundadas.

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    Foi efetuada classificação digital com metodologia orientada a objetos em imagens RapidEye para os anos de 2009 a 2012. Classes adotadas: I. Naturais a. Florestas - vegetação arbustivo-arbórea aberta para densa, composta por espécies lenhosas pioneiras de crescimento rápido ou vegetação arbórea, com dominância de espécies arbóreas nativas. b. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. c. Áreas alagadas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. d. Vegetação arbóreo-arbustiva - vegetação arbustivo-arbórea aberta, com presença de espécies lenhosas, comumente ocorrendo em bordas das florestas em transição para áreas antropo-naturais. II. Antropo-naturais a. Culturas diversas - Áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Pasto - Áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. III. Antrópicas a. Urbana alta densidade - áreas já consolidadas de ocupação urbana com presença maciça de telhados, áreas concretadas e asfaltadas. b. Urbana media densidade - Lotes urbanos com presença de inúmeras edificações e estradas vicinais bem desenvolvidas. c. Urbana baixa densidade - Loteamentos bem definidos, com pequeno número de edificações e estradas vicinais em estagio inicial de desenvolvimento. d. Áreas antrópicas indiscriminadas - Sítios (pequenas edificações cercados por área de gramíneas) e áreas de mineração. e. Solo exposto - Áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso - áreas com rochas expostas. b. Corpos d’água - áreas permanentemente inundadas.

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    O mapa das áreas prioritárias para restauração ocorreu a partir da revisão do mapeamento do uso do solo e cobertura florestal do Estado do Rio de Janeiro para o ano de 2015, que revisou a classe afloramento. Para esta análise, foram consideradas as feições erosivas e paredões rochosos, identificados nas Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações - Rio de Janeiro, escala 1:100.000 (CPRM, 2015). As classes temáticas identificadas no mapeamento da CPRM foram unidas ao Mapa de Uso do Solo e Cobertura Florestal elaborado pelo INEA, escala 1:100.000, para o ano de 2015. As feições identificadas pela CPRM indicando afloramento rochoso, muitas vezes, encontravam-se cobertas por vegetação rasteira, demanandando edição manual e visual utilizando imagens do satélite LANDSAT 8 para o ano de 2015.A partir deste processamento, realizado no software ARCGIS 10.4, o mapa de uso do solo foi reclassificado, demandando assim nova análise do mapa de áreas prioritárias para restauração. Foi realizada a sobreposição entre os dois mapas, e a partir da retirada da classe afloramento rochoso, foram excluídas ou inseridas no mapa resultante as novas áreas para restauração florestal. Dicionário de Atributos: CLASSE_ - Nível de prioridade para Restauração Florestal AREA_HA - Dimensão das Áreas Prioritárias para Restauração Florestal em hectares

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    Esta atividade depende da adoção de produtos de sensoriamento remoto, aéreos ou orbitais, de alta, média ou baixa resolução, dependendo da escala adotada para o mapeamento, o uso de técnicas classificatórias, a efetuação de levantamentos de campo, definição da temporalidade de aquisição e detecção das alterações e conversões das classes de mapeamento durante o período monitorado. Executado em 2017, a detecção de mudanças foi realizada através da comparação das diferenças de respostas espectrais das imagens de 2007 e 2013, adotando o método declassificação orientada a objetos realizado a partir de imagens (GEOBIA). A verificação de alteração entre as classes de mapeamentos é realizada pela ferramenta change detection e checagem de campo. Utilização do Software Ecognition.

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    Esta camada contempla as Centrais Geradoras Hidrelétricas presentes no cadastro da ANEEL no território do Rio de Janeiro.

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    Delimitação das áreas de preservação permanente de topo de morro do ERJ, de acordo com a Lei 12.651/2012 e a Resolução Inea n° 93. São consideradas áreas de preservação permanente de topo de morro as áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a 2/3 (dois terços) da altura mínima da elevação em relação à base, de morros, montes, montanhas e serras com altura mínima de 100 (cem) metros e inclinação média maior que 25°. As APPs foram delimitadas a partir de modelo digital de elevação (MDE), feito com os dados da Base Cartográfica 1:25.000 IBGE/SEA (hipsometria e pontos cotados). As APPs dos morros que não estão completamente inseridos no ERJ foram delimitados a partir de MDE produzido com dados da Base Cartográfica 1:50.000 IBGE/DSG. Dado publicado em 2017.

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    As condições de balneabilidade das praias do Estado do Rio de Janeiro são divulgadas regularmente no portal do INEA e no aplicativo Partiu Praia, por meio dos Boletins de Balneabilidade das Praias, também encaminhados a imprensa e outras mídias de grande circulação. Esses boletins informam as condições vigentes das praias para efeito de balneabilidade, orientando a população no uso diário das mesmas. Os níveis de balneabilidade das praias são determinados a partir da comparação do nível de contaminação das águas por Coliformes Termotolerantes e Enterococos, segundo os padrões previstos na legislação vigente, a Resolução CONAMA nº 274/2000, que define as diretrizes para avaliação da qualidade das águas destinadas à recreação de contato primário, através da classificação nas categorias própria e imprópria. Os critérios utilizados pela resolução estão baseados em indicadores microbiológicos de contaminação fecal das águas que indicam, principalmente, a contaminação por esgotos. Anualmente, os níveis de balneabilidade são consolidados através do Percentual de Boletins Próprios (PBP) que é a razão entre a quantidade de boletins classificados como próprios pelo total de boletins emitidos, para uma mesma praia.