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Informação geocientífica

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    O mapeamento geológico, que representa a composição estrutural do território, é capaz de revelar, ao olhar especializado, os aspectos sobre a formação do território, os materiais que o compõem, os fenônmenos naturais ocorridos e futuros. As estruturas geológicas aprensentadas são oriundas do mapeamento geológico do Estado do Rio de Janeiro, realizado pelo Departamento de Recursos Minerais (DRM).Estruturas:DIQUES: Corpo magmático intrusivo discordante com as estruturas das rochas encaixantes.EMPURRÃO: A falha de empurrão é uma descontinuidade da crosta terrestre originada por esforços compressivos, normalmente envolvendo feições de baixo ângulo.FALHAS: São fraturas ou cisalhamentos em blocos de rochas que se deslocaram um em relação ao outro, ao longo de planos.Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Glossário Geológico(1999).

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    O mapeamento geológico têm por objetivo fornecer, dentro do limite da escala, uma visão completa possível da geologia da área. Os mapeamentos realizados em escalas mais detalhadas são utilizados para aplicação direta em pesquisa mineral, geologia, de engenharia ou engenharia ambiental.A litologia refere-se ao tipo de rocha com base em diversas características, como: cor, textura, estrutura, composição mineralógica ou granulometria. O caráter litológico de uma determinada rocha depende do ambiente sedimentar ao qual ela está presente. O mapa geológico, que representa a composição estrutural do território, é capaz de revelar, ao olhar especializado, aspectos sobre a origem do território, os materiais que o compõem, os fenômenos naturais ocorridos e futuros. A geologia-geotécnica adotada no monitoramento ambiental objetiva medir a interação dos processos físicos naturais e a intervenção do homem, de modo adequado, no espaço urbano e rural, mapeando os riscos geológicos subjacentes. Pretende ainda contribuir com a gestão do meio ambiente de modo a estabelecer critérios para solucionar problemas atuais de ocupação humana, evitar futuros danos ao meio ambiente, além de poder otimizar a utilização dos materiais geológicos como insumo e energia, visando a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manual Técnico de Geologia (1998); http://www.dct.uminho.pt/pnpg/gloss/glossa.html.

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    O Mapeamento Geomorfológico representa importante subsídio para o planejamento econômico e ecológico do Estado. Por meio dele é possível compreender a dinâmica dos fatores geobiofísicos que sofrem interferência direta do relevo. Ademais, o entendimento do relevo permite estabelecer áreas suscetíveis à ocorrência de enchentes, de deslizamentos de terra e de erosão e assoreamento de rios, subsidiando o traçado de estradas, dutos, linhas de transmissão, o planejamento de zonas industriais, comerciais, residenciais e a instalação de grandes projetos.Esse mapeamento foi executado a partir de uma adaptação na qual se considera o conceito de bacias de drenagem como unidade-básica para cálculo do desnivelamento altimétrico. Em bacias formadoras da rede de drenagem o valor entre a cota superior e a inferior, antes de atingir a drenagem coletora, corresponde ao trabalho de dissecação do relevo efetuado pela atuação de agentes erosivos ao longo do tempo geológico. O índice de dissecação topográfica vai variar de acordo com a litologia e/ou com as diferentes histórias de movimentação geológica, refletindo, no modelado, domínios de relevo distintos e que correspondem a ambientes de dinâmicas também diferenciadas.

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    O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais. Trata-se do levantamento de informações georreferenciadas do imóvel. A Reserva Legal, de acordo Lei n° 12.651 de 25 de maio de 2012, remete à área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, delimitada nos termos do art. 12, com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural, auxiliar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade, bem como o abrigo e a proteção de fauna silvestre e da flora nativa. O percentual da propriedade que deve ser registrado como Reserva Legal vai variar de acordo com o bioma e a região em questão, sendo: 80% em propriedades rurais localizadas em área de floresta na Amazônia Legal; 35% em propriedades situadas em áreas de Cerrado na Amazônia Legal, sendo no mínimo 20% na propriedade e 15% na forma de compensação ambiental em outra área, porém na mesma microbacia; 20% na propriedade situada em área de floresta, outras formas de vegetação nativa nas demais regiões do país; e 20% na propriedade em área de campos gerais em qualquer região do país (art. 12).

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    O CAR é um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente - APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. A Área do Imóvel consiste na planta georreferenciada da propriedade, contendo a indicação das coordenadas geográficas com pelo menos um ponto de amarração do perímetro do imóvel. A área do imóvel, assim como qualquer informação do CAR, é auto declaratória. Necessita, portanto, de validação do órgão responsável. Neste dado constam as propriedades cadastradas no CAR em junho de 2020, excluindo aquelas que tiveram o cadastro cancelado pelo órgão responsável pela validação dos dados.

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    Esta nota técnica trata sobre os pontos de amostragens de solos do PronaSolos de 2020. Agradecemos aos provedores dos dados de solos utilizados.

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    O mapa de pH (acidez) do solo a 30-100 cm do Brasil e seus mapas de incerteza foram produzidos por mapeamento digital de solos a partir de dados legados de solos, covariáveis geoespaciais disponíveis gratuitamente e software livre. Eles foram produzidos como parte integrante do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos) e comporão o Mapa Global de Solos Afetados por Sais da Aliança Mundial pelo Solo. O relatório técnico anexado aos mapas apresenta a metodologia usada, estatísticas dos dados e mapas produzidos, índices de erro das predições, forma de citação dos mapas e aviso sobre o seu uso. Agradecemos aos provedores dos dados de solos, covariáveis geoespaciais e software usados. Perguntas e sugestões para melhorar a qualidade desses mapas são bem-vindas.

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    O presente mapa demonstra o uso e ocupação dos solos na escala de 1:250.000 da região de Brotas e Ribeirão Bonito. O projeto BioBrotas é uma sequencia do projeto SILVSUST aprovado em 2010 e que foi conduzido pelo período de dois anos. O principal objetivo desse novo projeto é avaliar o uso e ocupação das terras na propriedade agrícola, bem como realizar uma abordagem territorial mais ampla da paisagem do entorno da propriedade por meio do uso de ferramentas de sensoriamento remoto e de técnicas de geoprocessamento.

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    Este estudo se refere à estimativa de água disponível (AD) dos solos do território nacional, visando atender demandas do Zoneamento de Risco Climático do Brasil (ZARC). Foram reunidas informações de 1500 perfis de solos, com dados de capacidade de campo (CC) e ponto de murcha permanente (PMP) de solos representativos de todas as ordens vigentes no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS). Para cada perfil de solo foi calculada a AD expressa em mm/cm. As informações foram analisadas estatisticamente com recursos do R e organizadas em um catálogo de solos, com valores de mediana, máximo, mínimo, intervalos inter quartis e número de observações. Com base de solos do IBGE (escala 1:250.000), foram estimados os valores de AD para cada unidade de mapeamento de solo. Os valores de AD foram espacializados em ambiente SIG, considerando 7 (sete) classes de AD já definidas, conforme critérios estabelecidos pelo ZARC : (AD0): 0 ≤ AD0 < 0,34; (AD1): 0,34 ≤ AD1 < 0,48; (AD2): 0,48 ≤ AD2 < 0,67; (AD3): 0,67 ≤ AD3 < 0,94; (AD4): 0,94 ≤ AD4 < 1,32; (AD5): 1,32 ≤ AD5 < 1,84; (AD6): 1,84 ≤ AD6 < 3,00. A classe de AD0 corresponde aos tipos de terrenos com afloramentos de rocha e solos pedregosos e/ou concrecionários. Como resultados dos estudos, foi gerado um mapa com a cartografia da água disponível dos solos do Brasil.

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    Mapa da densidade de focos de calor no Estado de Rondônia - 03/10/2011 a 09/10/2011