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Mato Grosso do Sul

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    Camada referente à divisão interna da Fazenda Olhos D’água localizada em Aquidauana (MS). As informações foram obtidas a partir do levantamento topográfico e cadastral (Lei nº 10.267, de 28 de agosto de 2001). Informação cedida pelo gerente da propriedade.

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    A Malha Municipal retrata a situação vigente da Divisão Político Administrativa (DPA), através da representação vetorial das linhas definidoras das divisas estaduais e limites municipais, utilizada na coleta dos Censos Demográficos e demais pesquisas do IBGE. A cada versão do produto, incorporam-se as alterações territoriais provenientes de: nova legislação, decisões judiciais (liminares e mandados) e alterações cartográficas (relatórios técnicos dos órgãos estaduais responsáveis pela divisão político administrativa que atualizam os memoriais descritivos legais a luz das novas geotecnologias). Os produtos descritos aqui apresentam as seguintes unidades territoriais: Municípios, Microrregiões, Mesorregiões, Áreas de Regiões Geográficas Imediatas, Regiões Geográficas Intermediárias e Unidades da Federação.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão de microrregiões de Mato Grosso do Sul, de acordo com a estrutura vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão político-administrativa estadual de Mato Grosso do Sul, de acordo com a estrutura político-administrativa vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.

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    Tomando-se como base o mapeamento realizado pelo Projeto RADAMBRASIL foi realizada a atualização destas informações de acordo com o Manual Técnico da Vegetação Brasileira, publicado pelo IBGE. Primeira etapa desta atualização: pesquisa dos estudos/trabalhos mais recentes desenvolvidos na região, compatíveis com o nível de detalhamento do mapeamento (1:250.000), visando uma avaliação da incorporação destes trabalhos. Segunda etapa: através de imagens de satélites recentes foi realizada uma reinterpretação temática. Terceira etapa: trabalho de campo visando solucionar dúvidas e coleta de material quando necessário. Quarta etapa: reinterpretação final. Quinta etapa: armazenamento das informações gráficas e alfanuméricas atualizadas no banco de dados, estruturado para a utilização destas informações em um ambiente de SIG. Constam neste banco a tipologia vegetal, classificada em regiões fitoecológicas, suas formações e subformações, assim como as áreas das Formações Pioneiras, Tensão Ecológica e antropismo, bem como dados pontuais referentes a pontos de inventário florestal.

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    Elaborado a partir da Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala de 1:1.000.000 (1cm = 10km), esse mapa é uma representação cartográfica mural que traz informações sobre a altimetria e elementos fisiográficos do território, como montes, morros, picos, serras, corpos d´agua, dentre outros

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    Mapa da Série Estadual "Político", em escala compatível com a área geográfica da Unidade da Federação, oriundo da compilação da Base Cartográfica Contínua Digital do Brasil ao Milionésimo, bCIMdv3, 2009.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.