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Pernambuco

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    Conjunto de folhas de 1:100.000 referentes ao uso e cobertura das terras do Semiárido Pernambucano desenvolvido para o Zoneamento Agroecológico do Estado de Pernambuco. O trabalho foi realizado a partir de interpretação visual de imagens de satélite fusionadas, referentes ao período de outubro de 2013 a janeiro de 2015.

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    A camada de informação de densidade de área florestal foi gerada para uma Unidade Amostral de Paisagem (UAP), pertencente a uma subamostra de 427 UAPs do Inventário Florestal Nacional do Brasil (IFN-BR). As UAPs são unidades de área de 10 x 10 km, distribuídas em um grid nacional a cada 40 km. A densidade de área florestal (FAD) é calculada pelo software GuidosToolBox com base no mapa de uso e cobertura da terra e utiliza janelas móveis para calcular o percentual de pixels correspondentes às classes de cobertura arbórea/arbustiva. A densidade de área florestal para cada pixel é definida por esse percentual, cujos valores são agrupados em seis classes. O valor do FAD é indicativo da intensidade de fragmentação de habitats. A equipe do Laboratório de Monitoramento Ambiental da Embrapa Florestas foi responsável pela elaboração dos arquivos vetoriais, produzidos em 2020.

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    Base vetorial representando o trimestre menos chuvoso por município no estado de Pernambuco em um período de 29 anos. Shapefile preparado pela Embrapa Algodão no QGis, usando delimitações territoriais de mapas disponíveis no IBGE. As validações foram realizadas com informações dentro dos limites do semiárido contidas no IBGE (Instituto Brasileiro de Geografía e Estatística), INPE(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), APAC( Agência Pernambucana de Águas e Clima) e INSA (Instituto Nacional do Semiárido) com a classificação do semiárido de acordo com suas limitações topográficas e de solo, bem como a aptidão agrícola do mesmo. Links úteis: IBGE: https://mapas.ibge.gov.br/tematicos; INPE: http://bancodedados.cptec.inpe.br; INSA: http://sigsab.insa.gov.br/acervoDigital Escala: 1:2.400.000. Adaptado de: IBGE (2016); CPRM (2016); INPE (2017).

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    Base vetorial representando o trimestre mais chuvoso, fornecido por município, em um período de 29 anos para o estado de Pernambuco. Shapefile preparado pela Embrapa Algodão no QGis, usando delimitações territoriais de mapas disponíveis no IBGE, 2016. A interpolação de dados foi realizada usando a metodologia descrita por Oliver&Webster, 2014, sendo preparados os mapas da krigagem ordinária para estimativa de valores nos municípios que não apresentaram dados meteorológicos registrados. As validações foram realizadas com informações de diversas fontes incluindo INMET, CPRM, IBGE, INPE, Embrapa Algodão, bem como artigos científicos, dados de secretarias de estado e/ou município, e também notícias das época trabalhadas. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografía e Estatística), INMET (Instituto Nacional de Meteorologia); INPE(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e INSA (Instituto Nacional do Semiárido), CPRM (Serviço Geológico do Brasil). Links úteis: Oliver&Webster, 2014: https://doi.org/10.1016/j.catena.2013.09.006, IBGE: https://mapas.ibge.gov.br/tematicos; INPE: http://bancodedados.cptec.inpe.br; INSA: http://sigsab.insa.gov.br/acervoDigital Escala: 2:400.000. Adaptado de: IBGE (2016); CPRM (2016); INPE (2017); Embrapa Algodão(2012).

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    Mapa da Série Estadual "Político", em escala compatível com a área geográfica da Unidade da Federação, oriundo da compilação cartográfica da Base Cartográfica Contínua, ao Milionésimo (BCIM).

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    Distribuição espacial dos Aglomerados Subnormais, por município, em cada Unidade da Federação, conforme identificação para o Censo Demográfico 2010.

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    O arquivo desta disseminação representa a divisão político-administrativa municipal de Pernambuco, de acordo com a estrutura político-administrativa vigente em 01/07/2015, data de referência das Estimativas Populacionais de 2015. As bases cartográficas disponibilizadas são compatíveis com a escala original de trabalho - 1:250.000, sem supressão de pontos, de acordo com critérios técnicos pré-estabelecidos pela IBGE/DGC/CETE.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil tem como objetivo espacializar e quantificar a cobertura e uso da terra de todo o território brasileiro a cada dois anos, permitindo a análise da dinâmica do território em termos dos processos de ocupação, da utilização da terra e de suas transformações. O trabalho resulta da interpretação de imagens de satélite, além de informações complementares e levantamentos de campo em todo o país. Desde o lançamento dos primeiros resultados, uma série de aprimoramentos metodológicos vêm sendo realizados, tais como: adoção da Grade Estatística do IBGE (1km²) como unidade espacial básica de análise e divulgação dos dados; substituição das imagens de satélite MODIS por imagens LANDSAT 8; e alterações nas classes de cobertura e uso da terra. A Grade Estatística traz como principais vantagens a estabilidade espaço-temporal e a possibilidade de integração e comparabilidade de dados geoespaciais e estatísticos. O uso da grade permite uma independência em relação aos limites político-administrativos, os quais estão frequentemente sujeitos a alterações. As possibilidades de integração vão desde mapas até dados alfa-numéricos de pesquisas demográficas, agropecuárias, entre outras. As imagens de satélite Landsat 8 possuem resolução espacial maior do que as imagens MODIS, ou seja, possuem mais detalhes e possibilitam melhor distinção entre os diversos elementos da superfície terrestre na interpretação visual das imagens, resultando em maior acurácia dos mapas. As alterações nas classes de cobertura e uso da terra visam a simplificação da legenda e compatibilização com diversas classificações nacionais e internacionais. As classes adotadas neste mapa são: Área artificial; Área agrícola; Pastagem com manejo; Mosaico de ocupações em área florestal; Silvicultura; Vegetação florestal; Área úmida; Vegetação campestre; Mosaico de ocupações me área campestre; Corpo d’água continental; Corpo d’água costeiro e Área descoberta. A série histórica do mapeamento (2000, 2010, 2012 e 2014) sofreu ajustes visando a adequação a nova metodologia e a harmonização com os dados de 2016.

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    Elaborado a partir da Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala de 1:1.000.000 (1cm = 10km), esse mapa é uma representação cartográfica mural que traz informações sobre a altimetria e elementos fisiográficos do território, como montes, morros, picos, serras, corpos d´agua, dentre outros