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    Cartograma representando o Percentual de internações por condições sensíveis à atenção básica entre as internações clínicas, de residentes em um determinado município, no período considerado. Interpretação: Resultado elevado significa que as internações por condições sensíveis à atenção básica representam a maioria internações clínicas de média complexidade e indiretamente mede a baixa resolutividade da atenção básica. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados ( RIE) das internações sensíveis à atenção básica de residentes do município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de internações sensíveis à atenção básica de residentes do município, em um período) ÷ (nº internações sensíveis à atenção básica esperadas para residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, dos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) + [(RIE média do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de internações sensíveis à atenção básica esperadas para residentes do município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de internações sensíveis à atenção básica de residentes nos Municípios de Referência, dividido pelo número total de internações clínicas de residentes desses Municípios de Referência.

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    Cartograma representando a relação entre o número de exames de mamografia de rastreamento realizadas e pagas pelo SUS, em mulheres de 50 a 69 anos residentes em um município, no período de dois anos; e a população feminina de mesma faixa etária, residente no mesmo município, no último ano do biênio. Interpretação: Permite conhecer o nº de mamografias realizadas em mulheres de 50 a 69 anos, possibilitando inferir as desigualdades no acesso à mamografia e no rastreamento do câncer de mama nas mulheres de 50 a 69 anos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Bienal Método de Cálculo: Número de mamografias de rastreamento realizadas no período de 2 anos em mulheres de 50 a 69 anos, residentes em um município, dividido pela população feminina na faixa etária de 50 a 69 anos residentes no mesmo município, no último ano do biênio avaliado.

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    Cartograma representando o Percentual de acesso aos hospitais de residentes de determinado município que foram à óbito por acidente, no período considerado. Interpretação: Mede a proporção do acesso ao hospital dos residentes acidentados que foram a óbito e de forma aproximada dá uma ideia do acesso hospitalar de todos os acidentados que foram ou não a óbito. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Proporção bruta ou resultado direto x o ajuste específico do município pelo Bayes empírico (1). Resultado direto = número de óbitos de residentes no município cuja causa está entre V01 a X59 da CID 10 e cujo local de ocorrência do óbito foi o hospital, dividido pelo total de óbitos por acidente de residentes do mesmo município, independente do local de ocorrência do óbito, no período considerado. (1) Para cálculo desse indicador é aplicado o fator de ajuste pelo Bayes empírico (2), um método estatístico que reduz a brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades no numerador. O Bayes empírico consiste em ajustar o indicador de cada município, pelo resultado da média dos municípios semelhantes de uma mesma região. Quanto menor for o denominador do indicador para um município maior é o ajuste, ficando o resultado do indicador próximo do resultado médio dos municípios semelhantes. Quanto maior for o denominador do indicador para o município, menor será o ajuste, ficando o município com resultado muito próximo ao calculado sem esse ajuste. (2) O fator de ajuste pelo método estatístico do Bayes empírico pode ser representado pela seguinte equação: Resultado ajustado do indicador = (resultado direto X fator de ajuste Bayes) + [(resultado direto e médio deste indicador em todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município) X (1 – fator de ajuste Bayes)].

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    Cartograma representando o Percentual das extrações dentárias em relação à soma de procedimentos selecionados, incluindo as extrações, produzidos para residentes em determinado município e ano. Interpretação: Quanto menor o percentual, maior a qualidade do tratamento ofertado pela odontologia do município, demonstrando que o leque de ações abrange maior número de procedimentos preventivos e curativos em detrimento da extração dentária. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de extrações dentárias em determinado município e período, dividido pelo nº total de procedimentos clínicos individuais preventivos e curativos selecionados, no mesmo município e período.

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    Cartograma representando o percentual da capacidade líquida de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados, para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação à soma destas mesmas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, no ano considerado. (Capacidade líquida = quantidade de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, realizada em um município para não residentes e pagos pelo SUS, descontada a quantidade destes mesmos procedimentos realizada para seus residentes em outros municípios.) Interpretação: Mede a capacidade líquida do município de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, pagos pelo SUS, para não residentes, em relação à soma destas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do porte destes. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados pelo município, menos número de procedimentos de alta complexidade destinados aos seus residentes realizados no próprio município e em outros municípios, dividido pela soma dos totais de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade, realizados por todos os municípios brasileiros, descontados os procedimentos destinados aos residentes de cada município realizados nos próprios municípios e em outros municípios de referência. Obs.: Se numerador < 0 resultado = 0.

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    Cartograma representando o Percentual de óbitos ocorridos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM), de residente de 20 anos e mais, de determinado município, no período considerado. Interpretação: Mede o risco de morrer por infarto agudo do miocárdio (IAM), após a internação por tal causa e indiretamente mede o atraso do atendimento pré-hospitalar e/ ou no diagnóstico. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE)  de óbitos ocorridos nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, de um município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de óbitos ocorridos nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, em um município) ÷ (nº de óbitos esperados nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, no município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, de residentes nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) + [(RIE média de todos os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de óbitos esperados nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de óbitos nas internações por IAM, de residentes de 20 anos e mais, nos Municípios de Referência em um período, dividido pelo número total de internações por IAM de residentes de 20 anos e mais desses Municípios de Referência.

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    Cartograma representando a Razão entre o número médio mensal de residentes que participaram de ação coletiva de escovação dental supervisionada no ano e a população de determinado município, no ano avaliado. Interpretação: Estima a proporção de pessoas que tiveram acesso à escovação dental com orientação/supervisão de um profissional de saúde bucal. Quanto maior o indicador, maior o acesso à orientação para prevenção de doenças bucais, mais especificamente quanto à cárie dentária e doença periodontal. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual. Método de Cálculo: (Nº de pessoas participantes na ação coletiva de escovação dental supervisionada realizada em determinado local em 12 meses , dividido por 12 e dividido pela população no mesmo local e período) x 100.

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    Cartograma representando a Relação entre o número e internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas e pagas pelo SUS, de residentes de um município em um período; e a população residente no mesmo município no último ano do período considerado. Interpretação: Mede a relação entre a quantidade de internações hospitalares de alta complexidade, não obstétricas e não psiquiátricas para residentes em um período , pagas pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade para residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade de residentes no município, em um período) ÷ (nº de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade esperadas para todos os residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, deste indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas , exclusivamente SUS, , nos Municípios de Referência, no período considerado. •RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) +[(RIE média do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade esperadas para residentes no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade para residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população residente , exclusivamente SUS, desses Municípios de Referência.

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    Cartograma representando o Número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano residentes em determinado município por nascidos vivos de mães residentes do mesmo município, no período considerado. Interpretação: Expressa a qualidade do pré-natal, uma vez que a sífilis pode ser diagnosticada e tratada em várias oportunidades durante a gestação nas consultas de pré-natal. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Proporção bruta ou resultado direto x ajuste específico do município e pelo Bayes empírico (1). Resultado direto = número de casos de sífilis congênita notificados, em menores de um ano, residentes em determinado município e período, dividido pelo número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período. (1) Para cálculo desse indicador é aplicado o fator de ajuste pelo Bayes empírico (2), um método estatístico que reduz a brusca variação do resultado de indicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidades no numerador. O Bayes empírico consiste em ajustar o indicador de cada município, pelo resultado médio dos municípios semelhantes de uma mesma região. Quanto menor for o denominador do indicador para um município maior é o ajuste, ficando o resultado do indicador, próximo do resultado médio dos municípios semelhantes. Quanto maior for o denominador do indicador para o município, menor será o ajuste, ficando o município com resultado muito próximo ao calculado sem esse ajuste. (2) O fator de ajuste pelo método estatístico do Bayes empírico pode ser representado pela seguinte equação: Resultado ajustado do indicador = (resultado direto X fator de ajuste Bayes) + (resultado direto e médio do indicador de todos os municípios da mesma região brasileira a que pertence o município) X (1 – fator de ajuste Bayes).

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    Cartograma representando o Percentual da capacidade líquida de realizar internações selecionadas de alta complexidade realizadas para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação à soma das mesmas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, no ano considerado. (Capacidade líquida = quantidade de internações de alta complexidade, realizada em um município para não residentes e pagos pelo SUS, descontada a quantidade dessas mesmas internações realizada para seus residentes em outros municípios.) Interpretação: Mede a capacidade líquida do município de realizar internações de alta complexidade, pagas pelo SUS, para não residentes, em relação à soma destas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do porte desses. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de internações de alta complexidade, pagas pelo SUS e realizadas nos município menos número de internações de alta complexidade destinadas aos seus residentes realizados no próprio município e em outros municípios, dividido pela soma dos totais de internações de alta complexidade, realizadas por todos os municípios brasileiros, descontadas as internações de alta complexidade destinadas aos residentes de cada município realizadas nos próprios municípios e em outros municípios de referência. Obs.: Se numerador < 0 resultado = 0.