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desmatamento

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    Carta Imagem da Terra Indígena Pacaás Novos - RO, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada a partir do desmatamento ocorrido dentro da unidade até 2013 (PROAE), construido na escala de 1:50.000, com base nas Imagens do Satélite LANDSAT 8, Sensor OLI ano 2013. Foram ainda, utilizados , outros dados de desmatamentos do Proae de anos anteriores. conforme descrição detalhadas no (BOX) INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

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    Carta Imagem da Terra Indígena Pacaas Novos, localizada n o estado de Rondônia, elaborada a partir do desmatamento ocorrido dentro da unidade até 2013 (PROAE), construido na escala de 1:50.000, com base nas Imagens do Satélite LANDSAT 8, Sensor OLI ano 2013. Foram ainda, utilizados dados de desmatamento do PRODES 2012, além da malha viária do estado de Rondônia (dados do SIPAM) e outros dados de desmatamentos do Proae de anos anteriores. conforme descrição detalhadas no (BOX) INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

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    Carta Imagem da Terra Indígena Kaxarari - RO/AM, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada a partir do desmatamento ocorrido dentro da unidade até 2013 (PROAE), construido na escala de 1:50.000, com base nas Imagens do Satélite LANDSAT 8, Sensor OLI ano 2013. Foram ainda, utilizados , outros dados de desmatamentos do Proae de anos anteriores. conforme descrição detalhadas no (BOX) INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

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    Carta Imagem do Parque Nacional Serra do Divisor, elaborada a partir do desmatamento ocorrido dentro da unidade até o ano de 2013 (PROAE), construido na escala de 1:50.000, com base nas Imagens do Satélite LANDSAT 8, Sensor OLI, ano 2013. Foram ainda, utilizados dados do desmatamento do PRODES 2012, além dados de desmatamentos do Proae de anos anteriores. conforme descrição detalhadas no (BOX) INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

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    Mosaico espacial e temporal do Cerrado à partir de 2000 discretizado em uma série histórica bienal para o período de 2000 a 2012 e anual à partir de 2013. Os mosaicos utilizam imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.

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    Avisos de área de degradação e desmatamento à partir de Agosto de 2016. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas de avisos produzidas no projeto DETER. CLASSES DE DESMATAMENTO > Desmatamento: é a remoção total da cobertura florestal, independentemente do uso destinado para a área desmatada. O processo do desmatamento pode se dar por corte raso, quando a cobertura florestal é abruptamente removida em uma única intervenção, ou pode ser o resultado de eventos de degradação recursivos que levam ao colapso completo da estrutura florestal da vegetação. > Desmatamento com vegetação: são áreas em que há evidência de desmatamento, mas a área desmatada se encontra com sinais de uma cobertura vegetal. São casos em que há um lapso de tempo entre a ocorrência do corte raso e a sua detecção, ocasionado pela cobertura de nuvens entre um evento e outro, ou o resultado final da degradação recursiva. > Mineração: desmatamento causado por atividade de extração mineral. Predomina nesta classe atividades de garimpo artesanal. CLASSE DE DEGRADAÇÃO > Cicatriz de incêndio florestal: é caracterizada pela presença de áreas atingidas por fogo, podendo ou não haver vegetação arbórea. > Degradação: é caracterizado pela perda de dossel florestal e consequente exposição do solo, onde há vegetação geralmente indivíduos arbóreos em estágios iniciais e intermediário inicial de sucessão. CLASSES DE EXPLORAÇÃO MADEIREIRA > Corte seletivo tipo 1: é considerado uma exploração convencional, onde os indivíduos de interesse comercial são removidos sem planejamento prévio, denotado pela forma desordenada de estradas e ramais no interior da floresta e com a presença de pátios de estocagem com dimensões irregulares e dispostos de forma aleatória. > Corte seletivo tipo 2: é considerado uma exploração baseada em um plano de manejo, em que percebe-se o planejamento prévio evidenciado pelo padrão regular entre as estradas e pátios de estocagem no interior da floresta. Nome das colunas e significado. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- classname: Nome das classes atribuídas aos avisos, podendo ser: para degradação: ('CICATRIZ_DE_QUEIMADA', 'CS_DESORDENADO', 'CS_GEOMETRICO', 'DEGRADACAO') e para desmatamento ('DESMATAMENTO_CR', 'DESMATAMENTO_VEG', 'MINERACAO'); quadrant: Atualmente fora de uso para as imagens CBERS. No passado foi utilizada como parte da informação das imagens AWFI; path_row: Path e Row (orbita ponto) das imagens usadas na identificação do aviso; view_date: Data das imagens usadas na identificação do aviso; sensor: Nome do sensor embarcado no satélite, usado na obtenção da imagem; satellite: Nome do satélite que obteve a imagem; areatotalkm: Área calculada antes da fragmentação por intersecção. Não deve ser somada. Usada apenas para finalidade de filtro pela área original do aviso; areauckm: Área do aviso ou porção dele que intercepta uma unidade de conservação; uc: Nome da unidade de conservação interceptada pelo aviso; areamunkm: Área do aviso ou porção dele que intercepta um município. Use esta coluna em operações de soma de área; municipality: Nome do município interceptado pelo aviso ou porção dele; uf: Nome da Unidade da Federação na qual o aviso ou porção dele está localizado; publish_month: Indicador temporal mensal. Usada apenas para fins de configuração da dimensão temporal no GeoServer; Nota sobre o SHAPEFILE: Ao exportar para shapefile os nomes das colunas sempre são reduzidos para dez (10) caracteres. Exemplo: a coluna "municipality" será renomeada para "municipali".

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    Mosaico do Pantanal para o ano de 2016. O mosaico utiliza imagens do satélite Landsat ou similares para minimizar o problema de cobertura de nuvens, registrar e quantificar as áreas desmatadas acima de 6,25 hectares. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas.

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    Esse conjunto de dados apresenta a revisão nos levantamentos de anos anteriores ao ano corrente de mapeamento, resultando em áreas de resíduo de desmatamento. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - texto - identificador que permite rastrear a feição na origem (banco de produção) geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite source - texto - nome da origem do polígono (amazônia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Resíduo em 2020 = "r2020") def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição (quando aplicável) julian_day - número - dia juliano (quando aplicável) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (quando aplicável) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal

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    Áreas recobertas por nuvens e sombras quando houve a captação da imagem de satélite utilizada no mapeamento. Este conjunto de dados é disponibilizado desde 2016.

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    Área desmatada à partir de 2000 discretizadas em uma séria histórica bienal para o período de 2000 a 2012 e anual à partir de 2013. O mapeamento utiliza imagens do satélite Landsat ou similares, para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura utilização destas áreas. Os limites dos biomas brasileiros foram alterados conforme publicação do IBGE de 30/10/2019. Este conjunto de dados foi ajustado para o novo recorte. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25798-ibge-lanca-mapa-inedito-de-biomas-e-sistema-costeiro-marinho Descrição dos atributos do dado composto por: nome do atributo, tipo do dado e descrição id - número inteiro - identificador único de cada feição origin_id - texto - identificador que permite rastrear a feição na origem (banco de produção) geom - feição composta por um ou mais polígonos - geometria obtida por interpretação visual de imagem de satélite source - texto - nome da origem do polígono (amazônia, cerrado, caatinga, mata_atlantica, pampa, pantanal), apenas em casos onde o polígono tenha sido incorporado de outro projeto/bioma path_row - texto - código da cena formado por linha/coluna da grade de passagem do satélite Landsat satellite - texto - nome do satélite. Em geral será o landsat mas em alguns casos, outro satélites podem ser utilizados sensor - texto - nome do sensor que obteve a imagem state - texto - nome do estado, unidade da federação, quando aplicável main_class - texto - nome da classe principal atribuída à feição class_name - texto - nome da classe específica atribuída à feição (Ex.: Desmatamento em 2020 = "d2020") def_cloud - número - indica se havia nuvem em ano anterior sobre a feição (quando aplicável) julian_day - número - dia juliano (quando aplicável) image_date - texto - data da cena usada para obter a feição year - número - ano do desmatamento, usado para facilitar as consultas ao banco de dados area_km - número - área calculada para a feição em km² scene_id - número - identificador da cena no banco de dados, usado para consultas (quando aplicável) publish_year - data - usado para permitir a publicação do dado no GeoServer com dimensão temporal