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geologia estrutural

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    A Folha Monte Azul localiza-se domínio da faixa móvel que define o limite oriental do Cráton do São Francisco, no Estado de Minas Gerais, ou seja, encontra-se, em termos geotectônicos, na zona limítrofe entre a Faixa de Dobramentos Araçuaí (Brasiliano – Panafricano) e o cráton. O Arqueano é representado por gnaisses, granitos, anfibolitos e migmatitos de duas unidades litodêmicas: Complexo Porteirinha e Complexo Córrego Tingui. Ao paleoproterozoico são atribuídas rochas do Complexo Limoeiro (incluindo gnaisses, rochas calcissilicáticas, xistos e restritos mármores) e unidades típicas do Supergrupo Espinhaço (com variados tipos de quartzitos, metaconglomerados, filitos e metavulcanitos), separadas pelos processos do Evento Transamazônico. Rochas intrusivas incluem desde monzogranitos até granitoides da Suíte Paciência até as rochas plutônicas ácidas denominadas de Granito Catolé, ambos os conjuntos de possível idade Riaciana. Mais novos (relacionados aos processos de extensão do Toniano) aparecem corpos básicos metamorfizados na fácies xisto verde da Suíte Metaígnea Pedro Lessa. Unidades neoproterozoicas estão representadas pelo Grupo Macaúbas, através das formações Serra do Catuní (metadiamictitos, metassiltitos, mármores), Rio Peixe Bravo (filitos, metassiltitos e quartzitos) e Nova Aurora (quartzitos localmente com metadiamictitos). O potencial econômico da área está relacionado não só a rochas ornamentais (em especial da Suíte Paciência) como as zonas de cisalhamento dúctil, regionalmente auríferas. Pedreiras de quartzitos laminados (tipo “São Tomé”) estão em atividade, enquanto aquelas de rochas gnaíssicas estão paralisadas. O Complexo Limoeiro mostra potencial também para ouro e metais base (Pb-Zn). Os aqüíferos são do tipo fraturado (exceto os relacionados à cobertura), caracterizando-se pelo domínio de águas com alta salinidade.

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    Folha Mossoró A folha esta localizada no norte do estado do Rio Grande do Norte. A área está inserida na porção central da Bacia Potiguar emersa. A bacia Potiguar na área mapeada é representada pelas rochas carbonáticas cretáceas da Formação Jandaíra. Esta unidade ocupa ampla área da Folha Mossoró, em afloramento, exibem pacotes com espessura mínima de 1,0 m e máxima de 6,0 m, formando relevos relativamente planos. As rochas da Formação Jandaíra são observadas em margens e leitos de drenagens secas, lajedos e em algumas pedreiras. De idade neógena, o Grupo Barreiras, é composto por conglomerados e arenitos ferruginosos, de cores variadas com matriz argilosa, e abundantes concreções ferruginosas. Na extensa planície, formada principalmente no leito do rio Apodi, ocorrem os depósitos quaternários (depósitos aluvionares antigos, depósitos aluvionares de canal e depósitos flúvio-marinhos). A área da Folha Mossoró se caracteriza pela exploração de recursos naturais e a mesma tem grande importância para a economia regional. Esta área possui o maior campo de petróleo em terra do Brasil, além de grandes reservas de calcário. Os recursos minerais identificados incluem areia, argila, cascalho, calcário, gipsita e fosfato.

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    A Folha Pindaituba localiza-se no sudoeste do estado de Mato Grosso, tectonicamente na borda sul do Cráton Amazônico, mais precisamente em terrenos da Província Rondoniano – San Inacio e seu embasamento paleoproterozoico. Cerca de 50% da área, ocupando toda a porção norte e leste da folha, é de ocorrência da cobertura mesozoica da Bacia dos Parecis, ali representada pelos sedimentos terrígenos da Formação Utiariti, de idade cretácea. Afetadas por um forte condicionamento estrutural NW-SE, as unidades proterozoicas margeiam a Bacia dos Parecis, ocupando a porção sul e oeste da área mapeada. O embasamento regional é constituído pelo Complexo Metamórfico Alto Guaporé, predominantemente gnáissico, pelo Grupo Alto Jauru (xistos aluminosos) e pela Suíte intrusiva máfico-ultramáfica Figueira Branca. Esse conjunto mais antigo é cortado pela suíte Pindaituba, calimiana, e coberto pelos metassedimentos do Grupo Aguapeí (Formação Fortuna), de idade esteniana. Diques de gabro e diabásio (Suíte Rancho de Prata) e intrusões granitoides tonianas (Guapé) fecham os eventos proterozoicos na área. O mapeamento geológico desta folha não contemplou o cadastro de ocorrências minerais.

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    A área estudada situa-se na região leste do Estado de Minas Gerais – Zona da Mata Mineira, setor meridional do Orógeno Araçuaí. As unidades mais antigas, de idade paleoproterozoica, representam o embasamento do orógeno e incluem rochas de alto grau metamórfico dos complexos Mantiqueira e Juiz de Fora. A cobertura metassedimentar neoproterozoica (Grupo Andrelândia) está representada por paragnaisses granatíferos migmatíticos com intercalações de rocha calcissilicática. Corpos de hidrotermalito quartzoso, associados às estas três unidades, estão intimamente ligadas às zonas de cisalhamento presentes na área mapeada. Três unidades apresentam idade Ediacariana – os corpos de ortoanfibolito Santo Antônio do Grama, de rocha meta-ultramáfica Córrego do Pimenta e de (meta) granitoide Serra dos Vieiras. Completam o quadro geológico da Folha Jequeri diques de diabásio e depósitos aluvionares. A Folha Jequeri possui como importante característica geológica o fato de conter um fragmento oceânico representado pela Suíte Santo Antônio do Grama, composta pelo corpo de ortoanfibolito Santo Antônio do Grama e pela rocha meta-ultramáfica Córrego do Pimenta. A Folha Jequeri apresenta diversos requerimentos minerários junto ao DNPM, cujos polígonos concentram-se principalmente nos quadrantes central, sudoeste e sudeste da área. A maior parte dos processos encontra-se em fase de autorização de pesquisa e apenas uma pequena parcela apresenta-se efetivamente em fase de extração. As principais substâncias requeridas ou pesquisadas são granito ornamental, minério de alumínio, ouro em leitos dos principais rios/córregos, manganês e, subordinadamente, areia, bauxita e minério de ferro. Uma pedreira de extração de anfibolito Santo Antônio do Grama para rocha ornamental está ativa na região a nordeste da cidade homônima.

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    A Folha Rio Branco, localizada no sudoeste do Estado de Mato Grosso, ocupa a porção sul do Cráton Amazônico, região de contato da Bacia Sedimentar dos Parecis com seu embasamento, representado pelas suítes granitoides calimianas do orógeno Sunsás (Domínio Santa Helena), pelo conjunto metavulcanossedimentar esteniano da Faixa Aguapeí e pelas unidades paleoproterozoicas (estaterianas) do Domínio Jauru. Constituindo o embasamento mais antigo da região, o Domínio Jauru, que integra um ambiente de orógenos, sistemas de arcos magmáticos e bacias metavulcanossedimentares paleoproterozoicas, é representado pelo Grupo Alto Jauru (bacia metavulcanossedimentar), Suíte intrusiva Figueira Branca (suíte básica-ultrabásica), Complexo Metamórfico Alto Guaporé (maciço ortognáissico) e maciço tonalítico Cabaçal. Os granitoides mesoproterozoicos estão cartografados nas suítes Água Clara, Santa Cruz, Alvorada e Rio Branco, que normalmente ocorrem nas bordas da Faixa Aguapeí (Formações Fortuna, Vale da Promissão e Cristalino). Todo esse conjunto é cortado pelas intrusivas tonianas da Suíte Salto do Céu. A parte da bacia dos Parecis ocorrente na Folha Rio Branco corresponde à Formação Utiariti, cretácea (arenitos e siltitos). Na área da folha Rio Branco, existem minas e garimpos de ouro, associados aos metassedimentos do Grupo Alto Jauru. São conhecidas, também, várias ocorrências de Cu na região, em praticamente todas as unidades proterozoicas.

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    A folha esta localizada na região sudoeste do estado do Mato Grosso, fazendo divisa com a Bolívia. A área é parte do sudoeste do Cráton Amazônico e da Bacia Aguapeí. De idade paleoproterozoicas os Ortognaisses e granulitos da Suite intrusiva Serra do Baú e Complexo Lomas Manechis, são as rochas mais antigas aflorantes do embasamento na área. O Terreno Rio Alegre é composto pelas seguintes unidades litoestratigráficas: Grupo Rio Alegre, composto por formação ferrífera bandada e metachert; e pelas rochas graníticas da Suíte Intrusiva Santa Rita, Granito Lajes e Granito Tarumã do Mato Grosso. A bacia Aguapeí, é representado pelo Grupo Aguapeí, de idade mesoproterozóica, é composto por uma seqüência transgressiva-regressiva que preenche um rift intracontinental de complexa história geológica. A extensa bacia do Rio Santa Rita é coberta por sedimentos detríticos, parcialmente laterizados da Formação Pantanal e depósitos aluvionares recentes. A folha Santa Rita apresenta potencial para pesquisas relacionadas a minério de ouro.

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    A Folha Santa Bárbara localiza-se no sudoeste do estado de Mato Grosso, tectonicamente na borda sul do Cráton Amazônico, mais precisamente em terrenos do Orógeno Sunsás, incluindo o Domínio Santa Helena e a Faixa Aguapeí. A área é marcada por um forte corredor estrutural NW-SE ao longo de duas zonas de cavalgamento regional, com vergência tectônica para NE. Duas unidades estaterianas, de ocorrência restrita, compõem o conjunto das rochas mais antigas da região, representadas pelos metassedimentos aluminosos do Grupo Alto Jauru e pela suíte intrusiva Serra do Baú. O Mesoproterozoico inicia-se com a sedimentação da bacia metavulcanossedimentar Rio Alegre, ocupando o núcleo da estrutura regional NW-SE, seguida pelo magmatismo básico-ultrabásico da Suíte Vale do Alegre e pelas intrusões granitoides Santa Helena e Santa Rita. Por fim, durante os tempos estenianos, assentaram-se as camadas de sedimentos terrígenos da Bacia Aguapeí, representadas pelas Formações fortuna, Vale da Promissão e Morro Cristalina. As principais ocorrências minerais da área referem-se a Cu e Ni associados às metavulcanossedimentares do Grupo Rio Alegre e rocha ornamental, sobre os granitoides Santa Helena.

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    A Folha São Fidélis está localizada na região noroeste fluminense, em seu contexto tectônico, a região encontra-se no Terreno Oriental e é constituída por três escamas tectônicas, listadas abaixo da base para o topo, seguindo uma seção NW–SE: Domínio Cambuci – composto por granada-biotita gnaisses com lentes de mármores e calcissilicáticas, onde os protólitos sedimentares destas rochas são interpretados como depósitos de ambiente tipo bacia ante-arco. Domínio Costeiro – representa o ambiente onde se instalou o arco magmático da Faixa Ribeira (Complexo Rio Negro), sendo constituído também por paragnaisses pelíticos ricos em intercalações de quartzito e calcissilicática. Os ortognaisses do Complexo Rio Negro possuem afinidade calcalcalina e composição variando desde tonalítica a granítica, com enclaves dioríticos e gabróicos. Os dados isotópicos também mostram dois diferentes grupos, indicando uma evolução progressiva de um arco intra-oceânico para um arco tipo cordilheirano. Domínio Italva – composto de uma sucessão metassedimentar de médio a alto grau rico em rochas carbonáticas plataformais, interpretadas como depositadas em uma margem passiva ou ambiente de bacia retro-arco. Estes domínios tectônicos são intrudidos por granitóides neoproterozóicos précolisionais (Complexos Rio Negro, Trajano de Moraes e Serra da Bolívia), gerados em arco magmático intra-oceânico ou de margem continental ativa e, portanto, contemporâneos a processos de subducção, e por granitoides neoproterozóicos sin- a tardi-colisionais como as rochas das suítes São João do Paraíso (Domínio Cambuci), Imbé, Cordeiro, Angelim, Serra de São Pedro, Bela Joana e Desengano, pertencentes ao Domínio Costeiro. O limite entre os domínios é representado por importantes descontinuidades estruturais definidas como empurrões e zonas de cisalhamento transpressivas subverticais, normalmente dextrais. Na área delimitada pela Folha São Fidélis há registros de uma série de bens minerais onde despontam a explotação de materiais de uso direto na construção civil principalmente rocha ornamental. A produção desse material visa abastecer o mercado local. Destaca-se ainda a região noroeste fluminense como a única com áreas de Mata Atlântica preservadas, no Parque Estadual do Desengano, a sul da folha, com potencial para desenvolvimento de ecoturismo e apoio à preservação ambiental.

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    A Folha Marajoara localiza-se no Terreno Granito-Greenstone de Rio Maria (TGGRM), no contexto geológico da Província Mineral de Carajás (PMC), porção leste do Cráton Amazônico, a qual é constituída principalmente por greenstone belts e plutons granitoides, como descrito abaixo: Os greenstone belts do Supergrupo Andorinhas são a unidade mais antiga da região. De acordo com aspectos geológicos, petrográficos e geoquímicos foi possível distinguir quatro principais grupos de granitoides aflorantes na Folha Marajoara: 1) Tonalito Arco Verde; 2) Granodiorito Rio Maria; 3) Leucogranitos potássicos tipo Mata Surrão, Guarantã e Rancho de Deus e 4) Granitos anorogênicos da Suíte Jamon caso dos granitos Musa, Bannach e Marajoara. Os grupos 1, 2 e 3 possuem idade arquena, enquanto o grupo 4 idade paleoproterozóica. As unidades arqueanas apresentam direções tectônicas (foliação, bandamento) orientadas, em geral, NW-SE, com mergulhos moderados a fortes para SW. A região foi palco de um intenso magmatismo anorogênico paleoproterozóico, marcado na Folha Marajoara pelos granitos Bannach, Musa e Marajoara e por alguns diques intermediários a máficos. Os greenstone belt são aflorantes no extremo norte da Folha Marajoara e, de forma subordinada, no extremo nordeste, correlacionados ao Grupo Lagoa Seca e Grupo Babaçu, respectivamente. Constituem um conjunto de vulcanitos máfico-ultramáfico com alguns membros metafélsicos. As rochas do Tonalito Arco Verde afloram na porção nordeste, sudeste e oeste da área. As ocorrências do Granodiorito Rio Maria estão concentradas na porção sul, ocupa também uma pequena área no extremo norte e nordeste da Folha. Apresenta caráter intrusivo nos greenstone belts e no Tonalito Arco Verde, e são cortados pelos leucogranitos potássicos e granitos paleoproterozóicos. Os leucogranitos potássicos afloram como uma extensa faixa que ocupa boa parte da porção central da Folha, se estendendo de leste a oeste, e se espessando para noroeste. Essas rochas são intrusivas no Granodiorito Rio Maria, Tonalito Arco Verde e nas supracrustais, sendo intrudidos pelos granitos anorogênicos da Suíte Jamon. Foram cadastradas novas ocorrências e/ou indícios de wolfrâmio, ametista, cristal de rocha, sulfetos (pirita) na Folha Marajoara.

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    A área estudada está inserida no domínio interno do Cráton do São Francisco, constitui uma área plataformal cujo embasamento se consolidou em tempos pré-brasilianos, servindo assim de antepaís para os dobramentos ocorridos no Brasiliano. No domínio cratônico, em tal região, são reconhecidas quatro grandes unidades tectono-geológicas. Rifte intracratônico (mesoproterozoico) representado pelas rochas do Supergrupo Espinhaço; Bacia epicontinental marinha (neoproterozoico) rochas do Supergrupo São Francisco; Bacia tipo sinéclise (Mesozóico) aqui representada pelas rochas sedimentares do Grupo Areado; Cobertura superimposta final (cenozoico), os depósitos detrítico-lateríticos e aluvioanares; Ocorrem ainda rochas metabásicas de idade pós-Espinhaço e pré-São Francisco. O principal bem mineral registrado na Folha Jequitaí é o diamante. Depósitos de diamantes são conhecidos em duas áreas distintas, que podem ser individualizadas como campos diamantíferos, ambos trabalhados sob a forma de garimpos. O “Campo de Jequitaí” que está situado nos arredores da cidade homônima e o “Campo de Francisco Dumont” que se distribui irregularmente ao longo da borda norte da Serra do Cabral. Destaca-se a qualidade geral excelente dos diamantes, possibilita que as pedras dessa região atinjam altos preços médios de mercado, da ordem de US$ 450/ct, provavelmente o maior valor entre os depósitos de Minas Gerais. Em menor escala, aparecem ainda outros bens tais como quartzo, manganês, calcário, ouro, brita e cascalhos