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    O Subíndice de Manutenção da Biodiversidade e dos Processos Ecológicos foi calculado a partir da álgebra de mapa dos Indicadores de Cobertura Vegetal e Manutenção Ecológica. Banks-Leite et al. (2014) sugerem valores percentuais limítrofes ideais de cobertura florestal em dada unidade de paisagem necessários para manter os serviços ecossistêmicos, a biodiversidade e a fauna nos ecossistemas de diferentes grupos de espécies. Partindo desse arcabouço teórico-metodológico, o Indicador de cobertura vegetal por amostras da paisagem foi empregado no Subíndice da Manutenção da Biodiversidade e dos Processos Ecológicos para selecionar e classificar amostras da paisagem com cobertura vegetal com indicação de maior ganho em enriquecimento e manutenção de habitats advindo da restauração florestal. A premissa para a elaboração desse indicador foi selecionar áreas que, a partir do percentual de cobertura vegetal, apresentassem um maior ganho em biodiversidade advindo de restauração florestal. Diante disso, a classe entre 20 e 40% de cobertura vegetal foi considerada prioritária em relação a de 40 a 50%. Áreas com percentuais de cobertura vegetal acima de 50% foram desconsideradas por já possuírem percentual suficiente para assegurar a integridade das comunidades, enquanto que as amostras com menos de 20% de cobertura vegetal não apresentariam, conforme os critérios adotados, potencial para a manutenção e ampliação da biodiversidade. A elaboração do indicador de cobertura vegetal por amostras da paisagem utilizou como base o mapa de Uso do Solo e Cobertura Vegetal (INEA, 2013, escala 1:100.000), analisando o percentual de cobertura vegetal no interior de hexágonos de 200 hectares, distribuídos ao longo de todo território estadual. Álgebra de mapas: Subíndice de Manutenção da Biodiversidade e dos Processos Ecológicos = (0,52 * Indicador de Cobertura Vegetal por Amostras da Paisagem) + (0,48 * Indicador de Manutenção da Funcionalidade Ecológica). A divisão de classes foi feita por Intervalos Iguais, onde o Subíndice de Manutenção da Biodiversidade e dos Processos Ecológicos pode ser: 0,0 - 0,2 = Muito Baixo; 0,2 - 0,4 = Baixo; 0,4 - 0,6 = Médio; 0,6 - 0,8 = Alto; 0,8 - 1,0 = Muito Alto.

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    Registro de patologias encontradas em colônias de corais nativos na Baía da Ilha Grande a partir de amostragens efetuadas entre 16/03/2018 e 07/04/2018, por equipe da Faculdade de Oceanografia da UERJ, sob contratação do Projeto de Gestão Integrada da Baía da Ilha Grande – Projeto BIG - CGP/BRA/078/GFF. Coletas e organização dos dados – CEBIO/UERJ

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    O Indicador de Conectividade Estrutural dos Remanescentes Florestais define o grau no qual uma dada porção territorial facilita ou restringe os fluxos de matéria e energia entre os fragmentos florestais, possuindo três componentes que indicam o grau de fragmentação da paisagem e os fragmentos mais favoráveis em relação à efeito da borda. Para sua construção foram definidas unidades cujos limites refletem barreiras significativas ao movimento da fauna e à dispersão da flora. Nesse sentido, o critério de classificação seguiu a lógica de que quanto maior a conectividade entre as unidades de paisagem supracitadas, mais prioritário é o recorte espacial. Sua classificação buscou identificar áreas contíguas aos fragmentos florestais passíveis de restauração florestal a partir de condução por regeneração natural, em faixas de até 300 metros de distância dos fragmentos. O Indicador teve a seguinte álgebra de mapas: Indicador de Conectividade Estrutural dos Remanescentes Florestais = Tamanho Efetivo da Malha + Índice de Forma + Distância Euclidiana Média Onde: Tamanho Efetivo da Malha - INEA, 2016, escala 1:25.000; Índice de Forma - INEA, 2016, escala 1:25.000 e Distância Euclidiana Média - INEA, 2016, escala 1:25.000. A divisão de classes foi feita manualmente, onde o Indicador de Conectividade Estrutural dos Remanescentes Florestais pode ter a seguinte escala: 0,0 - 0,3 = Baixa; 0,3 - 0,5 = Média; 0,5 - 0,7 = Alta; 0,7 - 1 = Muito Alta.

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    O Indicador de Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica parte do pressuposto de que a dinâmica espaço-temporal das chuvas ao longo das bacias hidrográficas e do nível de exposição aos extremos climáticos de seca fornecem subsídio para a identificação de áreas com estado de disponibilidade hídrica capaz de suportar o processo de restauração florestal, e com vocação para a ampliação e regularização da oferta hídrica; indicando as áreas prioritárias com maior precipitação anual e menor incidência de períodos de estiagem. O cálculo do Indicador teve a seguinte Álgebra de Mapas: Indicador de Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica = Precipitação Total Anual Média (peso 0,7) + Médias Anuais de Dias Consecutivos de Seca (peso 0,3) Onde os dados são: Precipitação Total Anual Média - PERHI/INEA, 2014 e Médias Anuais de Dias Consecutivos de Seca - FOLLADOR et.al, 2017 A divisão de classes foi feita por Quantis, onde a Favorabilidade Climática para Oferta Hídrica pode ser: 0,3 - 0,4 = Baixa; 0,4 - 0,6 = Média; 0,6 - 0,8 = Alta; 0,8 - 0,9 = Muito Alta.

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    A disponibilidade hídrica pode ser entendida como o total de vazão defluente de uma bacia hidrográfica após as retiradas para consumo, e indica a possibilidade de garantia de condições mínimas de manutenção dos ecossistemas aquáticos bem como de atender a usos que não necessitam extrair ou derivar água de um curso natural, como a navegação e a recreação. O Comprometimento da Disponibilidade Hídrica indica o quanto a vazão disponível dos mananciais está em risco de deplecionamento em função da demanda hídrica de municípios que captam águas dos referidos cursos d'água; ou seja, define se os recursos hídricos disponíveis suportam as demandas, orientando a decisão sobre a outorga de direito de uso desses recursos. O Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica foi gerado a partir da divisão do valor total da demanda de consumo pelo valor de disponibilidade hídrica (valor de 50% da Q7,10) para cada AIPM. Quanto maior o percentual de comprometimento, mais prioritária para proteção é a área. O cálçulo seguiu a seguinte Álgebra de Mapas: Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica das AIPMS = Indicador de Demanda Hídrica/Indicador de Vazão Disponível Onde: Indicador de Demanda Hídrica - Plano Estadual de Recursos Hídricos – PERHI, 2014 e Concessionárias de Serviços de Abastecimento de Água, PMSB // Indicador de Vazão Disponível - Atlas de Abastecimento da ANA, Isoietas de precipitação para o estado do Rio de Janeiro (INEA). A divisão de classes foi feita manualmente, onde essas podem ser: 0,0 - 0,2 = Muito Baixa: 0% - 20%; 0,2 - 0,4 = Baixa: 21% - 40%; 0,4 - 0,6 = Média: 41% - 60%; 0,6 - 0,8 = Alta: 61% - 80%; 0,8 - 1 = Muito Alta: 81% - 100%

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    A Potencialidade Ambiental indica as áreas detentoras de maior potencialidade para provisão de serviços ecossistêmicos relacionados à disponibilidade de água, maior favorabilidade para condução e potencialização dos processos naturais de migração, colonização e sucessão ecológicos por regeneração natural e áreas mais relevantes para restaurar e manter o fluxo gênico dos habitats e a conservação da biodiversidade em médio e longo prazos. O Índice de Potencialidade Ambiental foi elaborado a partir do cruzamento dos subíndices abaixo, conforme a seguinte álgebra de mapas: Índice de Potencialidade Ambiental para Restauração Florestal nas Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais = Subíndice de Favorabilidade Físico-Climática para Oferta Hídrica (peso = 3,9) + Subíndice de Potencialidade para Regeneração Natural da Vegetação (peso = 2,9) + Subíndice de Manutenção da Biodiversidade e dos Processos Ecológicos (peso = 3,2) A divisão de classes no layout do projeto foi feito por Quantil no raster de Proteção de Mananciais por AIPM sem Fragmentos Florestais, onde: 0,060746402 - 0,193172818 = Muito Baixa 0,193172818 - 0,272628667 = Baixa 0,272628667 - 0,395123102 = Média 0,395123102 - 0,514306877 = Alta 0,514306877 - 0,904964805 = Muito Alta

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    A erosão em bacias hidrográficas prejudica a qualidade da água para o consumo humano, aumenta seu custo de tratamento e prejudica a flora e a fauna aquática; sendo influenciada por fatores como a erosividade da chuva, as propriedades do solo, as características das encostas, a declividade e os usos do solo. O indicador de Susceptibilidade à Erosão busca promover maior proteção dos mananciais através da identificação de áreas prioritárias para restauração florestal que possam, com cobertura florestal, levar à diminuição da erosão e consequentemente do risco de assoreamento dos cursos d'água. O indicador foi estruturado a partir da associação de duas variáveis: o Uso e Cobertura do Solo do Estado e o Mapa Geoambiental do Rio de Janeiro (identificando as grandes unidades segundo suas potencialidades e limitações frente à intervenção humana e seus aspectos físicos, enfatizando os aspectos geomorfológicos e pedológicos e sua interrelação com as outras variáveis do meio geobiofísico). A relação entre as classes de suscetibilidade aos processos erosivos foram consideradas informação chave para compreender a fragilidade ambiental dos mananciais. A classe muito alta no indicador de suscetibilidade correspondente às unidades geoambientais das escarpas serranas e maciços costeiros, com alta suscetibilidade à erosão, deslizamento e queda de blocos, recebeu peso 1. As unidades correspondentes às serras alcalinas, montanhas, maciços interiores, por exemplo, que não apresentam queda de blocos mas são suscetíveis aos movimentos de massa receberam nota 0,9 e foram classificados como muito alta suscetibilidade. O resultado obtido foi reclassificado considerando o uso do solo e a cobertura vegetal existente nas áreas, indicando, por exemplo, que uma área com alta suscetibilidade à erosão recoberta por pastagens apresenta maior fragilidade do que uma área classificada como de alta suscetibilidade, porém com cobertura florestal. O mapa de uso do solo e cobertura vegetal foi hierarquizado e classificado de acordo com o risco à erosão. As classes de uso solo exposto e pastagens foram consideradas como as mais suscetíveis aos processos erosivos e as classes relacionadas à vegetação nativa (vegetação secundária em estágio inicial, vegetação secundária em estágio médio e avançado, restinga, mangue, comunidade relíquia) como as menos suscetíveis. Álgebra dos mapas: Indicador de Susceptibilidade à Erosão = (0,5 * Uso e Cobertura do Solo) + (0,5 * Mapa Geoambiental). Onde: Uso e Cobertura do Solo - INEA, 2013, 1:100.000 e Mapa Geoambiental do RJ - CPRM, 2013, 1:50.000. As classifcações das informações secundárias obedeceram a diferentes critérios. A variável de Uso e Cobertura do Solo foi hierarquizada segundo as classes mais susceptíveis à erosão. O mapa Geoambiental do Estado do Rio de Janeiro foi classificado segundo as áreas mais susceptíveis à erosão no âmbito do Plano Estadual de Recursos Hídricos. A divisão de classes no layout (e layer 0 .lyr) está por Intervalos Iguais, onde a Susceptibilidade à Erosão pode ser: 0,0 - 0,2 = Muito Baixa; 0,2 - 0,4 = Baixa; 0,4 - 0,6 = Média; 0,6 - 0,8 = Alta; 0,8 - 1,0 = Muito Alta.

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    O Índice de Pressão sobre as Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais está associado à análise das limitações e pressões antrópicas sobre os recursos hídricos e foi gerado a partir do cruzamento do Subíndice de Degradação de APP e o Subíndice de Suscetibilidade à Erosão, que buscou evidenciar a prioridade para restauração florestal a partir do nível de degradação e de suscetibilidade dos sistemas ambientais frente aos impactos potenciais que possam alterar o seu estado e do Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica, que expressa a relação entre a demanda e a disponibilidade hídrica para as Áreas de Interesse de Proteção de Mananciais (AIPMs), indicando do grau de exploração dos recursos hídricos. O cálculo teve a seguinte Álgebra de Mapas: Índice de Pressão sobre as Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais = Subíndice de Degradação de APP e Suscetibilidade à Erosão (peso = 5,1) + Subíndice de Comprometimento da Disponibilidade Hídrica das AIPMS (peso = 4,9) A divisão de classes no layout (e layer .lyr) do projeto foi feito por Distribuição de Frequências por Quantis, onde a Pressão sobre Mananciais pode ser: 0,099399999 - 0,217749684 = Muito Baixa 0,217749684 - 0,245596669 = Baixa 0,245596669 - 0,332618496 = Média 0,332618496 - 0,534509136 = Alta 0,534509136 - 0,987022638 = Muito Alta

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    A proximidade dos remanescentes florestais permite identificar áreas mais favoráveis para restauração florestal por regeneração natural. Esta é a premissa contida no Indicador de Potencialidade para Regeneração Natural em relação às áreas de entorno de fragmentos florestais, elaborado a partir do mapa de Uso do Solo e Cobertura Vegetal (INEA, 2013, escala 1:100.000). Sua classificação buscou identificar áreas contíguas aos remanescentes florestais passíveis de restauração florestal a partir de condução por regeneração natural. A partir dessa seleção, foram mapeadas faixas de distâncias aos fragmentos de 50, 100 e 300 metros e nas áreas do entorno (buffers de distâncias) dos fragmentos florestais definidas como as áreas prioritárias para restauração florestal, adotou-se seguinte lógica: quanto menor a distância para o fragmento maior é sua prioridade, pois também é maior sua capacidade de regeneração natural, excluindo-se, ainda, os limitadores a esse processo, como as áreas urbanas, vias, ferrovias e massas d’água. A divisão de classes foi feita por Quantis, onde essas podem ser: 0,0 - 0,4 = Acima de 300m: Irrelevante; 0,4 - 0,6 = Entre 100 e 300m: Baixa - Muito Baixa; 0,6 - 0,8 = Entre 50 e 100m: Alta - Média; 0,8 - 1 = Entre 0 e 50m: Muito Alta.

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    A base de análise desse indicador consiste nos valores percentuais limítrofes ideais de cobertura florestal em dada unidade de paisagem necessárias para manter os serviços ecossistêmicos, a biodiversidade e a fauna nos ecossistemas de diferentes grupos de espécie. O indicador de Cobertura Vegetal seleciona áreas em que, a partir desse percentual, apresentem maior ganho em enriquecimento de habitats advindo de restauração florestal. O Indicador de Cobertura Vegetal foi elaborado através da variável de Uso e Cobertura do Solo (ano 2013, escala 1:100.000). Foi analisado o percentual de cobertura vegetal em Unidades de Paisagem (definidas como hexágonos de 200 hectares), distribuídos ao longo de todo território estadual. Para construção da informação de cobertura vegetal foram consideradas as classes de Vegetação médio avançada (VGMA) e Vegetação secundária inicial (VGSI) existentes no shapefile de Uso e Cobertura do Solo. A divisão de classes do Indicador de Cobertura Vegetal foi feita com os seguintes intervalos: 0,0 = Irrelevante ( < 10% e >50% Cobertura Vegetal); 0,0 - 0,5 = Média ( 10 - 20 % Cobertura Vegetal); 0,5 - 0,75 = Alta ( 40 - 50 % Cobertura Vegetal); 0,75 - 1,0 = Muito Alta ( 20 - 40 % Cobertura Vegetal).