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    Os Pontos de Captação de Água do Estado do Rio de Janeiro consistem em 199 captações em corpos hídricos superficiais que, através de sistemas isolados ou integrados, constituem mananciais estratégicos para o abastecimento das 92 sedes do Estado do Rio de Janeiro e atendem cerca de 94% da população fluminense. O levantamento e a determinação da localização dos pontos de captação de água foram feitos segundo as seguintes fontes: Shape dos pontos de captação de todo o ERJ produzido pela Fundação COPPETEC para o PERHI; Tabela 1 em Anexo no Relatório PERHI-RE-08-REV-2-FINAL do PERHI;Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB) dos Municípios publicados até dez/2015; Atlas de Abastecimento Humano de Água da AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS; Declarações no CNARH para algumas concessionárias de abastecimento público de água;Informações diretamente fornecidas por algumas Concessionárias de Abastecimento Público de Água e Serviços de Abastecimento de Prefeituras; Determinação “in loco” das coordenadas dos pontos de captação pelo uso de equipamento GPS em vistoria direta ao manancial investigado. Utilizou-se o programa Google Earth Pro (versão 7.1.2.2041) para executar a tarefa de validação dos pontos de captação cujas coordenadas estão descritas ou tabeladas nas fontes acima referidas, dando origem a diferenciação de pontos somente indicados e pontos de fato validados. A tabela do shape contém em cada linha a seguinte sequência de informações: AIPM_RH: Número inequívoco do ponto de captação formado pela justaposição de um número em algarismo arábico com o número da Região Hidrográfica em algarismo romano ligado pelo símbolo ( _ ) (underline). A ordem de numeração não seguia critério rígido, porém, sempre que possível, os mananciais eram numerados em ordem de importância quanto à quantidade de população atendida. MUN_ABAST: Nome dos Municípios atendidos por aquele ponto; NOME_IBGE: Nome do corpo hídrico (manancial) ao qual pertence o ponto conforme a Base do IBGE e a denominação local entre parênteses quando esta era referência nas fontes de dados; MUN_CAPTA: Nome do Município base do ponto de captação. Informação necessária porque vários municípios recebem água captada no território de outro município vizinho ou mais distante; NOME_SISTE: Nome do Sistema de captação. Informação que auxiliou no entendimento quanto à distribuição espacial dos pontos de captação em relação a ETA; TIPO_SISTE: Tipo de Sistema. Quando a captação atender um único município é denominado isolado, se atender mais de um município é denominado integrado; LOCAL_ATEND: Local atendido. Para identificar se o ponto de captação abastece uma sede de município ou distrito independente; OPERADOR: Operador do sistema de abastecimento; LAT E LONG: Coordenadas dos pontos de captação.

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    As "Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais - AIPMs" consistem nas áreas drenantes situadas à montante dos 199 pontos de captação de água do Estado do Rio de Janeiro - gerando, portanto, 199 AIPMs. Essas são consideradas porções do território que possuem contribuição hidrográfica e influenciam diretamente à disponibilidade de água em quantidade e qualidade. A delimitação automática de bacias hidrográficas das AIPMs teve como dado de entrada o Modelo Digital de Terreno Hidrologicamente Consistido (MDT-HC) gerado a partir da base cartográfica contínua vetorial do Rio de Janeiro na escala 1:25.000, a utilização da hidrografia e altimetria (curvas de nível e pontos cotados), tendo como célula mínima o valor de 10 metros e o valor mínimo de interporlação (zero), e aplicando a hidrografia como arquivo para ajuste (enforce) e prenchimentos de vazios (fill). Os dados de direção de fluxo gerados foram usados para o cálculo do acúmulo e para extração da rede de drenagem principal, calculando-se a ordem hierárquica dos canais segundo o modelo de Strahler. As AIPMs principais que encontram-se em sistemas integrados e envolvem rios federais tiveram ainda as obras de engenharia consideradas em suas delimitações. Por fim, a classifacação das AIPMs foi realizada de acordo com três critérios de análise: tamanho da bacia, relevância para o abastecimento público, padrão de uso do solo e cobertura vegetal e pressão sobre os mananciais. O mapa que acompanha esse metadado traz as AIPMs classificadas de acordo com sua dimensão territorial, dividas em classes de tamanho, onde: considera-se mais prioritárias as que possuem área menor que 20.000 hectares, seguindo a lógica de que o tamanho é inversamente proporcional a prioridade. 120.000 hecatares é o limite da classe mais baixa de prioridade e as áreas maiores que esse valor não apresentam nenhum grau, ficando fora da escala.

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    Representação poligonal das áreas de contribuição hidrográfica, ottobacia, para cada trecho de drenagem, com seu código de bacia obtido a partir da metodologia de Otto Pfafstetter. Metodologia de Otto Pfafstetter – metodologia para codificação de bacias hidrográficas proposto por Otto Pfafstetter. Nessa metodologia, em qualquer nível de classificação, determinam-se os quatro afluentes com maior bacia de drenagem seguindo ao longo do curso d´água principal de jusante para montante. Define-se em cada bifurcação fluvial, o afluente como sendo o curso d´água de menor área de drenagem enquanto que o curso d´água principal será aquele com maior área. Os quatro maiores afluentes do curso d´água principal em cada nível de ramificação recebem de jusante para montante os números pares 2, 4, 6 e 8. Determinam-se novamente os quatro maiores tributários para cada um desses afluentes e adiciona-se à direita desse número o número da bacia principal de ordem imediatamente inferior e assim sucessivamente até que todos os cursos d´água da rede de drenagem sejam codificados. Todos os outros afluentes menores de um curso d´água principal são agrupados em cinco áreas designadas por Pfafstetter (1989) como interbacias, as quais são atribuídas a numeração ímpar 1, 3, 5, 7 e 9, também tendo como critério de jusante para montante. Campos da tabela de atributos: idbacia – (identificador único da bacia) número único que caracteriza a área de contribuição hidrográfica (chave-primária). cotrecho – (identificador único do trecho) número único que caracteriza o trecho (chave- estrangeira). cocursodag – (código do curso d’água) código de Otto Pfafstetter do curso d’água onde o trecho se insere. cobacia – (código da bacia) código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica referente ao trecho (chave alternativa). nuareacont – (área de contribuição direta da bacia) área, em quilômetros quadrados, da área de contribuição hidrográfica do trecho. nuordemcda – (ordem do curso d’água) ordem, a partir da foz da bacia no mar (curso d’água que deságua diretamente no mar é ordem 1, o que deságua nele é 2, e assim por diante), do curso d’água. nunivotto1 – (nível 1 de Otto Pfafstetter) primeiro algarismo do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto2 – (nível 2 de Otto Pfafstetter) primeiros dois algarismos do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto3 – (nível 3 de Otto Pfafstetter) primeiros três algarismos do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto4 – (nível 4 de Otto Pfafstetter) primeiros quatro algarismos do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto5 – (nível 5 de Otto Pfafstetter) primeiros cinco algarismos do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto6 – (nível 6 de Otto Pfafstetter) primeiros seis algarismos do código de Otto Pfafstetter da área de contribuição hidrográfica do trecho. nunivotto – (nível de Otto Pfafstetter) numeração máxima do número de dígitos do código de Otto Pfafstetter de bacia. dsversao – (versão) versão da base. Esse dado é proveniente dos shapes de Base Hidrográfica Ottocodificada de Bacias Litorâneas SP-RJ 1:25.000/1:50.000, Base Hidrográfica Ottocodificada do Rio Paraíba do Sul e Base Hidrográfica 7919 , em que foram selecionadas as bacias que interceptam o Estado do Rio de Janeiro.

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    As condições de balneabilidade das praias do Estado do Rio de Janeiro são divulgadas regularmente por meio de boletins encaminhados periodicamente para a imprensa, jornais de grande circulação, e pelo site do INEA. Esses boletins informam as condições vigentes das praias para efeito de balneabilidade, orientando a população no uso diário das mesmas. Neste contexto, é feita a avaliação da qualidade da água para fins de banho e recreação no Estado do Rio de Janeiro a partir da comparação do nível de contaminação das águas por coliformes termotolerantes e enterococos, segundo os padrões previstos na legislação vigente, a resolução CONAMA nº 274/2000. Elevados números destas bactérias em águas marinhas indicam principalmente a contaminação por esgotos. Atualmente, são monitoradas 201 praias com 290 estações de amostragem, abrangendo um total de 22 municípios do Estado do Rio de Janeiro. O número de estações de amostragem varia de acordo com a extensão do arco de praia, assim como a definição dos pontos de coleta é feita com base nas determinações da Resolução CONAMA 274/2000, que privilegia as áreas com maior concentração de banhistas. A frequência de amostragem nas praias da zona sul e zona oeste do município do Rio de Janeiro é de duas vezes por semana, e semanal no caso das praias de Paquetá e Niterói. Enquanto nas demais praias do Estado do Rio de Janeiro a frequência de amostragem varia entre quinzenal (sendo o caso, por exemplo, das praias de Saquarema, Búzios e Rio das Ostras) ou mensal (sendo o caso, por exemplo, das praias de Paraty, Mangaratiba e Sepetiba). Segundo a resolução CONAMA n° 274/2000, as águas consideradas próprias poderão ser subdivididas nas seguintes categorias: a) Excelente: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo, 250 coliformes fecais (termotolerantes) ou 200 Escherichia coli ou 25 enterococos por l00 mililitros; b) Muito Boa: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo, 500 coliformes fecais (termotolerantes) ou 400 Escherichia coli ou 50 enterococos por 100 mililitros; c) Satisfatória: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver, no máximo 1.000 coliformes fecais (termotolerantes) ou 800 Escherichia coli ou 100 enterococos por 100 mililitros As águas serão consideradas impróprias quando no trecho avaliado, for verificada uma das seguintes ocorrências: a) não atendimento aos critérios estabelecidos para as águas próprias; b) valor obtido na última amostragem for superior a 2500 coliformes fecais (termotolerantes) ou 2000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 mililitros; c) incidência elevada ou anormal, na Região, de enfermidades transmissíveis por via hídrica, indicada pelas autoridades sanitárias ; d) presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleos, graxas e outras substâncias, capazes de oferecer riscos à saúde ou tornar desagradável a recreação; e) pH < 6,0 ou pH > 9,0 (águas doces), à exceção das condições naturais; f) floração de algas ou outros organismos, até que se comprove que não oferecem riscos à saúde humana; g) outros fatores que contra-indiquem, temporária ou permanentemente, o exercício da recreação de contato primário.

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    Dados de densidade de recrutas (colônias jovens) de corais da espécie Mussismilia hispida (indivíduos/m²) com base em coletas efetuadas na Baía da Ilha Grande sob contratação do Projeto de Gestão integrada da Baía da Ilha Grande – Projeto BIG – CGP/BRA/078/GFF. Coletas e organização dos dados brutos efetuados pela Equipe CEBIO/UERJ.

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    Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, as Unidades de Conservação são espaços territoriais e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. As unidades de conservação integrantes desse sistema dividem-se em dois grupos, com características específicas. Cada categoria tem justificativa e objetivos próprios que auxiliam na escolha de sua classe, de acordo com o planejamento do território. São os grupos: I - Unidades de Proteção Integral, cujo objetivo básico é preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais; II - Unidades de Uso Sustentável, cujo objetivo básico é compatibilizar a conservação da natureza com o uso de parcela dos seus recursos naturais. O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de Unidade de Conservação: Estação Ecológica; Reserva Biológica; Parque Nacional; Monumento Natural e Refúgio de Vida Silvestre. Constituem o Grupo das Unidades de Uso Sustentável as seguintes categorias de Unidade de Conservação: Área de Proteção Ambiental; Área de Relevante Interesse Ecológico; Floresta Nacional; Reserva Extrativista; Reserva de Fauna; Reserva de Desenvolvimento Sustentável e Reserva Particular do Patrimônio Natural. As unidades de conservação municiais foram validadas pelo ICMS verde.

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    Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, as Unidades de Conservação são espaços territoriais e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. As unidades de conservação integrantes desse sistema dividem-se em dois grupos, com características específicas. Cada categoria tem justificativa e objetivos próprios que auxiliam na escolha de sua classe, de acordo com o planejamento do território. São os grupos: I - Unidades de Proteção Integral, cujo objetivo básico é preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais; II - Unidades de Uso Sustentável, cujo objetivo básico é compatibilizar a conservação da natureza com o uso de parcela dos seus recursos naturais. O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de Unidade de Conservação: Estação Ecológica; Reserva Biológica; Parque Nacional; Monumento Natural e Refúgio de Vida Silvestre. Constituem o Grupo das Unidades de Uso Sustentável as seguintes categorias de Unidade de Conservação: Área de Proteção Ambiental; Área de Relevante Interesse Ecológico; Floresta Nacional; Reserva Extrativista; Reserva de Fauna; Reserva de Desenvolvimento Sustentável e Reserva Particular do Patrimônio Natural. Unidades de conservação federais geridas pelo Instituto Chico Mendes.