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    O mapa das áreas prioritárias para restauração ocorreu a partir da revisão do mapeamento do uso do solo e cobertura florestal do Estado do Rio de Janeiro para o ano de 2015, que revisou a classe afloramento. Para esta análise, foram consideradas as feições erosivas e paredões rochosos, identificados nas Cartas de Suscetibilidade a Movimentos Gravitacionais de Massa e Inundações - Rio de Janeiro, escala 1:100.000 (CPRM, 2015). As classes temáticas identificadas no mapeamento da CPRM foram unidas ao Mapa de Uso do Solo e Cobertura Florestal elaborado pelo INEA, escala 1:100.000, para o ano de 2015. As feições identificadas pela CPRM indicando afloramento rochoso, muitas vezes, encontravam-se cobertas por vegetação rasteira, demanandando edição manual e visual utilizando imagens do satélite LANDSAT 8 para o ano de 2015.A partir deste processamento, realizado no software ARCGIS 10.4, o mapa de uso do solo foi reclassificado, demandando assim nova análise do mapa de áreas prioritárias para restauração. Foi realizada a sobreposição entre os dois mapas, e a partir da retirada da classe afloramento rochoso, foram excluídas ou inseridas no mapa resultante as novas áreas para restauração florestal. Dicionário de Atributos: CLASSE_ - Nível de prioridade para Restauração Florestal AREA_HA - Dimensão das Áreas Prioritárias para Restauração Florestal em hectares

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    Este dado é produto de um cooperação técnica entre o Serviço Geológico do Brasil - CPRM e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP. A batimetria foi gerada a partir dos dados da batimetria SRTM 30 Plus V.8.0 com resolução de 30 arcos de segundo e gerada a partir de compilações e edições de dados. Os dados gravitacionais foram gerados a partir dos satélites ERS-1 e Geosat. Além dos dados gerados por satélites, a batimetria SRTM30 Plus V.8.0 foi elaborada também partir de dados gerados de sondas que foram disponibilizados por: National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), SIOExplorer (SIO), National Geospatial-Itelligence Agency (NGA), Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC), French Research Institute for Exploitation of the Sea (IFREMER), General Bathymetric Chart of the Oceans (GEBCO), Naval Oceanographic Office (NAVOCEANO), National Geophysical Data Center (NGDC) e pela comunidade científica, maiores informações em: http://dx.doi.org/10.1080/01490410903297766. Os arquivos foram formatados para que pudessem ser lidos no ArcGIS V.10 (ou versão superior). Em seguida, foram gerados arquivos shapefiles pontuais (GRID regular); e agrupadas as três partes dos arquivos com a ferramenta Merge. Foram gerados os TIN(s) (Triangular Irregular Network). A partir dos TIN(s), foram criados os arquivos raster com resolução espacial de 900 m; a partir dos arquivos raster, foram geradas as curvas batimétricas. Após as curvas serem geradas, elas foram separadas de acordo com as profundidades e posteriormente de acordo com as classes: Faixa, Elevação e Depressão. Com as Faixas, Elevações e Depressões de cada profundidade separadas, as linhas foram transformadas em polígonos de acordo com a profundidade e o tipo de cada classe.

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    Faixa Marginal de Proteção - FMP do Sistema Lagunar de Marica

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    Plano de Alinhamento de Orla - PAO do Sistema Lagunar de Marica

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    O mapeamento foi realizado em março de 2017 baseado em imagens LANDSAT-8 sensorOLI multiespectral pancromática. Métodos aplicados: análise direcionada ao objeto (GEOBIA);detecção de mudanças bi anual. Software Ecognition. As classes foram definidas a partir da especificidade das Unidades de Conservação e classificadas de acordo com Oliveira (1992).

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    A Zona costeira corresponde aos municípios defrontantes com o mar e com os sistemas lagunares além da faixa marítima do estado do Rio de Janeiro.

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    A Zona costeira corresponde aos municípios defrontantes com o mar e com os sistemas lagunares além da faixa marítima do estado do Rio de Janeiro. Dicionário de Atributos: PMGC: Plano Municipal de Gerenciamento Costeiro STTS ORLA: Status do Projeto Orla - Interrompido - Projeto paralisado entre as etapas de adesão e aprovação do Plano de Gestão Integrada da Orla - PGI pelas Coordenações Estadual e Nacional; - PGI não Implementado - Projeto conduzido até a aprovação do PGI pelas Coordenações Estadual e Nacional, porém não submetido a audiência pública para aprovação final e constituição do Comitê Gestor; - Não aderiu - Município não aderiu ao Projeto Orla; - PGI Aprovado/CG Ativo - Projeto Orla concluído no Município, com PGI em execução e Comitê Gestor ativo. Foram calculados separadamente a área e a extensão da linha de costa para as porções continentais e insulares dos municípios. Foram discriminados no campo TIPO.