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    Proposição de Ações para implantação de estações fluviométricas no ERJ, nos cenários de planejamento de curto, médio e longo prazos. Descrição dos dados: vide a tabela explicativa abaixo: Nome do Atributo - Descrição do Atributo Cenarios - cenário de planejamento (momento da implantação da ação) Rio - curso d'água onde a ação está prevista

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    As "Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais - AIPMs" consistem nas áreas drenantes situadas à montante dos 514 pontos de captação de água do Estado do Rio de Janeiro para abastecimento dos distritos e sedes municipais, gerando, portanto, 514 AIPMs. Essas são consideradas porções do território que possuem contribuição hidrográfica e influenciam diretamente à disponibilidade de água em quantidade e qualidade. A delimitação automática de bacias hidrográficas das AIPMs teve como dado de entrada o Modelo Digital de Terreno Hidrologicamente Consistido (MDT-HC) gerado a partir da base cartográfica contínua vetorial do Rio de Janeiro na escala 1:25.000, a utilização da hidrografia e altimetria (curvas de nível e pontos cotados), tendo como célula mínima o valor de 10 metros e o valor mínimo de interporlação (zero), e aplicando a hidrografia como arquivo para ajuste (enforce) e prenchimentos de vazios (fill). Os dados de direção de fluxo gerados foram usados para o cálculo do acúmulo e para extração da rede de drenagem principal, calculando-se a ordem hierárquica dos canais segundo o modelo de Strahler. As AIPMs principais que encontram-se em sistemas integrados e envolvem rios federais tiveram ainda as obras de engenharia consideradas em suas delimitações. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Área referente à Reserva Extrativista de Arraial do Cabo criada pelo decreto presidencial S/N de 3 de janeiro de 1997. NO interior da área é proibida a pesca com rede de arrasto, explosivos e substâncias tóxicas conforme estabelecido na portaria 17-N do IBAMA. E a Reserva Extrativista de Itaipu, criada pelo Decreto 44.417 de 30 de Setembro de 2013. Os dados são provenientes da digitalização, georreferenciamento e vetorização das Cartas Náuticas da Marinha do Brasil que compreendem os limites da costa do Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas informações de cartas náuticas de diferentes escala. Dessa forma, o produto desta articulação é multiescalar. A relação das cartas náuticas utilizadas e suas respectivas escalas encontram-se abaixo: CN23000 - ESCALA: 1:300.000 Foi utilizado o método de vetorização semi-automática utilizando a extensão ArcScan do software ArcGIS 10.4.

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    Área destinada a exercícios de tiro. A interdição é divulgada em Avisos-Rádio aos Navegantes. É proibido fundeio e pesca. Os dados são provenientes da digitalização, georreferenciamento e vetorização das Cartas Náuticas da Marinha do Brasil que compreendem os limites da costa do Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas informações de cartas náuticas de diferentes escala. Dessa forma, o produto desta articulação é multiescalar. A relação das cartas náuticas utilizadas e suas respectivas escalas encontram-se abaixo: CN1501 - ESCALA: 1:50.000 Foi utilizado o método de vetorização semi-automática utilizando a extensão ArcScan do software ArcGIS 10.4.

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    Áreas de navegação proibida a menos que expressamente autorizada. Os dados são provenientes da digitalização, georreferenciamento e vetorização das Cartas Náuticas da Marinha do Brasil que compreendem os limites da costa do Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas informações de cartas náuticas de diferentes escala. Dessa forma, o produto desta articulação é multiescalar. A relação das cartas náuticas utilizadas e suas respectivas escalas encontram-se abaixo: CN1501 - ESCALA: 1:50.000 CN1620 - ESCALA: 1:120.000 Foi utilizado o método de vetorização semi-automática utilizando a extensão ArcScan do software ArcGIS 10.4.

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    Áreas de navegação proibida a menos que expressamente autorizada. Os dados são provenientes da digitalização, georreferenciamento e vetorização das Cartas Náuticas da Marinha do Brasil que compreendem os limites da costa do Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas informações de cartas náuticas de diferentes escala. Dessa forma, o produto desta articulação é multiescalar. A relação das cartas náuticas utilizadas e suas respectivas escalas encontram-se abaixo: CN1501 - ESCALA: 1:50.000 CN1620 - ESCALA: 1:120.000 Foi utilizado o método de vetorização semi-automática utilizando a extensão ArcScan do software ArcGIS 10.4.

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    Este dado consiste na localização e descrição das estações hidrometeorológicas, pluviométricas e meteorológicas do INEA no estado do Rio de Janeiro.

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    O trabalho desenvolvido para cada bioma contou com a execução de diferentes parceiros técnicos selecionados, por meio de edital público, entre instituições de ensino e pesquisa, e organizações não governamentais. E estes processos foram apoiados por diferentes projetos e utilizaram diferentes fontes de financiamento. Em todos os Biomas, foi utilizada a metodologia aprovada pela CONABIO por meio da Deliberação CONABIO nº 39 de 14/12/2005, e baseou-se na utilização do software Marxan, e na integração de atividades de modelagem computacional, com a validação da informação gerada por especialistas de diferentes setores e regiões dos biomas. Um total de quatro oficinas foram organizadas, para cada um dos processos desenvolvidos por bioma, sendo coordenadas conjuntamente pela equipe do MMA e da instituição executora: 1 - Oficina de Alvos e Metas de Conservação; 2 - Oficina de Custos, 3 – Oficina de Oportunidades e 4 – Oficina Final de Seleção das Áreas e Recomendação das Ações. Cada oficina é precedida do envio aos especialistas dos resultados dos estudos computacionais, que durante os eventos são validados e ou complementados, quando for o caso, com informações oriundas de conhecimento técnico e observacional dos participantes. Os resultados obtidos para cada um dos biomas são sistematizados em um único mapa (pdf e shapefiles) e em fichas descritivas das áreas com suas ações recomendadas, além da informação de importância biológica e prioridade de ação. O processo da 2ª atualização das áreas prioritárias para conservação da Zona Costeira e Marinha iniciou-se em 2014 e foi concluído em 2018, e contou com várias reuniões técnicas temáticas, com a participação de pesquisadores, gestores de órgãos governamentais municipais, estaduais e federais, organização da sociedade civil, setores econômicos e representantes de diversas instituições. Foi coordenado pelo MMA, com o apoio técnico do consórcio formado pela Conservação Internacional e o WWF-Brasil, contratado por meio de edital público com recursos do Projeto GEF Mar.

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    Demandas por tipo de uso da água por município na Situação Atual. Descrição dos atributos: vide a tabela abaixo: Nome do Atributo - Descrição do Atributo Município - nome do município Abast_Hum - demandas de abastecimeto Humano - m3/s (captação) Abast_Hu_1 - demandas de abastecimeto Humano - m3/s (retorno) Agricultur - demandas de agricultura - m3/s (captação) Agricult_1 - demandas de agricultura - m3/s (retorno) CriaþÒo_an - demandas de criação animal - m3/s (captação) CriaþÒo__1 - demandas de criação animal - m3/s (retorno) Ind·stria - demandas de indústria - m3/s (captação) Ind·stri_1 - demandas de indústria - m3/s (retorno) MineraþÒo - demandas de mineração - m3/s (captação) MineraþÒ_1 - demandas de mineração - m3/s (retorno) Total___Ca - demandas total por município - m3/s (captação) Total___Re - demandas total por município - m3/s (retorno)

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    Arquivos relacionados à situação de saneamento dos municípios da RHII. Arquivo vetorial contendo os pontos de lançamento por setor, cadastrados no INEA e cruzados por UHP. Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe