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    Porcentagem de domicílios cuja canalização do banheiro ou sanitário está ligado a uma fossa séptica (passa por um processo de tratamento ou decantação, sendo, ou não, a parte líquida conduzida em seguida para um desaguadouro geral da área, região ou município) ou fossa rudimentar (fossa rústica, fossa negra, poço ou buraco). Os dados se limitam aos setores censitários inseridos nos municípios participantes do Projeto Conexão Mata Atlântica. Fonte dos dados: Censo IBGE 2010 Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    As "Áreas de Interesse para Proteção e Recuperação de Mananciais - AIPMs" consistem nas áreas drenantes situadas à montante dos 514 pontos de captação de água do Estado do Rio de Janeiro para abastecimento dos distritos e sedes municipais, gerando, portanto, 514 AIPMs. Essas são consideradas porções do território que possuem contribuição hidrográfica e influenciam diretamente à disponibilidade de água em quantidade e qualidade. A delimitação automática de bacias hidrográficas das AIPMs teve como dado de entrada o Modelo Digital de Terreno Hidrologicamente Consistido (MDT-HC) gerado a partir da base cartográfica contínua vetorial do Rio de Janeiro na escala 1:25.000, a utilização da hidrografia e altimetria (curvas de nível e pontos cotados), tendo como célula mínima o valor de 10 metros e o valor mínimo de interporlação (zero), e aplicando a hidrografia como arquivo para ajuste (enforce) e prenchimentos de vazios (fill). Os dados de direção de fluxo gerados foram usados para o cálculo do acúmulo e para extração da rede de drenagem principal, calculando-se a ordem hierárquica dos canais segundo o modelo de Strahler. As AIPMs principais que encontram-se em sistemas integrados e envolvem rios federais tiveram ainda as obras de engenharia consideradas em suas delimitações. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Pontos de ancoragem mapeados nas cartas náuticas. Os dados são provenientes da digitalização, georreferenciamento e vetorização das Cartas Náuticas da Marinha do Brasil que compreendem os limites da costa do Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas informações de cartas náuticas de diferentes escala. Dessa forma, o produto desta articulação é multiescalar. A relação das cartas náuticas utilizadas e suas respectivas escalas encontram-se abaixo: CN22900 - ESCALA: 1:300.000 CN23000 - ESCALA: 1:300.000 CN23100 - ESCALA: 1:300.000 Foi utilizado o método de vetorização semi-automática utilizando a extensão ArcScan do software ArcGIS 10.4.

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    O INEA através da Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET) é responsável por acompanhar a implementação das Políticas e Instrumentos empregados no Gerenciamento Costeiro do Estado do Rio de Janeiro. Dentre as principais linhas de atuação do Gerenciamento Costeiro no INEA, destacam-se: - Coordenação de projetos e ações estratégicas vinculados ao Gerenciamento Costeiro; - Coordenação Estadual do Projeto Gestão Integrada da Orla Marítima – Projeto Orla; - Levantamento, compilação e sistematização de informações para a gestão da Zona Costeira, com foco especial em dados Geoespaciais; - Apoio ao Licenciamento Ambiental de atividades de grande porte com impactos sobre a linha de costa.

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Este grupo de arquivos contém os shapefiles com a classificação das Unidades Hídricas de Planejamento (UHPs) em agendas temáticas. As agendas são uma forma de análise integrada que tem por objetivo destacar os aspectos de maior relevância do diagnóstico através de uma análise relativizada no conjunto das UHPs. Dessa forma, as Agendas apresentam uma segmentação ao mesmo tempo temática e territorial, que traduz a condição específica em que se encontram diferentes regiões acerca de questões estratégicas para a gestão e o planejamento dos recursos hídricos. A Agenda Cinza descreve a situação atual das atividades de industriais e da mineração Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Mapeamento das nanobacias que, em média, mais contribuempara açudes e captações de distritos e sedes municipais. Critério representativo do uso da água da análise multicritério para hierarquização das nanobacias prioritárias para o Projeto Conexão Mata Atlântica. Metadados das informações geoespaciais produzidas e administrados pela Coordenadoria de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (COGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE, no âmbito do Projeto Conexão Mata Atlântica. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Arquivo vetorial pontual contendo os aproveitamentos termelétricos na RHII. Sistema de Informações Georreferenciadas do Setor Elétrico - SIGEL: http://sigel.aneel.gov.br:8080/sigel.html Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Contém as sub-divisões hidrográficas apresentadas na atualização do plano estratégico de recursos hídricos das bacias hidrográficas dos rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim em diversos níveis. Unidades Hidrológicas de Planejamento, delimitadas por homogeneidade de condições físicas (hidrográficas, hidrológicas, geológicas, morfológicas, entre outras), socioeconômicas, culturais, político-administrativas e institucionais, voltadas aos recursos hídricos. Obtidas a partir do agrupamento de segmentos, contendo a porção paulista da bacia do rio Piraí. Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe

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    Localização das captações e seus manaciais. Descrição dos atributos: vide tabela abaixo: Nome do Atributo - Descrição do Atributo SISTEMA - Tipo do Sistema de Abastecimento (Isolado ou Integrado) NOME_SISTE - Nome do Sistema de Abastecimento DEFICIT - Se 'sim' o sistema é insuficiente; se 'não' é suficiente; se 'alternativa': sugestão de captação alternativa para o sistema MANANCIAL - Corpo hídrico da captação LAT - Latitude em formato DMS LONG - Longitude em formato DMS LAT_DEC - Latitude em formato DD LONG_DEC - Longitude em formato DD

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    Metadados referentes à base de dados do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica II - Guandu. Contém as sub-divisões hidrográficas apresentadas na atualização do plano estratégico de recursos hídricos das bacias hidrográficas dos rios Guandu, da Guarda e Guandu-Mirim em diversos níveis. Porção paulista do rio Piraí, delimitada a partir de dados de SRTM. Metadados administrados pela Gerência de Gestão do Território e Informações Geoespaciais (GEGET), setor pertencente à Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas e Ecossistemas - DIBAPE. Consulte também: https://arcg.is/0zWyDe