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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    O Índice de Qualidade das Águas para Fins de Abastecimento Público (IAP) é calculado nos pontos de amostragem dos rios e reservatórios utilizados para o abastecimento público. O IAP é o produto da ponderação dos resultados atuais do IQA (Índice de Qualidade de Águas) e do ISTO (Índice de Substâncias Tóxicas e Organolépticas). O ISTO é composto pelo grupo das variáveis que indicam a presença de substâncias tóxicas (Potencial de Formação de Trihalometanos, Número de Células de Cianobactérias, Cádmio, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio e Níquel) e pelo grupo das variáveis que afetam a qualidade organoléptica da água (Ferro, Manganês, Alumínio, Cobre e Zinco). A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IAP de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O IAP é calculado apenas nos pontos coincidentes com as captações utilizadas para abastecimento público. As informações utilizadas para o cálculo do IAP estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2019 https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/publicacoes-e-relatorios/

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA – Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET – Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2017 https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/publicacoes-e-relatorios/

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    O Índice de Qualidade das Águas para Fins de Abastecimento Público (IAP) é calculado nos pontos de amostragem dos rios e reservatórios utilizados para o abastecimento público. O IAP é o produto da ponderação dos resultados atuais do IQA (Índice de Qualidade de Águas) e do ISTO (Índice de Substâncias Tóxicas e Organolépticas). O ISTO é composto pelo grupo das variáveis que indicam a presença de substâncias tóxicas (Potencial de Formação de Trihalometanos, Número de Células de Cianobactérias, Cádmio, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio e Níquel) e pelo grupo das variáveis que afetam a qualidade organoléptica da água (Ferro, Manganês, Alumínio, Cobre e Zinco). A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IAP de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O IAP é calculado apenas nos pontos coincidentes com as captações utilizadas para abastecimento público. As informações utilizadas para o cálculo do IAP estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2016 http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-e-relatorios/

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA – Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET – Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2016 http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-e-relatorios/

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    A CETESB possui 177 pontos de avaliação de balneabilidade no litoral de São Paulo, onde semanalmente, aos finais de semana, são coletadas amostras de água para análise em laboratório. A classificação semanal de uma praia é feita de acordo com as densidades de bactérias fecais na água do mar, resultantes de análises feitas nas amostras de cinco semanas consecutivas. O critério adotado pela CETESB para águas marinhas é baseado na densidade de enterococos. Se essas forem superiores a 100 UFC/100 mL, em duas ou mais amostras de um conjunto de cinco semanas, ou apre¬sentar valor superior a 400 UFC/100 mL na última amostragem fica caracterizada a impropriedade da praia para recreação de contato primário. A utilização dos cinco resultados considera a grande variabilidade dos dados microbiológicos, representando a tendência de qualidade da praia. Sua classificação, como Imprópria, indica, portanto, um comprometimento na qualidade sanitária das águas, implicando em um aumento no risco à saúde do banhista e tornando desaconselhável a sua utilização para o banho. Mesmo apresentando baixas densidades de bactérias fecais, uma praia pode ser classificada na categoria Imprópria quando ocorrerem circunstâncias que desaconselhem a recreação de contato primário, tais como: a presença de óleo provocada por derramamento acidental de petróleo; ocorrência de maré vermelha; floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças de veiculação hídrica.

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA – Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET – Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2015 (http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/sites/32/2013/11/Cetesb_QualidadeAguasSuperficiais2015_ParteI_25-07.pdf).