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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA – Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET – Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais (http://aguasinteriores.cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/sites/32/2013/11/Ap%C3%AAndice-C-%C3%8Dndices-de-Qualidade-das-%C3%81guas-.pdf).

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA - Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET ? Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2018 https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/publicacoes-e-relatorios/

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    O Índice de Qualidade das Águas para Fins de Abastecimento Público (IAP) é calculado nos pontos de amostragem dos rios e reservatórios utilizados para o abastecimento público. O IAP é o produto da ponderação dos resultados atuais do IQA (Índice de Qualidade de Águas) e do ISTO (Índice de Substâncias Tóxicas e Organolépticas). O ISTO é composto pelo grupo das variáveis que indicam a presença de substâncias tóxicas (Potencial de Formação de Trihalometanos, Número de Células de Cianobactérias, Cádmio, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio e Níquel) e pelo grupo das variáveis que afetam a qualidade organoléptica da água (Ferro, Manganês, Alumínio, Cobre e Zinco). A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IAP de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O IAP é calculado apenas nos pontos coincidentes com as captações utilizadas para abastecimento público. As informações utilizadas para o cálculo do IAP estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2018 https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/publicacoes-e-relatorios/

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    IPAS é Indicador de Potabilidade das Águas Subterrâneas. Representa o percentual (%) de amostras de águas brutas em conformidade com os padrões de potabilidade nacionais (Portaria nº2914/11 do Ministério da Saúde). As amostras de águas são coletadas em poços utilizados para abastecimento público ou nascentes que fazem parte da Rede CETESB de Monitoramento de Qualidade das Águas Subterrâneas.

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.

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    O IVA tem o objetivo de avaliar a qualidade das águas para fins de proteção da fauna e flora, em geral. O IVA leva em consideração a presença e concentração de substâncias tóxicas (Cobre, Zinco, Chumbo, Cromo Total, Mercúrio, Níquel, Cádmio e Surfactantes), o efeito destas substâncias nos organismos aquáticos (Toxicidade) e duas variáveis consideradas essenciais para a biota (pH e Oxigênio Dissolvido), variáveis essas agrupadas no IPMCA – Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática, bem como o IET – Índice do Estado Trófico. Desta forma, o IVA fornece informações não só sobre a qualidade da água em termos ecotoxicológicos, como também sobre o seu grau de trofia. A classificação apresentada representa a média anual obtida a partir dos resultados do IET de, pelo menos, 4 campanhas mensais. O cálculo do IVA é priorizado em pontos que estão enquadrados em classes que preveem a proteção da vida aquática excluindo-se, assim, os corpos hídricos Classe 04 (CONAMA 357/05). As informações utilizadas para o cálculo do IVA estão disponíveis no Relatório de Qualidade das Águas Superficiais de 2017 https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/publicacoes-e-relatorios/

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    A Classificação anual das praias tem por objetivo mostrar a tendência da qualidade das praias de modo integrado, baseando-se nos resultados do monitoramento semanal, e que se constitui na síntese da distribuição das classificações obtidas pelas praias durante as 52 semanas do ano. São classificadas como Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima.