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    Esta camada apresenta a classificação da qualidade do ar dos municípios para material particulado, em 2013, de acordo com o estabelecido no Decreto Estadual nº 59113/2013, com base em dados de 2009 a 2012 das estações de monitoramento da CETESB, no Estado de São Paulo, tendo sido aprovada pela Deliberação CONSEMA 12/2013, de 16/07/13. O Decreto Estadual nº 59113 de 23/04/2013 estabeleceu novos critérios de classificação da qualidade do ar de sub-regiões, além de novos padrões de qualidade do ar para o Estado de São Paulo, assim como modificações na política de gerenciamento deste recurso. Mais especificamente em seu artigo 5º, fixa os critérios para a classificação da qualidade do ar de uma sub-região, para efeito de gestão quanto a um poluente específico, nas seguintes categorias, da pior para a melhor: Maior que M1 (>M1), M1, M2, M3 e MF. Esta classificação é realizada a cada três anos, sendo considerados os seguintes poluentes: partículas inaláveis (MP10), partículas inaláveis finas (MP2,5), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e o ozônio (O3). No caso do material particulado, é considerada a pior classificação entre o MP10 e o MP2,5, e a sub-região é o próprio munícipio onde está localizada a estação de monitoramento da qualidade do ar. Maiores informações sobre esta classificação podem ser obtidas nos links: http://ar.cetesb.sp.gov.br/classificacao-de-municipios/ http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2013/decreto-59113-23.04.2013.html

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    Esta camada apresenta o enquadramento dos municípios com relação ao Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos – IQR em 2003. Esse índice indica as condições das instalações de destinação de resíduos sólidos domiciliares utilizadas pelos municípios e é obtido a partir da aplicação de questionário padronizado, constituído por 3 capítulos relativos, respectivamente, às características locacionais, estruturais e operacionais, cuja pontuação varia de 0 a 10. Em função do índice apurado, por ocasião da inspeção às instalações do aterro, esse é enquadrado como condição inadequada (IQR<=6,0), indicado pela cor vermelha, condição controlada (6,0<IQR<=8,0), indicado em amarelo e condição adequada (8,0<IQR<=10,0) indicado em verde. Este índice compõe o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares, que apresenta a avaliação dos locais de tratamento e disposição dos resíduos domiciliares dos municípios do Estado de São Paulo. Os relatórios dos Inventários, publicados anualmente, encontram-se disponíveis em: http://residuossolidos.cetesb.sp.gov.br/residuos-solidos/residuos-urbanos-saude-construcao-civil/publicacoes-e-relatorios/ Observa-se, ainda, que as planilhas de avaliação do IQR, encontram-se disponíveis no endereço abaixo: http://residuossolidos.cetesb.sp.gov.br/residuos-solidos/residuos-urbanos-saude-construcao-civil/mapa-de-destinacao-de-residuos-urbanos/ Clicando no mapa, no canto esquerdo da tela, e posteriormente na UGRHI correspondente, selecionando o município, serão disponibilizadas as fotos e a planilha do IQR.

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    Esta camada apresenta a classificação da qualidade do ar dos municípios para dióxido de enxofre (SO2), em 2016, de acordo com o estabelecido no Decreto Estadual nº 59113/2013, com base em dados de 2012 a 2015 das estações de monitoramento da CETESB, no Estado de São Paulo, tendo sido aprovada pela Deliberação CONSEMA 12/2013, de 16/07/13. O Decreto Estadual nº 59113 de 23/04/2013 estabeleceu novos critérios de classificação da qualidade do ar de sub-regiões, além de novos padrões de qualidade do ar para o Estado de São Paulo, assim como modificações na política de gerenciamento deste recurso. Mais especificamente em seu artigo 5º, fixa os critérios para a classificação da qualidade do ar de uma sub-região, para efeito de gestão quanto a um poluente específico, nas seguintes categorias, da pior para a melhor: Maior que M1 (>M1), M1, M2, M3 e MF. Esta classificação é realizada a cada três anos, sendo considerados os seguintes poluentes: partículas inaláveis (MP10), partículas inaláveis finas (MP2,5), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e o ozônio (O3). No caso do dióxido de enxofre, a sub-região é o próprio munícipio onde está localizada a estação de monitoramento da qualidade do ar. Maiores informações sobre esta classificação podem ser obtidas nos links: http://ar.cetesb.sp.gov.br/classificacao-de-municipios/ http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2013/decreto-59113-23.04.2013.html

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    Esta camada apresenta os dados de 2014 considerando: - Distribuição percentual da qualidade do ar: A classificação da qualidade do ar para MP2,5, considerando a concentração média de 24 horas, é realizada segundo os seguintes critérios: BOA (verde) 0 - 25 µg/m3, MODERADA (amarelo) >25 -50 µg/m3, RUIM (laranja) > 50 - 75 µg/m3, MUITO RUIM (vermelho) > 75 - 125 µg/m3 e PÉSSIMA (roxo) > 125 µg/m3. Quando a qualidade do ar é classificada como BOA os valores-guia para exposição de curto prazo, estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão sendo atendidos. A distribuição percentual da qualidade do ar para MP2,5 é calculada com base na classificação diária. - Número de ultrapassagens do Padrão de Qualidade do Ar (PQAr): apresenta o número de ultrapassagens do PQAr estadual diário de MP2,5 vigente (60 µg/m3 - 24h), conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, para as estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2014. - Média anual: apresenta a média anual das concentrações de MP2,5 nas estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2014. O padrão estadual de qualidade do ar anual, vigente para este poluente, conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, é de 20 µg/m3. - Representatividade anual (S/N): Para que o monitoramento seja representativo no ano, deve possuir ao menos 50% das médias diárias válidas para os quadrimestres janeiro-abril, maio-agosto e setembro-dezembro. Maiores informações: http://ar.cetesb.sp.gov.br/padroes-de-qualidade-do-ar/ - Para acesso aos relatórios de qualidade do ar: http://ar.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-relatorios/ - Para acesso aos dados: http://ar.cetesb.sp.gov.br/qualar/

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    Esta camada apresenta os dados de 2013 considerando: - Distribuição percentual da qualidade do ar: A classificação da qualidade do ar para NO2, considerando a concentração média de 1 hora, é realizada segundo os seguintes critérios: BOA (verde) 0 - 200 µg/m3, MODERADA (amarelo) >200 -240 µg/m3, RUIM (laranja) >240 - 320 µg/m3, MUITO RUIM (vermelho) >320 - 1130 µg/m3 e PÉSSIMA (roxo) >1130 µg/m3. Quando a qualidade do ar é classificada como BOA os valores-guia para exposição de curto prazo, estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão sendo atendidos. A distribuição percentual da qualidade do ar para NO2 é calculada com base na pior classificação diária. - Número de ultrapassagens do Padrão de Qualidade do Ar (PQAr): apresenta o número de ultrapassagens do PQAr estadual diário de NO2 vigente (260 µg/m3 - 1h), conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, para as estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2013. - Média anual: apresenta a média anual das concentrações de NO2 nas estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2013. O padrão estadual de qualidade do ar anual, vigente para este poluente, conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, é de 60 µg/m3. - Representatividade anual (S/N): Para que o monitoramento seja representativo no ano, deve possuir ao menos 50% das médias diárias válidas para os quadrimestres janeiro-abril, maio-agosto e setembro-dezembro. Maiores informações: http://ar.cetesb.sp.gov.br/padroes-de-qualidade-do-ar/ - Para acesso aos relatórios de qualidade do ar: http://ar.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-relatorios/ - Para acesso aos dados: http://ar.cetesb.sp.gov.br/qualar/

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    Esta camada apresenta os dados de 2013 considerando: - Distribuição percentual da qualidade do ar: A classificação da qualidade do ar para MP2,5, considerando a concentração média de 24 horas, é realizada segundo os seguintes critérios: BOA (verde) 0 - 25 µg/m3, MODERADA (amarelo) >25 -50 µg/m3, RUIM (laranja) > 50 - 75 µg/m3, MUITO RUIM (vermelho) > 75 - 125 µg/m3 e PÉSSIMA (roxo) > 125 µg/m3. Quando a qualidade do ar é classificada como BOA os valores-guia para exposição de curto prazo, estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão sendo atendidos. A distribuição percentual da qualidade do ar para MP2,5 é calculada com base na classificação diária. - Número de ultrapassagens do Padrão de Qualidade do Ar (PQAr): apresenta o número de ultrapassagens do PQAr estadual diário de MP2,5 vigente (60 µg/m3 - 24h), conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, para as estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2013. - Média anual: apresenta a média anual das concentrações de MP2,5 nas estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2013. O padrão estadual de qualidade do ar anual, vigente para este poluente, conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, é de 20 µg/m3. - Representatividade anual (S/N): Para que o monitoramento seja representativo no ano, deve possuir ao menos 50% das médias diárias válidas para os quadrimestres janeiro-abril, maio-agosto e setembro-dezembro. Maiores informações: http://ar.cetesb.sp.gov.br/padroes-de-qualidade-do-ar/ - Para acesso aos relatórios de qualidade do ar: http://ar.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-relatorios/ - Para acesso aos dados: http://ar.cetesb.sp.gov.br/qualar/

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    Esta camada apresenta a classificação da qualidade do ar dos municípios para material particulado, em 2019, de acordo com o estabelecido no Decreto Estadual nº 59113/2013, com base em dados de 2015 a 2018 das estações de monitoramento da CETESB, no Estado de São Paulo, tendo sido aprovada pela Deliberação CONSEMA nº 20 de 24/09/2019, e publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 26/09/2019. O Decreto Estadual nº 59113 de 23/04/2013 estabeleceu novos critérios de classificação da qualidade do ar de sub-regiões, além de novos padrões de qualidade do ar para o Estado de São Paulo, assim como modificações na política de gerenciamento deste recurso.Mais especificamente em seu artigo 5º, fixa os critérios para a classificação da qualidade do ar de uma sub-região, para efeito de gestão quanto a um poluente específico, nas seguintes categorias, da pior para a melhor: Maior que M1 (>M1), M1, M2, M3 e MF. Esta classificação é realizada a cada três anos, sendo considerados os seguintes poluentes: partículas inaláveis (MP10), partículas inaláveis finas (MP2,5), dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e o ozônio (O3).No caso do material particulado, é considerada a pior classificação entre o MP10 e o MP2,5, e a sub-região é o próprio munícipio onde está localizada a estação de monitoramento da qualidade do ar.Maiores informações sobre esta classificação podem ser obtidas nos links: https://cetesb.sp.gov.br/ar/classificacao-de-municipios/ http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2013/decreto-59113-23.04.2013.html

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    Esta camada apresenta os dados de 2014 considerando: - Distribuição percentual da qualidade do ar: A classificação da qualidade do ar para CO, considerando a concentração média de 8 horas, é realizada segundo os seguintes critérios: BOA (verde) 0 - 9 ppm, MODERADA (amarelo) >9 - 11 ppm, RUIM (laranja) >11 - 13 ppm, MUITO RUIM (vermelho) >13 - 15 ppm e PÉSSIMA (roxo) >15 ppm. Quando a qualidade do ar é classificada como BOA os valores-guia para exposição de curto prazo, estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão sendo atendidos. A distribuição percentual da qualidade do ar para CO é calculada com base na pior classificação diária. - Número de ultrapassagens do Padrão de Qualidade do Ar (PQAr): apresenta o número de ultrapassagens do PQAr estadual diário de CO vigente (9 ppm - 8h), conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, para as estações de monitoramento da rede automática da CETESB em 2014. - Representatividade anual (S/N): Para que o monitoramento seja representativo no ano, deve possuir ao menos 50% das médias diárias válidas para os quadrimestres janeiro-abril, maio-agosto e setembro-dezembro. Maiores informações: http://ar.cetesb.sp.gov.br/padroes-de-qualidade-do-ar/ - Para acesso aos relatórios de qualidade do ar: http://ar.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-relatorios/ - Para acesso aos dados: http://ar.cetesb.sp.gov.br/qualar/

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    Esta camada apresenta os dados de 2014 considerando: - Distribuição percentual da qualidade do ar: A classificação da qualidade do ar para MP2,5, considerando a concentração média de 24 horas, é realizada segundo os seguintes critérios: BOA (verde) 0 - 25 µg/m3, MODERADA (amarelo) >25 -50 µg/m3, RUIM (laranja) >50 - 75 µg/m3, MUITO RUIM (vermelho) >75 - 125 µg/m3 e PÉSSIMA (roxo) >125 µg/m3. Quando a qualidade do ar é classificada como BOA os valores-guia para exposição de curto prazo, estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão sendo atendidos. A distribuição percentual da qualidade do ar para MP2,5 é calculada com base na classificação diária. - Número de ultrapassagens do Padrão de Qualidade do Ar (PQAr): apresenta o número de ultrapassagens do PQAr estadual diário de MP2,5 vigente (60 µg/m3 - 24h), conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, para as estações de monitoramento da rede manual da CETESB em 2014. - Média anual: apresenta a média anual das concentrações de MP2,5 nas estações de monitoramento da rede manual da CETESB em 2014. O padrão estadual de qualidade do ar anual, vigente para este poluente, conforme Decreto Estadual nº 59.113/2013, é de 20 µg/m3. - Representatividade anual (S/N): Para que o monitoramento seja representativo no ano, deve possuir ao menos 50% das médias diárias válidas para os quadrimestres janeiro-abril, maio-agosto e setembro-dezembro. OBS: A medição deste poluente na rede manual é realizada por 24 horas a cada seis dias. Maiores informações: http://ar.cetesb.sp.gov.br/padroes-de-qualidade-do-ar/ - Para acesso aos relatórios de qualidade do ar: http://ar.cetesb.sp.gov.br/publicacoes-relatorios/ - Para acesso aos dados: http://ar.cetesb.sp.gov.br/qualar/

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    Esta camada apresenta o enquadramento dos municípios com relação ao Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos ? IQR em 2018. Esse índice indica as condições das instalações de destinação de resíduos sólidos domiciliares utilizadas pelos municípios e é obtido a partir da aplicação de questionário padronizado, constituído por partes relativas às características locacionais, estruturais e operacionais, cuja pontuação varia de 0 a 10. Em função do índice apurado, por ocasião da inspeção às instalações do aterro, esse é enquadrado como condição inadequada (IQR<=7,0), indicado pela cor vermelha e condição adequada (7,0<IQR<=10,0) indicado em verde. Para município que encaminha os resíduos para mais de um aterro é indicada a media ponderada do IQR, em função da quantidade de resíduos disposta.Este índice compõe o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Urbanos, que apresenta a avaliação dos locais de tratamento e disposição dos resíduos urbanos dos municípios do Estado de São Paulo. Os relatórios dos Inventários, publicados anualmente, encontram-se disponíveis em: https://cetesb.sp.gov.br/residuossolidos/residuos-solidos/residuos-urbanos-saude-construcao-civil/publicacoes-e-relatorios/Observa-se, ainda, que as planilhas de avaliação do IQR encontram-se disponíveis no endereço abaixo:https://cetesb.sp.gov.br/residuossolidos/residuos-solidos/residuos-urbanos-saude-construcao-civil/mapa-de-destinacao-de-residuos-urbanos/ Clicando no mapa, no canto esquerdo da tela, e posteriormente na UGRHI correspondente, selecionando o município, serão disponibilizadas as fotos e a planilha do IQR