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    Cartograma representando o Percentual da capacidade líquida de realizar internações selecionadas de média complexidade realizadas para não residentes, pela rede SUS localizada em determinado município, em relação à soma das mesmas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, no ano considerado. (Capacidade líquida = quantidade de internações de média complexidade, realizada em um município para não residentes e pagos pelo SUS, descontada a quantidade destas mesmas internações realizada para seus residentes em outros municípios.) Interpretação: Mede a capacidade líquida do município de realizar internações de média complexidade para não residentes, pagas pelo SUS, em relação à soma destas capacidades líquidas de todos os municípios brasileiros, permitindo a comparação entre todos os municípios independentemente do porte desses. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Nº total de internações de média complexidade realizadas nos município, menos número de internações de média complexidade destinadas aos seus residentes realizadas no próprio município e em outros municípios, dividido pela soma das internações de média complexidade, realizadas por todos os municípios brasileiros, descontadas as internações de média complexidade destinadas aos residentes de cada município realizadas nos próprios municípios e em outros municípios de referência. Obs.: Se numerador < 0 resultado = 0.

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    As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ficam abertas 24 horas e servem como um intermediário entre os postos de saúde e os hospitais. Estão equipadas para socorrer pessoas com problemas de pressão arterial, febre alta, fraturas, cortes e infartos, evitando que estes pacientes sejam sempre encaminhados aos prontos-socorros dos hospitais. As UPAS contam com equipamentos de raio-X, eletrocardiografia, laboratório de exames e leitos de observação – uma estrutura que as permite resolver, em média 97%, dos casos. Cartograma representando as unidades de pronto atendimento Interpretação: refere-se as UPAs que estão em funcionamento nos municípios Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo: Número absoluto

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    Cartograma representando o Percentual de partos normais, pagos ou não pelo SUS, de todas gestantes residentes em determinado município, no período considerado. Interpretação: O parto normal está relacionado a menores taxas de complicações do parto e do recém-nascido. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de partos normais de residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de partos normais, pagos ou não pelo SUS, de residentes do município) ÷ (nº de partos normais esperados para residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina em idade fértil, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas em idade fértil, de residentes nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) + [(RIE média do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município, e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número partos normais esperados para residentes do município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de partos normais, de residentes nos Municípios de Referência, dividido pelo número total de partos de residentes nos Municípios de Referência.

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    Cartograma representando as Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) que funcionam como unidades intermediárias entre as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os hospitais e ajudam a desafogar os prontos-socorros, ampliando e melhorando o acesso dos brasileiros aos serviços de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS) Interpretação: Refere-se as UPAS que foram construidas com outra fonte de recursos que não a do PAC2 Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo:

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    Cartograma representando o Percentual de óbitos ocorridos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM), de residente de 20 anos e mais, de determinado município, no período considerado. Interpretação: Mede o risco de morrer por infarto agudo do miocárdio (IAM), após a internação por tal causa e indiretamente mede o atraso do atendimento pré-hospitalar e/ ou no diagnóstico. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE)  de óbitos ocorridos nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, de um município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de óbitos ocorridos nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, em um município) ÷ (nº de óbitos esperados nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, no município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios desse indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas, de residentes nos Municípios de Referência, no período considerado. RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) + [(RIE média de todos os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre os municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de óbitos esperados nas internações por IAM de residentes de 20 anos e mais, no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de óbitos nas internações por IAM, de residentes de 20 anos e mais, nos Municípios de Referência em um período, dividido pelo número total de internações por IAM de residentes de 20 anos e mais desses Municípios de Referência.

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    Cartograma representando a Relação entre o número e internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas e pagas pelo SUS, de residentes de um município em um período; e a população residente no mesmo município no último ano do período considerado. Interpretação: Mede a relação entre a quantidade de internações hospitalares de alta complexidade, não obstétricas e não psiquiátricas para residentes em um período , pagas pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos. Nível de Agregação: Município, Região de Saúde, UF, Regiões Brasileiras, Brasil. Periodicidade de Atualização: Trienal Método de Cálculo: Razão entre Informados e Esperados (RIE) de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade para residentes no município com ajuste pelo Bayes empírico (1) x resultado médio do indicador nos Municípios de Referência (2). (1) Razão entre Informados e Esperados (RIE) = (nº de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade de residentes no município, em um período) ÷ (nº de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade esperadas para todos os residentes do município, caso esse tivesse, para cada faixa etária feminina e masculina, os mesmos resultados médios, deste indicador, calculado diretamente para as respectivas faixas etárias femininas e masculinas , exclusivamente SUS, , nos Municípios de Referência, no período considerado. •RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico = (RIE do município sem ajuste X fator de ajuste Bayes específico do município) +[(RIE média do Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município) X (1 – fator de ajuste Bayes específico do município)]. Fator de ajuste Bayes específico do município: fator calculado especificamente para cada município, que depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE entre o Grupo Homogêneo de municípios da mesma região brasileira em que se localiza o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador da RIE do município (número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade esperadas para residentes no município avaliado). (2) Resultado médio do indicador nos Municípios de Referência para os parâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade = número de internações clínico-cirúrgicas de alta complexidade para residentes nos Municípios de Referência, dividido pela população residente , exclusivamente SUS, desses Municípios de Referência.

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    Descrição: O mapa apresenta Coeficiente de detecção anual de casos novos de hanseníase na população negra, por 100.000 habitantes Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Anual Método de Cálculo: Numerador: Número de casos novos de hanseníase com recorte raça/cor, residentes em determinado local, diagnosticados no ano da avaliação Denominador: Total da população negra, residentes no mesmo local e período Fator de multiplicação: 100.000

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    A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo assistencial da Atenção Básica, que se fundamenta no trabalho de equipes multiprofissionais em um território adstrito e desenvolve ações de saúde a partir do conhecimento da realidade local e das necessidades de sua população. A equipe é composta , no mínimo, médico generalista ou especialista em saúde da família ou médico de família e comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS). Pode-se acrescentar a esta composição, como parte da equipe multiprofissional, os profissionais de saúde bucal (ou equipe de Saúde Bucal-eSB): cirurgião-dentista generalista ou especialista em saúde da família, auxiliar e/ou técnico em Saúde Bucal. A organização do trabalho das equipes deve estar centrada nas necessidades dos usuários e na busca contínua de melhoria da qualidade dos serviços ofertados à população. Cada equipe de Saúde da Família deve ser responsável por, no máximo, 4.000 pessoas de uma determinada área, que passam a ter corresponsabilidade no cuidado com a saúde. Interpretação: Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Método de Cálculo:

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    O programa Brasil Sorridente está inserido na Estratégia Saúde da Família (Esf) e tem como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros. O tratamento é oferecido pelos Centros de Especialidades Odontológicas. Além da implantação de CEOs, há também a implantação de Laboratórios de Prótese Dentária – LPD – que são unidades próprias do município ou unidades terceirizadas credenciadas para confecção de próteses totais, próteses parciais removíveis e próteses. Interpretação: Refere-se aos municípios que implantaram laboratórios de próteses dentárias em 2010 Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal Método de Cálculo: Número absoluto

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    Cartograma representando o número de próteses dentárias que foram distribuídas nos municípios atendidos pelos centros de especialidades odontológicas Interpretação: Refere-se a distribuição de próteses dentárias por municípios no país Nível de Agregação: Município Periodicidade de Atualização: Mensal. Método de Cálculo: Número absoluto